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1 de janeiro de 2018

A história do Escotismo no Brasil

A primeira notícia sobre o Escotismo no Brasil, foi publicada em 1 de dezembro de 1909. Em 2018 alcançou 120.901 membros da União dos Escoteiros do Brasil em 1.604 Unidades Escoteiras Locais.

História

A primeira notícia sobre o Escotismo publicada, no Brasil, foi do dia 1 de dezembro de 1909, no número 13 da revista Ilustração Brasileira, editada no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e com circulação nacional. A reportagem tinha o título: Scouts e a Arte de Scutar; ocupava três páginas e apresentava sete fotografias. A matéria fora preparada na Inglaterra pelo 1º Tenente da Marinha de Guerra Eduardo Henrique Weaver, onde se encontrava a serviço. 

Teve, assim, a oportunidade de presenciar o nascimento do Movimento Escoteiro – Scouting for Boys, criado em 1907 pelo General Inglês Baden-Powell. Na época, juntamente com o Tenente Weaver, encontrava-se na Inglaterra numeroso contingente de Oficiais e Praças da Marinha — preparava-se para guarnecer os novos navios da esquadra brasileira em construção. Um grupo de suboficiais entusiasmou-se com o revolucionário método de educação complementar. Entre eles estava o Suboficial Amélio Azevedo Marques que fez seu filho Aurélio ingressar em um dos Grupos Escoteiros locais. 

Assim, o jovem Aurélio Azevedo Marques foi o primeiro escoteiro brasileiro. Quando da vinda para o Brasil, os militares trouxeram consigo uniformes escoteiros ingleses, no valor de trinta libras esterlinas. O Encouraçado Minas Gerais, navio onde estava embarcada a maioria dos militares interessados em trazer para o Brasil o Movimento Escoteiro, chegou ao Rio de Janeiro em 17 de abril de 1910. No dia 14 de junho do mesmo ano, na casa número 13 da Rua do Chichorro no Catumbi, Rio de Janeiro, reuniram-se, formalmente, todos interessados pelo escotismo e embarcados nos navios que haviam chegado ao Brasil. Naquele local foi oficialmente fundado o Centro de Boys Scouts do Brasil. O evento foi informado aos jornais, os quais publicaram a carta recebida da Comissão Diretora.

A correspondência enviada começava nos seguintes termos: "À imprensa desta capital, brilhante e poderoso fator de progresso, campeã de todas as idéias nobres, vem o Centro de Boys Scouts do Brasil, solicitar o auxílio de sua boa vontade, o esteio de que necessita para que em todos os lares brasileiros penetre o conhecimento do quanto à Pátria pode ser útil a instrução dos Boys Scouts".

Espalhou-se pelo país, sendo adotado inclusive como proposta educativa governamental. Com o tempo, foi se modificando, em alguns aspectos se adaptando às mudanças da sociedade, por exemplo, passando a aceitar garotas em seus quadros e ampliando a faixa de atendimento para jovens na idade de sete aos 21 anos.

No país, existem duas associações escoteiras: a União dos Escoteiros do Brasil, UEB, fundada em 1924, como resultado da união de diversas associações escoteiras existentes na época (daí o nome "União dos Escoteiros") e filiada à Organização Mundial do Movimento Escoteiro. A União dos Escoteiros do Brasil adota uma organização vertical, definindo parâmetros de ação para as Unidades Locais (Grupos Escoteiros e Seções Autônomas) associadas, através de um programa único, visando maior coesão entre todos os membros.

 

Modalidade do Mar no Brasil

A Modalidade do Mar no Brasil não foi diferente das de outras nacionalidades, as práticas de atividades náuticas, as sedes escoteiras dentro de Clubis Navais, as tropas mantidas pela Marinha ou com Chefes que eram marinheiros, os ambientes aquáticos para atividades constantes eram comuns desde 1910, porém não foram organizados como modalidade, semelhante ao ocorrido na Inglaterra, inicialmente.

Em 1910, no Encouraçado Minas Gerais, chegavam ao Brasil oficiais da Marinhade Guerra, que traziam os primeiros manuais escoteiros (em inglês), uniformes e os primeiros escoteiros brasileiros, filhos de alguns desses sub oficiais (estes que haviam feito suas promessas na Inglaterra). Dentre os suboficiais, destaca-se Amélio de Azevedo Marques, que junto com os demais marinheiros foi o introdutor do Escotismo no Brasil. Estes marinheiros assim que chegaram no Rio de Janeiro abriram uma tropa escoteira no bairro do Catumbi, próximo do sambódromo de hoje, na Rua do Chichorro número 13 (existe na fachada da casa uma placa alusiva à fundação deste grupo, hoje extinto).

Em 1938, adquiriam os Escoteiros do Mar a sua primeira Base Naval própria localizada no Porto de Maria Angu. Em Setembro de 1941, a Modalidade foi anexa à União dos Escoteiros do Brasil. Hoje a Modalidade abrange grande parte do território nacional.

 

Modalidades do Escotismo no Brasil

As modalidades do escotismo, no Brasil, são constituídas de três formas existentes que são a básica, a Modalidade do Mar, a Modalidade do Ar e uma quarta, que caiu em desuso a Modalidade Ferroviária. São adotadas pelos grupos escoteiros de forma a guiar as atividades dos grupos e formação dos seus membros, entretanto o grupo quanto assume uma modalidade não fica restrita a essa e nem é impedida de realizar as atividades típicas das demais modalidades.[3]

Modalidade Básica

A Modalidade Básica, caracterizada pelo escoteiro típico, sendo a modalidade com o maior número de integrantes, apresenta grande flexibilidade de atividades e com formação geralmente mais voltada para a atividade excursionista, campismo e montanhismo.

Os acampamentos exigem inúmeras técnicas escoteiras, dentre elas a que se destaca é a pioneira, uma forma de suprir a necessidade de móveis e como um modo de proteção, normalmente constituídas por troncos de madeira e unidas através de amarras.

Modalidade do Mar

O que caracteriza o Escotismo Modalidade do Mar é que eles realizam suas atividades preferencialmente na água, onde quer que exista água em quantidade e profundidade suficientes para que uma embarcação possa navegar, seja ela de que tipo for. Sendo assim podem existir Escoteiros do Mar, seja esta água de mar, de rio, lago, lagoa ou pantanal. Procurando desenvolver nos jovens o gosto pela vida no mar, pelas artes e técnicas marinheiras, pela navegação à vela e a motor, pelas viagens e transportes marítimos, pela pesca, pelo estudo da oceanografia, pela exploração e pelos esportes náuticos, incentivando o culto das tradições da marinha. A gama de atividades que podem ser realizadas é enorme, indo da tradicional navegação a remo até mergulho ou windsurf.

Modalidade do Ar

O Escotismo Modalidade do Ar procura desenvolver nos jovens, além dos valores da Modalidade Básica, o gosto pelo aeromodelismo, aeroplanos, pelos problemas de aeroportos, aeronavegação, aeropropulsão, pelo pára-quedismo e pelos esportes aéreos, pelo estudo da meteorologia e da cosmografia, pelo mundo aeroespacial e pela cosmonáutica, incentivando o culto das tradições da aeronáutica do país. As ênfases educativas das Modalidades do Ar e Mar, são apenas desenvolvidas nos Ramos Escoteiro e Ramo Sênior.

Modalidade Ferroviária (extinta, caiu em desuso)

O Escotismo Ferroviário surgiu no Brasil, na década de 1920-1930. Previa-se a instalação de Grupos Escoteiros nas estações de trem, urbanas ou suburbanas.

Alguns grupos foram abertos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, nos ramais da Estrada de Ferro Central do Brasil. Ao que parece, tiveram vida curta, com exceção do RJ/GE Alcindo Guanabara (antes nomeado Grupo Light, por ser patrocinado por aquela empresa de energia elétrica do Rio). Esse GE existiu no período de 1926 (mais ou menos) até a década de 90.

Um dos seus expoentes era o Chefe Gabriel Skinner, Tapir de Prata, e de grande atuação no escotismo nacional nas décadas de 1930-40.

 

Organização

Os jovens são divididos conforme a faixa etária em vários ramos ou secções. Cada ramo possui um programa de desenvolvimento e de atividades apropriados à idade e ao desenvolvimento mental, intelectual, espiritual, físico e social do jovem.

A Seção é a unidade do Movimento Escoteiro, que congrega membros do mesmo Ramo:

Ramo Lobinho: para meninos e meninas de 7 a 10 anos, admitindo-se com idade menor (até 6 anos e meio) se estiver alfabetizado. Seção: Alcateia (pode ser mista ou não). São chamados de Lobinhos, divididos em Matilhas (grupos de quatro a seis Lobinhos). Trabalha-se a fantasia, utilizando como fundo de cena a História do Livro do Jângal (Mogli, o menino lobo);

Ramo Escoteiro: para rapazes e moças de 11 a 14 anos. Seção: Tropa de Escoteiros, Tropa de Escoteiras ou Tropa Escoteira Mista. São os Escoteiros, divididos em Patrulhas (grupos de seis a oito Escoteiros). Trabalha-se a aventura, através da vida ao ar livre;

Ramo Sênior: para rapazes e moças de 15 a 17 anos. Seção: Tropa Sênior, Tropa Guia ou Tropa Sênior Mista. São os Seniores e Guias, divididos em Patrulhas (grupos de quatro a seis Seniores e/ou Guias). Trabalha-se com o desafio aos limites, tanto físico, quanto intelectual, social e espiritual;

Ramo Pioneiro: para rapazes e moças de 18 a 20 anos. Seção: Clã Pioneiro. São os Pioneiros e Pioneiras, que se organizam em Equipes de Interesse, com quantidade variável de jovens. Tem como objetivo trabalhar o serviço ao próximo, como forma de melhorar a sociedade em que vivemos.

Os adultos com 21 anos ou mais participam de diversas formas. Podem ser Escotistas, que coordenam as atividades com os jovens; na U.E.B., Dirigentes Institucionais, que dirigem os Grupos Escoteiros e Regiões Escoteiras (estaduais); ou ainda Dirigentes de Formação, que se ocupam da orientação e formação de outros adultos.

Os ramos são os mesmos aplicados pela U.E.B. e sugeridos pela AEBP. As Unidades Locais Associadas à AEBP são livres para definir os parâmetros dos ramos, podendo adaptá-los para o programa utilizado. Existem, por exemplo, Grupos Escoteiros onde o Clã Pioneiro congrega membros com idades entre 18 e 26 anos.


Conjuntura

O escotismo brasileiro é formado por mais de uma instituição: a União dos Escoteiros do Brasil (UEB), A UEB é a única associação de escoteiros brasileiros filiada à Organização Mundial do Movimento Escoteiro.

Sua organização no Brasil é dividida em escritórios regionais distribuídos por diversos estados da federação, com alguns poucos profissionais remunerados para administrar 45 mil voluntários distribuídos por unidades locais de atuação: os Grupos Escoteiros e as Seções Autônomas. Nestas Unidades Locais, através dos voluntários, é que se colocam em prática os programas educacionais para jovens.


26 de novembro de 2012

1º CATAR JOVEM/ADULTO - Curso de Aperfeiçoamento Técnico do Ar - para GE's AR de PE e PB.

Foi realizado nos dias 2 a 4 de novembro o I CATAR JOVEM/ADULTO - Curso de Aperfeiçoamento Técnico do Ar - para Grupos Escoteiros do Ar de Pernambuco e Paraíba

O I CATAR JOVEM/ADULTO – CEM ANOS DANDO ASAS AO MOVIMENTO ESCOTEIRO - foi organizado pelo Chefe Moab do Grupo Escoteiro do Ar Brigadeiro Eduardo Gomes – 5/PE, com apoio e direção do curso feita pelo Presidente da Região Escoteira de Pernambuco, Lineu de Andrade Miranda.

O evento ocorreu nas dependências do II COMAR, na Cidade de Recife -PE, onde os jovens de Pernambuco e Paraíba aprenderam sobre a aviação e a Força Aérea, além de técnicas de aeromodelismo ministradas por oficiais aviadores e sargentos especialistas, todos voluntários que acreditam no trabalho que vem sendo realizado pelo Movimento Escoteiro.

O Curso foi um grande sucesso e contou com a participação de membros dos Grupos Escoteiros do Ar Brigadeiro Eduardo Gomes - 5/PE; Souza Leão - 38/PE; e Santos Dumont - 17/PB.

Dando continuidade ao CATAR realizado no 1º final de senama de novembro e pra fechar com chave de ouro todas as conquistas, o 17º GEAR Santos Dumont junto com o 5º GEAR Brigadeiro Eduardo Gomes participou da visita ao evento 1º portões Abertos da BARF - Base Aérea de Recife - PE no dia 17/11/2012.

Lá os escoteiros tiveram a oportunidade de conhecer aeronaves civis e militares tais como: o C-105 Amazonas , Bandeirante C-95 , P-3 Orion, Caravan C-98, helicóptero UH1H Bell Huey, Hércules C-130, Tiger II F5, AMX, Learjet R-99, Brasília C-97 show de pará-quedistas do 2º ETA, sorteios para sobrevoo panorâmico e muito mais. Show de Waldonys e apresentação da esquadrilha da Fumaça um verdadeiro espetáculo.

Mais noticias e fotos nos sites abaixo:

http://www.escoteiros.org/noticias/noticia_detalhe.php?id=413

http://www.semprealertanews.jex.com.br/pernambuco/catar+2012

http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?mostra=13357

http://www.flickr.com/photos/gearsantosdumont/sets/72157632094404152/

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.359706627459132.82517.149788268450970&type=1¬if_t=like

FONTE: Site do 17º/PB-GE Santos Dumont(www.gesantosdumont.com)

26 de julho de 2011

CATAR - Curso de Aperfeiçoamento Técnico do Ar || CATAR DE JOVENS 2011

Local:
Escola Municipal de Ciências Aeronáuticas (EMCA), Taubaté/SP
 
Data:
Das 08h00 do dia 20 de agosto (sábado) às 16h00 do dia 21 de agosto (domingo) de 2011
Com possibilidade de chegada a partir das 21h00 de sexta feira (19/08/2011).
 
Valor: R$ 130,00 (alimentação dos dois dias + material didático/técnico + brevê/distintivos/certificado)
 
Diretor do Curso Chefe Vlamir Pereira (Diretor de Métodos Educativos da CMASP)
 
Inscrição:
Inscrições até 05 de agosto de 2011, com envio do Termo de Indicação do Jovem ao CATAr (TIC) e cópia do comprovante de depósito para o e-mail coordenacaoarsp@gmail.com
 
Depósito a ser efetuado em nome de:
União dos Escoteiros do Brasil Região SP
Banco Bradesco,
Agência 0105-8,
C/C 240688-8
 
CNPJ UEBSP (em caso de DOC) 11.933.346/0001-69

 
LIMITE DE 24 VAGAS!

 
Requisitos:
  • - Estar devidamente registrado na UEB no ano de 2011
  • - Ser escoteiro (a) ou sênior/guia
  • - Ser formalmente recomendado pelo Chefe de Seção e Diretor Presidente do Grupo Escoteiro

 
Sobre o CATAR

a) os objetivos gerais do CATAR são:
  • habilitar adultos e membros juvenis em técnicas aeronáuticas básicas;
  • preparar as Unidades Locais do Ar para que mantenham seus efetivos entrosados com as tradições, místicas e características da Modalidade do Ar;
  • apresentar alternativas de acesso a informações aeronáuticas como forma complementar de aprendizado aeronáutico,
b) os objetivos específicos para os Escotistas são:
  • apresentar a estes um padrão fácil e objetivo de instrução aeronáutica e de avaliação de especialidades;
  • desmistificar a aparente dificuldade em ensinar técnicas aeronáuticas para o Ramo Escoteiro e Sênior,
 c) os objetivos específicos para os jovens são:
  • promover a conquista de até cinco especialidades aeronáuticas, contribuindo para o seu desenvolvimento, e ajudando-os na conquista dos distintivos especiais de Lis de Ouro e Escoteiro da Pátria;
  • despertar no jovem o gosto pelas carreiras aeronáuticas.
 
REGRA 163 - DISTINTIVOS E SÍMBOLOS DE FORMAÇÃO DE ADULTOS
 
XII - BREVÊ DO CATAR I
 
Concedido pela Diretoria Regional para escotistas ou dirigentes aprovados no CATAr I - Curso de Aperfeiçoamento Técnico do Ar.
 
O distintivo, em metal dourado, consiste de uma flor de lis em posição central, sobreposta a um escudo azul marinho, tendo ainda duas asas espalmadas, com comprimento total de 77 mm, e é usado acima do bolso esquerda da camisa.
 
 
XIII – BREVÊ DO CATAR II
 
Concedido pela Diretoria Regional para escotistas ou dirigentes que já tenham conquistado o Brevê do CATAR I, com especialização certificada em outros cursos de interesse para a Modalidade do Ar, promovidos ou não pela UEB, tais como aprofundamento do CATAr I, ou Pára-quedismo, ou Mecânica Aérea, ou Controle de Tráfego Aéreo, ou Sobrevivência, ou Comissário de Vôo etc.
 
O distintivo é semelhante ao do CATAr I, aplicado sobre um fundo de feltro de verde oliva, em Formato elíptico, medindo 90 mm de comprimento por 40 mm de altura, com cercadura de 3 mm bordada em ouro e deverá ser usado em substituição ao Brevê do CATAr I.
 
...........................................................................................................
 
REGRA 161 – INSÍGNIAS ESPECIAIS
 
IV - BREVÊ DO CATAR I - PARA MEMBROS JUVENIS
 
Concedida pela Diretoria Regional para membros juvenis aprovados no CATAr I – Curso de Aperfeiçoamento Técnico do Ar.
 
O distintivo, usado enquanto membro juvenil, em metal prateado, consiste em uma flor de lis em posição central, sobreposta a um escudo azul marinho, tendo ainda duas asas espalmadas, com comprimento total de 77 cm, e é usado acima do bolso esquerdo da camisa.
 
 
 V – BREVÊ DO CATAR II - PARA MEMBROS JUVENIS
 
Concedida pela Diretoria Regional para membros juvenis, que já tenham conquistado o Brevê do CATAR I para membros juvenis, e com especialização certificada em outros cursos de interesse para a Modalidade do Ar, promovidos ou não pela UEB, tais como aprofundamento do CATAr I, ou Pára-quedismo, ou Mecânica Aérea, ou Controle de Tráfego Aéreo, ou Sobrevivência, ou Comissário de Vôo etc. O distintivo, usado enquanto membro juvenil, é o mesmo do CATAr I para membros juvenis, aplicado sobre um fundo de feltro verde oliva, em formato elíptico, medindo 90 mm de comprimento por 40 mm de altura, com cercadura de 3 mm bordada em ouro, e deverá ser usado em substituição ao Brevê do CATAr I para membros juvenis.
 
Extraído do POR.

15 de julho de 2011

Comandante da Marinha visita Escoteiros do Mar em Paranaguá.

No dia 13/07, terça feira, os Escoteiros do Mar do Paraná receberam a visita do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Souza Neto e do Comandante do 5º Distrito Naval, Vice-Almirante Sérgio Roberto Fernandes dos Santos. O encontro com os escoteiros fez parte da agenda de visitas do Comandante às instalações da Capitania dos Portos de Paranaguá.

A visita do Comandante Julio Soares é um marco importante para a Capitania dos Portos de Paranaguá e em especial para os Escoteiros do Mar. Segundo o Comandante da Capitania dos Portos do Paraná, Capitão-de-Mar-e-Guerra José Henrique Corbage Rabello, a última visita do alto comando da Marinha do Brasil às instalações em Paranaguá ocorreu aproximadamente há 30 anos atrás. A visita revela a importância da Capitania dos Portos de Paranaguá nos planos estratégicos da Marinha do Brasil, especialmente num momento em que a Baía de Paranaguá vive um crescente afluxo de navios por conta das atividades do Porto de Paranaguá e Antonina e requer uma presença maior da autoridade marítima na região.

Durante a visita do alto comando da Marinha o Almirante Julio Soares fez questão de se encontrar com os Escoteiros do Mar, quando teve a oportunidade de tomar conhecimento dos grandes e sólidos avanços que o escotismo do mar tem realizado no Paraná. Para a Marinha do Brasil os Escoteiros do Mar são um forte parceiro no desenvolvimento da mentalidade marítima no Brasil e nas ações sociais que a instituição desenvolve por missão. Na ocasião o Comandante manifestou seu entusiasmo pelo escotismo do Mar: “O caminho do escotismo é um caminho que só produz cidadãos de bem, que querem trabalhar pela comunidade e que produzem muito para o país. Os Escoteiros do Mar também produzem para a mentalidade marítima e a Marinha do Brasil só tem que aplaudir.”

Além dos escoteiros de Paranaguá, a visita contou com a presença do Grupo Escoteiro do Mar Amigo Velho, de Curitiba e do Grupo Escoteiro do Mar Pontal fundado em 2010.


Nova Sede do Grupo Escoteiro do Mar Ilha do Mel

Um dos pontos altos da visita foi a inauguração e entrega da nova sede no GE do Mar Ilha Mel e a assinatura do termo de seção de uso do terreno onde a nova sede está sendo construída. A nova sede oferece aos escoteiros uma infra-estrutura física de 600m2 em dois pavimentos, com amplas salas para cada seção, salas de reunião, auditório, cozinha e banheiros. A sede está construída num terreno de 2000m2 cedido pela União ao GE do Mar Ilha do Mel às margens do Rio Itiberê e conjugado à base da Capitania dos Portos de Paranaguá.

Em seu discurso o presidente do GE do Mar Ilha do Mel Marco Bortoli relembrou e homenageou o Comandante Ronald, que foi um dos responsáveis pela introdução do Escotismo do Mar em Paranaguá em 1985, quando de sua passagem pelo Comando da Capitania, e que fora escoteiro em sua juventude: “Esta aqui o ‘culpado’ desta boa e grande obra que é o escotismo do Mar em Paranaguá”.

Há pouco mais de dois anos atrás, o terreno, praticamente sem uso regular, era ponto de consumo de drogas e motivo de preocupação da comunidade de Paranaguá. Com apoio da Capitania dos Portos os Escoteiros obtiverem a seção de uso do local e partiram para um projeto ousado de construir uma nova sede. Até então a sede onde o GE do Mar Ilha do Mel realizava suas atividades era dentro das instalações da Marinha. Hoje as novas instalações oferecem mais flexibilidade às atividades escoteiras e já contribuiu para a expansão do Escotismo do Mar em Paranaguá. Começando com apenas 12 membros em 18/05/1985 o GE do Mar Ilha Mel conta atualmente com 100 integrantes entre jovens e adultos.

A construção da sede contou com um projeto de captação de recursos que mobilizou várias entidades da sociedade civil. O Fundo da Infância e do Adolescente (FIA) contribuiu com R$ 150.000,00; a Receita Federal do Brasil, através de doação de materiais e equipamentos apreendidos, vendidos posteriormente pelos escoteiros em bazares por eles organizados, aportaram mais R$ 300.000,00; e por fim diversas empresas e entidades de Paranaguá doaram em material de construção e em espécie mais R$ 50.000,00.

Com o esforço de todos, a comunidade de Paranaguá pode agora constatar os benefícios dos seus investimentos no Escotismo, bem como a parcimônia e seriedade na aplicação dos recursos.

Centro de Convivência
Os avanços não param ai. Uma segunda fase do projeto prevê uma parceria inédita entre escoteiros e Marinha do Brasil, que é a construção de um Centro de Convivência da Marinha no terreno dos escoteiros. O Centro, a ser construído pela Capitania dos Portos de Paranaguá, oportunizará um espaço de convívio social para as famílias dos oficiais e membros da Capitania bem como para os escoteiros. O Centro de Convívio prevê a construção de um salão de festas, quadra poliesportiva, pista arvorismo, flutuante e garagem para embarcações escoteiras.


GE do Mar Amigo Velho acampa durante visita do Comandante

Com o objetivo de prestigiar a visita do Comandante da Marinha do Brasil à Paranaguá, uma delegação de 42 escoteiros e chefes do Grupo Escoteiro do Mar Amigo Velho-PR acamparam e realizaram atividades náuticas nos dias 10 a 14/07 na nova sede dos escoteiros do Mar e por assim dizer, inauguraram o novo espaço, da forma como todo escoteiro aprecia: montando uma barraca. Durante o acampamento foram desenvolvidas diversas atividades em conjunto com os escoteiros(as), sêniores, guias e pioneiros(as) do Ilha do Mel. Na ocasião os pioneiros do Amigo Velho lançaram na água o veleiro Snipe Frajola-II, recém restaurado pelos próprios pioneiros. O Frajola-II é um veleiro da classe Snipe construído totalmente em madeira a mais de 60 anos e foi doado ao Amigo Velho pelo Sr. Erno Alfredo Peter, um dos velejadores pioneiros do Paraná.


Expandindo o Escotismo do Mar no Paraná

Um novo passo está sendo dado no Escotismo do Mar no Paraná, com o projeto de abertura de uma unidade do GE do Mar Amigo Velho em Antonina. Com o apoio do GE do Mar Ilha do Mel e da Capitania dos Portos de Paranaguá, estão sendo dados os passos iniciais para a retomada do Escotismo em Antonina, mas agora com a modalidade do Mar. Antonina é uma histórica, linda e pequena cidade no litoral do Paraná, a 70km de Curitiba, às margens da baía de Antonina. A cidade tem fortes laços com o Escotismo. Foi de lá que partiu em 1942, a pé, em direção ao Rio de Janeiro, uma patrulha de escoteiros para entregar uma carta ao presidente Getúlio Vargas pedindo a reabertura do Porto de Antonina. O projeto prevê a construção de uma sede náutica e da criação do Centro de Educação Ambiental e Marinha dos Escoteiros, cuja missão será desenvolver projetos sociais que atendam a comunidade de Antonina e os escoteiros de todas as modalidades, de qualquer região e deverá entrar em operação no primeiro semestre de 2012. Estima-se que o projeto impacte diretamente 60 jovens futuros Escoteiros do Mar residentes na comunidade de Antonina, os alunos da rede pública municipal e estadual da cidade e a comunidade escoteira, especialmente de Curitiba e região litorânea do Estado do Paraná.

Alternando entre calmarias e ventos fortes, o Escotismo do Mar avança continuamente no Paraná, como um barco que sabe seu destino e vence os obstáculos com que o mar indomável lhe desafia, e materializa em seus projetos aquilo que foi muito bem percebido pelo Almirante Julio Soares durante a visita: Os escoteiros produzem muito para o país!

Por
João Basilio Pereima
Grupo Escoteiro do Mar Amigo Velho – PR
Paranaguá: 13/07/2011

13 de julho de 2011

CAMPANHA DO TIJOLO GE 132°/SP

Irmãos Escoteiros,

Contamos com a ajuda de todos para construirmos a sede do nosso Grupo Escoteiro, os interessados em comprar o Tijolo, no valor de R$30,00 cada, deverão realizar deposito na conta abaixo e enviar e-mail para: tijolo132@hotmail.com informando o depósito e o numeral/região a ser estampado no mesmo.
 
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 1400
Operação: 013
Conta: 18489-5

Importante lembrar que um mesmo Grupo poderá realizar a compra de diversos tijolos.

Grupo Escoteiro do ar Marechal Eduardo Gomes 132°/SP

A todos vocês nosso GRATO GRATÍSSIMO!