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9 de janeiro de 2013

O Escotismo da Paraíba representado na Expedição Do Rio ao Mar pelo Escotista Edmilson Fonseca.

O escotismo nas férias são bem assim!

Um grupo de amigos aventureiros deslancharam nas ferias de Janeiro/2013, com uma Expedição de Caiaque de aproximadamente 64 km pelo litoral Paraibano.

A Expedição Do Rio ao Mar, como assim denominaram, teve inicio na cidade de Rio Tinto(Rio Mamanguape) e chegada na capital João Pessoa-PB. Na equipe formada pelos remadores Edmilson Fonseca(Escotista), Petley Arruda(Ex-Escoteiro) e André Sena(Ex-Escoteiro) com apoio logístico de Lucenildo Japa e Adílio Sena. 

Temos em destaque o Escoteiro Edmilson Fonseca, representando o 01°/PB GE do Mar Almirante Barroso, este vem levando o nome da Paraíba e principalmente do Escotismo por onde passe, tanto nas suas Expedições no Brasil como pelo mundo; sua vida outdoor é levada a sério, tanto que hoje é um dos instrutores do NOLS - National Outdoor Leadership School.

ASSISTA A COBERTURA FEITA PELA TV TAMBAÚ FILIADA DA SBT NA PARAÍBA.

Fotos de Petley Arruda, Stephenson Abrantes, André Sena, João Henrique Júnior, Adílio Sena, Lucenildo Oliveira (Japa).



Visitem: www.vida-outdoor.blogspot.com.br

4 de abril de 2012

OS 10 MANDAMENTOS DO ECOTURISTA


1 - Informe-se: Pesquise sobre o lugar antes de sair de casa. Ecoturismo também é aprendizado. Bem informado, você vai poder aproveitar melhor as atrações, além de compreender a importância de plantas e animais.

2 – Programe-se: Levando em conta seus interesses e preparo, escolha entre viajar por conta própria, num pacote de agência ou com guia local. Ao pegar uma trilha, deixe sempre alguém avisado sobre seu destino e hora provável de retorno.

3 – Regras de convivência: Procure harmonizar-se com a natureza. Não faça barulho desnecessário (use fones de ouvido para escutar música), vista roupas de cores sóbrias e evite caminhar em grupos com mais de 10 pessoas.

4 – Os bichos são selvagens: Lembre-se de que você está no mundo instintivo dos animais. Não é seu papel fazer amizade com eles, nem impedir que um predador cace sua comida. Os animais só atacam se forem molestados. Mantenha sempre uma distância segura deles.

5 – Não mude a paisagem: A natureza deve seguir seu curso próprio. Jamais abra clareiras para acampar, nem "ajeite" elementos, como pedras e troncos, para aumentar seu conforto. Se precisar fazer isso por segurança, retorne tudo ao seu lugar em seguida.

6 - O seu lixo é apenas seu: Carregue um saco plástico para retornar à civilização todo o lixo que produzir, inclusive restos de comida e latas. Sempre que for acampar, os dejetos devem ser enterrados a pelo menos 30 metros de fontes, cursos d'água e trilhas.

7 – Preserve os mananciais: A água pura de fontes e riachos é um recurso valioso para quem caminha muito tempo na natureza. Evite contaminá-la com dejetos ou sabões não biodegradáveis. De qualquer forma, leve cloro ou outra substância filtrante.

8 – Não leve nada do lugar: Nunca arranque flores, nem colete conchas, sementes e pedras do caminho. A simples passagem de pessoas por um lugar já acarreta impactos ambientais, provocando erosões na trilha e espantando animais. Não piore isso ainda mais.

9 – Atenção com o fogo: Um incêndio destrói em minutos o que a natureza levou séculos para criar. Por isso, evite fazer fogueiras mesmo quando estiver acampando. Prefira sempre um fogareiro a gás. Se você fuma, muito cuidado com as bitucas de cigarro.

10 – Não banque o engraçadinho: Não se arrisque, nem coloque em perigo a vida de outras pessoas, só para provar que é bom em subir pedras, atravessar rios a nado ou enfrentar animais selvagens. Lembre-se: a maior parte dos acidentes na natureza acontece por imprudência.

20 de maio de 2011

ACAMPAMENTO LIMPO - Nem um vestígio!

A missão desta forma de pensar é a de educar grupos que percorrem zonas naturais, sobre a minimização do impacto ambiental que provocam.
  • Planejar antecipadamente e prepara-se;
  • Caminhar e acampar em superfícies;
  • Cuidados com o lixo;
  • Deixar como se encontra;
  • Minimizar impactos provocados pelas fogueiras;
  • Respeitar a vida selvagem(Fauna e Flora);
Estes princípios são usados de forma a minimizar o impacto das visitas aos locais naturais em atividades extra-sedes. A casa é de quem lá vive, nós fazemos apenas parte do grupo de visitantes e como hóspedes que somos, devemos ser capazes de nos comportar à altura. O não deixar nem um vestígio depende muito mais da atitude e consciência pessoal, do que propriamente de regras e regulamentos, em outras palavras da educação, porque não dizer da Educação Ambiental. A minimização do impacto tem muito a ver com a flexibilidade de comportamentos e de ações que no fundo têm ligação direta com as práticas usuais destas formas de atuar, com a experiência que se vai adquirindo e o consciente julgar das consequências que os nossos atos têm no meio que nos rodeia.

Temos que saber considerar os vários tipos de solo, de ambiente, de situação que se nos depara; a vegetação e habitantes dos locais por onde passamos, e ainda o fato de ser um local já muito visitado ou não, pois ao contrário do que se pensa, num local ainda virgem, qualquer pormenor que façamos é impacto ambiental. Se nos habituarmos a colocar todas estas questões em uso, mais podemos aproveitar do local, assim como quem atrás vem.

1 - Planear antecipadamente e preparar:
  • saber as regras e algumas considerações sobre o local;
  • estar preparado para qualquer emergência, situação inesperada;
  • Saber exatamente o que se vai fazer, escalonando corretamente o tempo;
  • Empacotar correctamente a comida de forma a levar o mínimo de embalagens possível, de forma a reduzir ao máximo a possibilidade de lixo;
Um percurso bem planejado poderá reduzir consideravelmente o impacto da nossa passagem. A melhor forma de o fazer é começar por recolher informação sobre o local, aquilo que se pensa encontrar pelo caminho, o que se quer ver, o que se quer evitar; enfim um estudo cuidadoso do mapa, trilhas, etc. Assim é possível ver também as necessidades de vestuário e/ou aderessos necessários ou pelo contrário, completamente dispensáveis no local em causa. Sabendo quais as zonas menos visitadas, pode dar hipótese a assistir aquilo que por vezes é ignorado, mas também convém saber de antemão que tipo de consequência poderá daí provir.

2 - Caminhar e acampar em superfícies "resistentes":

  • Trilhas e caminhos pre-estabelecidos, locais onde é possível dormir;
  • Bons locais de acampamento encontram-se, não se fazem;
  • Concentrarem-se todo o caminho em caminhos;
  • Focar em locais onde a vegetação seja mínima de modo a que o impacto da passagem seja minimizado;
  • Evitar locais onde o impacto esteja a apenas a começar (zonas virgens);
  • Evitar a abertura de novas trilhas, onde já existem;
  • Porventura  no caso de zonas virgens, evitar, caso contrario desmatar o minimo possivel, evitando derrubar arvores ou plantas em crescimento.
Caminhar em trilhas, ajuda-se a manter a integridade do local, em termos de arredores e a vegetação costeira e nativa. Cortar caminho nem sempre é uma boa solução; salva-se pouco tempo, aumenta as probabilidades de quedas e acidentes e causa erosão do solo, aumentando em mais de 100% do impacto ambiental. 

3 - Cuidados com o lixo:
  • Depois de escolhida a alimentação, ter os cuidados ao empacotar de modo a ocupar o menor espaço possível;
  • Deixar em casa as embalagens que seja possível; todo o lixo dispensável;
  • Trazer de volta todas as embalagens(lixos).
Planear adequadamente as refeições, poderá fornecer hipóteses de eliminar caixas ou embalagens desnecessárias, que provoca peso extra, torna mais fácil ceder à tentação e largar tudo no caminho. Podem eliminar-se garrafas e caixas, e utilizar sacos ou embrulhos (papel), que são depois facilmente dobrados e guardados num saco, que não causará grande peso. por outro lado consegue-se ainda reduzir os restos de comida; é uma questão de calcular quantidades com rigor (cuidado com o outro extremo - não deverá faltar alimentos).

4 - Deixar como que se encontra:
  • Preservar o passado: examinar, mas não tocar em aspectos naturais, culturais ou históricos;
  • Deixar para trás as rochas, plantas ou outros elementos naturais assim como os encontraram;
  • Não transportar ou introduzir espécies exóticas;
  • Não construir estruturas, ou fazer trincheiras ou edificações(elemnetos) que não sejam os que já existem; 
5 - Respeitar a vida selvagem:
  • Não alimentar animais que se encontrem no caminho;
  • Não encomodar os animais, jogando objetos(galhos, pedras) para espanta-los, não se esqueça que você que é o visitante;
  • Evite a poluição sonora, ao fazer uma trilha o silencio lhe propiciará, viver outras sensações e escutar o barulho da natureza.
Saiba que quando alimenta-se animais selvagens, podes abalar a saúde deles, tendo em vista eles não serem acostumados a tais tipos de alimentação, acarretando a alteração do seu comportamento natural, e expõe-nos a predadores;

6 - Nem um vestígio:

Um grande problema neste tipo de ações é a criação de novos locais de acampamento. Por isso deve estar pré-determinado o local/ locais de acampamento - importante nos últimos dias da atividade.

Nunca fazer trincheiras - provoca erosão e oferece ao local um ar mais artificial, exigir locais pré-determinados para as fogueiras. Se deve "limpar" o local, tirar as folhas etc. esse é o material orgânico que mantém aquele saudável - evita a erosão provocada pelas chuvas. Além de não deixar nenhum lixo para trás.


“Não é mais limpo o que mais limpa, mas sim o que menos suja.” 
pois
"Deixe o mundo um pouco melhor do que encontrou".


Robert Baden-Powell

18 de maio de 2011

CÓDIGO DO CAMPO


Sê cortês
  • Cumprimenta todas as pessoas que encontrares no campo.
  • Sê afável para com os habitantes das regiões que visitas.

 
Respeita o trabalho dos agricultores.
  • Não mexas nas colheitas, sementes, plantações, lenha e maquinaria.
  • Não mexas nos animais a não ser que tenhas permissão dos donos e não espantes os rebanhos.

 

Respeita a propriedade alheia.
  • Não acampes sem pedir autorização.
  • Mantém-te em caminhos públicos quando atravessares os campos e as quintas.
  • Respeita os letreiros de proibição e nunca caminhes por campos cultivados.
  • Usa os portões para atravessar vedações, sebes e muros, para não os estragares.
  • Fecha com cuidado todos os portões e cancelas quando passares.
  • Não cortes nunca uma árvore sem autorização e pede autorização para subi-las.
  • Obtém permissão antes de fazer fogueiras e depois tem cuidado para não prejudicar as árvores e construções (cancelas, etc.).

 
Protege os animais e as plantas.
  • Não captures nem prendas os animais que possas encontrar e não faças mal aos pássaros nem mexas nos seus ninhos.
  • Não arranques flores nem partas os ramos das árvores.

 
Respeita os sons da natureza.
  • Não faças barulho desnecessário.
  • Não leves para o campo aparelhos de som (rádios, leitores de Cd’s, etc.) para poderes escutar a natureza.  

 
Ajuda a manter toda a água limpa.
  • Não sujes as fontes, as nascentes nem a água dos ribeiros.
  • Não deixes as nascentes de água potável sujas, a água é necessária para o agricultor.

 
Tem o máximo cuidado com o fogo.
  • Toma todas as precauções para evitar o risco de incêndio.
  • Não acendas fogo no bosque, sobretudo com vento forte.

 
Deixa tudo limpo.
  • Junta todo o lixo num saco resistente para depois o deitares num contentor na próxima povoação.

27 de abril de 2011

ACAMPAMENTO ECOLÓGICO

Falar de ambiente nos nossos dias, já é muito mais do que uma moda ou uma preocupação de meia dúzia de jovens com o cabelo comprido, óculos redondos e de ideias radicais. Hoje, em todo o mundo, começa a existir uma consciência colectiva que nos leva a exigir ar mais puro, água menos poluída, menos ruído, arquitectura mais harmoniosa, em resumo melhor qualidade de vida.

O Escutismo assume-se como a mais antiga Associação de Defesa do Ambiente. De facto, a proposta de Baden-Powell inclui o respeito pelas plantas e pelos animais como ideal fundamental, isto numa época em que a defesa do ambiente fazia ainda pouco sentido. Hoje os tempos são outros e a conservação do ambiente tem um campo de luta muito vasto. A luta é outra, menos amadora e mais científica, menos poética e mais jurídica.

Pretende-se, com este texto, alertar-te para alguns erros que por vezes cometemos quando acampamos.

Para além de um apelo a um correcto comportamento, no sentido de deixar o local de acampamento melhor do que o encontraste, deixamos aqui algumas sugestões e cuidados a ter com o ambiente nos acampamentos.

Ao chegar ao local de acampamento...

... não arranques a vegetação existente no teu campo. Se arrancares a vegetação, com uma contínua utilização, depressa a erosão tornará o campo impossível de acampar.

O que fazer então?

Para limpar o teu local de acampamento, basta retirar os paus e as pedras que nele encontrares.


Na montagem de campo...

... não pregues nem espetes nada nas árvores. Ao fazê-lo estarás a
danificar os canais condutores de seiva da árvore o que, a curto prazo, acabará por matar a árvore.

O que fazer então?

Bastará para o efeito, usares uma espia para segurares o que quiseres.

... não faças regos à volta da tenda. Ao abrires regos, estarás a destruir a camada de manta morta (humus), assim como a causar graves danos no sistema radicular da vegetação existente.

O que fazer então?

Se for mesmo necessário fazer regos, para escoamento das águas das chuvas (pois a tua tenda não impermeável) fá-los de tamanho reduzido e de pouca profundidade.


Nas construções...

... não cortes nenhuma árvore para fazer as tuas construções em campo. Ao cortares árvores para usares nas tuas construções, estás a desperdiçar e a danificar os recursos florestais. Lembra-te "uma árvore é uma vida".

O que fazer então? Reduz as construções ao mínimo possível, usa desperdícios (madeira caída) e procura apoiar as construções nas árvores, reduzindo assim a quantidade de madeira a utilizar.


No consumo de água...

... não desperdices água. Como sabes, a água é um recurso natural de elevada importância e bastante limitado.

O que fazer então? Utilizar a água com cabeça, evitando assim um elevado consumo desta.

... não utilizes detergentes que não sejam biodegradáveis para lavar a loiça ou a roupa. Ao utilizares estes produtos, estás a contribuir para a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

O que fazer então? Para a lavagem da loiça ou da roupa utiliza, na medida do possível, detergentes biodegradáveis, pois não são tão poluentes.


Na vida do acampamento...

... não deites nada para o chão. Assim estarás a destruir a floresta, poluindo-a.


O que fazer então?

Utiliza um saco e leva o lixo para um local onde façam a sua recolha, no final do acampamento.
... não grites com os teus companheiros nem utilizes rádios. Se procederes de modo contrário, não poderás disfrutar do "silêncio" da vida em campo e estarás a perturbar o "habitat natural" onde te encontras.


"Procura deixar o mundo um pouco melhor do que o encontraste".
Baden-Powell

19 de abril de 2011

CÓDIGO MUNDIAL DE DEFESA DA NATUREZA

  • Respeitarei todas as formas de vida, porque cada uma delas é um elo da corrente que sustenta a vida na Terra.
  • Retirarei da natureza somente o que pode ser substituído, para que nenhuma espécie desapareça da Terra.
  • Não poluirei o ar, o solo ou a água.
  • Não comprarei produtos relacionados com animais e plantas em vias de extinção ou florestas ameaçadas de desertificação.
  • Manterei o ambiente à minha volta limpo e respeitarei o ambiente, onde quer que vá.
  • Chamarei à atenção para casos de poluição e para quaisquer outras formas de abuso da Natureza.
  • Não desperdiçarei combustível ou energia.
  • Deliciar-me-ei com a beleza e as maravilhas da Natureza toda a minha vida.

3 de fevereiro de 2011

ACESSÓRIOS PARA O TREKKING - ROUPAS



Acessórios, pela própria etimologia da palavra, são objetos que dão melhor acesso para uma determinada atividade ou ação. Ou seja, alguns facilitadores para que seu trekking ou sua grande a viagem sejam mais confortáveis, seguros, hábeis e ideais.

Em acessórios, podemos incluir as roupas utilizadas no trekking nos mais diversos casos: sol, chuva, frio, neve. Os tecidos especiais e fios sintéticos utilizados para melhor proteção e durabilidade são com certeza um avaço no mundo moderno. Calçados e meias também são importantes. Algumas boas marcas que são facilmente encontradas no mercado de aventura.




O que vestir

A roupa deve ser leve, confortável, de fácil absorção da transpiração e, se possível, igualmente fácil evaporação da mesma. Que seja quente no frio, sem muitas camadas de malhas para não dificultar a locomoção e acumular peso na mochila, e fresca no calor.

Difícil, não? Nem tanto. Algumas marcas produzem roupas esportivas que utilizam fios especiais para facilitar a evaporação do suor e ventilação do corpo, como os fios da Coolmax e Supplex (da DuPont) e Gore-tex (da WL Gore). Do mesmo modo, há tecidos desenvolvidos para proteger partes dos corpo que podem ser alvo de raspões e que têm mais atrito, como a Cordura (DuPont) em muitas coberturas de joelhos em calças.

A boa e velha camiseta de algodão, calça jeans, a bailarina de algodão e Lycra (também da DuPont) para as meninas, além das bermudas de sarja constituem um bom vestuário de aventureiro.

Lembre-se também dos casacos de frio, como anoraks (de tecido sintético, fechado, sem zíper ou abotoadura frontal, que se veste passando pela cabeça; serve apenas para evitar o vento) e parkas (agasalho mais longo, aberto, normalmente com zíper; serve para manter o corpo aquecido).


Shell Gear:  um capítulo à parte. Para um abrigo ser classificado como Shell, ele deve ser a prova d'água e vento, além de transpirável, com costuras seladas para garantir essas qualidades. Muitos fabricantes subdividem essa categoria em Technical Shell (para alta montanha) e Rain Wear (verão ou meia estação).


O tecido deve ter fios especiais que o torne, ao mesmo tempo, transpirável e a prova d'água. Isso acontece por meio da aplicação de uma resina que possua microporos, tão pequenos que a água não passe (mesmo sob a pressão de cerca de 2 metros de coluna d'água!) devido a tensão superficial, mas que permita às moléculas de água, em forma de vapor, saírem com relativa facilidade, mantendo o interior da roupa sempre seco.

Isto foi conseguido em 1990, quando a empresa japonesa Unitica e a americana Lowe Alpine System patentearam o Triple Point Ceramic (TPC), uma resina com micro partículas de cerâmica que funcionam como estrutura de resistência e transpirabilidade. Qualquer roupa externa, independente da categoria, possui algumas classificações técnicas. Basta conferir a etiqueta.


Waterproofness: tem de ser impermeável em condições de chuva ou tempestade. Para isso, há testes de resistência à jato d'água, em que ocasionalmente são adicionados ventiladores, para evitar que o fluxo de água seja apenas gravitacional. Se os sensores de umidade espalhados em lugares estratégicos do manequim ficarem molhados, o produto não passa no teste de qualidade. Possuir costuras seladas é outra condição obrigatória.



Windprofness: à prova de vento significa passar por um teste semelhante ao anterior, só que sem água. Nesse caso, as costuras não precisam ser seladas e o tecido não necessita ser resinado.



Shower Resistence: são roupas que resistem a chuviscos, mas não são impermeáveis. Normalmente são também à prova de vento.



Wind Brakers: modelos mais leves.



Obs.: Nos produtos microporosos resinados (TPC) ou com membranas (Gore-Tex) pode acontecer dos poros ficarem entupidos definitivamente se em contato por muito tempo com gorduras (incluindo as do corpo), sprays químicos vários (incluindo repelentes contra insetos) e ação de solventes.

10 de julho de 2010

ORIENTAÇÃO - UM ESPORTE PARA TODAS AS IDADES

 
INTRODUÇÃO

- O que é Orientação:
É uma espécie de corrida também chamada de “rali a pé”, onde o atleta percorre os mais variados tipos de terreno, como campos, matas, trilhas e até áreas urbanas. Para participar deste esporte, deve-se aprender a ser hábil na leitura de um mapa, em manusear uma bússola e selecionar rapidamente uma rota segura através do terreno desconhecido.


MAPA DE ORIENTAÇÃO

É a representação em escala, sobre um plano, dos acidentes naturais e artificiais da superfície terrestre, ou seja, ele mostra os detalhes de uma determinada região, como por exemplo as edificações, árvores, moitas, estradas, etc. Obedece a uma escala, e é orientado com o norte magnético da bússola.


HISTÓRIA DA ORIENTAÇÃO

O desporto orientação é muito praticado nos países nórdicos (Suécia, Finlândia e Noruega). Teve inicio em 1935 na Suécia, com a realização do primeiro campeonato de orientação. No Brasil ele se iniciou com o envio de três observadores (Oficiais das três Forças Armadas) ao IV Campeonato do CISM (Conselhe International du Sport Militaire) na Dinamarca.

A partir deste momento começa ser difundido militarmente, já no meio civil esta competição começa aproximadamente na década de 80, com campeonatos regionais. Atualmente este desporto está muito desenvolvido no sul do Brasil. Em Minas o seu inicio se dá em 2001, com a criação da Federação Mineira de Orientação, com sede em Três Corações. Aqui em nossa região o seu inicio também se dá em 2001 com a criação do Clube de Orientação Serra do Lenheiro – COSELE, um dos clubes fundadores da Federação Mineira.

As competições podem ser masculinas e femininas e são realizadas obedecendo a faixas etárias e grau de experiência dos atletas. Inicia-se a partir dos 10 (dez) anos de idade e vai até a faixa etária acima dos 60 (sessenta) anos. Cada faixa etária possui uma divisão de grau de dificuldade, que é o FACIL, DIFICIL e MUITO DIFICIL, existe ainda a ELITE (para as faixas etárias de 18, 20 e 21 anos). Além da modalidade a pé, que é a tradicional, a Orientação ainda por ser realizada com bicicletas, cavalos, por deficientes físicos,etc. Claro que com as devidas adaptações.

 
ACESSÓRIOS

Para a realização de um percurso, o praticante obrigatoriamente precisa do mapa de orientação e do cartão de controle, de um uniforme que tape as pernas, braços e sapatos fechados. A bússola é muito útil , porém não é obrigatória, bem como o cartão de designação dos pontos. Existem vários outros equipamentos usados: como caneleira, cinturão para água, viseira, óculos, tornozeleiras, joelheiras.


COMPETIÇÃO DE ORIENTAÇÃO

A competição se desenvolve da seguinte forma:

Na área de concentração está localizada a PARTIDA e a CHEGADA, bem como toda a infra-estrutura necessária para o desenvolvimento da competição, como apuração, banheiros, refeição, etc.

Na PARTIDA o atleta recebe o CARTÃO DE CONTROLE e o MAPA DE ORIENTAÇÃO, onde estão locados a Partida com um triângulo, os pontos de controle com círculos numerados em ordem crescente e a Chegada com dois círculos concêntricos.

Na CHEGADA o atleta entrega o cartão de controle para a conferência e apuração que determinarão sua classificação em ordem crescente, sendo atualizada a medida que os competidores forem chegando. O vencedor é o atleta que obtiver o menor tempo na execução da pista.
 
CATEGORIAS

1. SEXO: "H" Homens e "D" Mulheres

2. IDADE:
D 10 H 10 - Mulheres e Homens até 10 anos
D 12 H 12 - até 12 anos
D 14 H 14 - até 14 anos
D 16 H 16 - até 16 anos
D 18 H 18 - até 18 anos
D 20 H 20 - até 20 anos
D 21 H 21 - De qualquer idade
D 35 H 35 - Mais de 35 anos
D 40 H 40 - Mais de 40 anos
D 45 H 45 - Mais de 45 anos
D 50 H 50 - Mais de 50 anos
D 55 H 55 - Mais de 55 anos
D 60 H 60 - Mais de 60 anos
D 65 H 65 - Mais de 65 anos
D 70 H 70 - Mais de 70 anos
D 75 H 75 - Mais de 75 anos
D 80 H 80 - Mais de 80 anos
D 85 H 85 - Mais de 85 anos
D 90 H 90 - Mais de 90 anos
D N 1 H N 1 - CRIANÇAS ACOMPANHADAS - Menos 18 anos
D N 2 H N 2 - ADULTOS ACOMPANHADOS - Mais de 18 anos

- Grau de Dificuldade

"E" - ELITE
"A" - MUITO DIFÍCIL
"B" - DIFÍCIL
"N" - FÁCIL
"N1 e N2" – INICIANTES


CARTÃO DE CONTROLE

É uma espécie de linguagem dos orientadores, que facilita a leitura durante a competição . Os principais símbolos. O cartão de controle se apresenta normalmente dessa seguinte forma:


CARTÃO DE PICOTE

Possui a identificação do atleta, tempo e espaço para os picotes.
Nr atleta:
Nome:
Chegada:
Saída:
Categoria:
Clube:
Tempo:
R1* || R2* || R3* || R4* || R5* ||

25, 24, 23, 22, 21, 20, 19, 18, 17, 16, 15, 14, 13, 12, 11, 10, 09, 08, 07, 06, 05, 04, 03, 02, 01
Obs: * Os espaços escritos com “R” são reservas para eventuais erros na hora de picotar.


PRISMAS E PICOTADORE
 
Os pontos de controle (passagem obrigatória para os competidores), são materializados por prismas triangulares com as faces pintadas metade de laranja e metade de branco. Para comprovar a passagem existem os picotadores junto destes prismas que possuem código diferenciados entre um ponto e outro.


ESCALA
 
É a relação entre a distância gráfica no mapa e a distância real no terreno. A escala se dá pela seguinte formula:
 
E = d .(Unidade no mapa)
D (Unidade no terreno)

Ex: Numa escala de 1:1000 significa que cada 1 centímetro no mapa equivale a 1000 centímetros no terreno, ou seja, nesse caso 1 centímetro equivale a 10 metros no terreno (um macete é cortar os dois últimos algarismos da distância no terreno. Ex: 1000 = 10)

SIMBOLOGIA
 
A. Inscrições no mapa

São impressas orientadas para o Norte Magnético (NM) do mapa, onde necessariamente deverá constar:

1) Nome da competição
2) A escala
3) A eqüidistância das curvas de nível
4) Região do mapa
5) Legenda
6) Cartógrafos ou mapeadores
7) Categoria
8) Patrocinadores
 

B. Linhas meridionais

São linhas paralelas verticais traçadas na direção Norte-Sul, apontando através de setas o norte do mapa.


C. Curvas de nível
 
São linhas imaginárias no terreno que definem a altitude (altura em relação ao nível do mar) da região do mapa. São eqüidistantes, ou seja, possuem a mesma distância entre elas, geralmente são de 5 em 5 metros ou de 10 em 10 metros. É como se fatiássemos o terreno e passássemos para o plano.


D. cores

1) Azul: tudo relacionado com água
2) Verde: tudo relacionado com vegetação
3) Branco: cobertura vegetal de corrida fácil
4) Amarelo: vegetação rasteira
5) Marrom: tudo relacionado com a superfície terrestre (curvas de nível, barrancos, etc)
6) Preto: planimetria (construções, cercas, pedras, muros, etc) e todas as inscrições do mapa
7) Vermelho: áreas perigosas, proibidas ou interditadas
8) Magenta: traçado das pistas
 
E. Convenções usadas no mapa de orientação

 
BÚSSOLA

Instrumento destinado à medida de ângulos horizontais e a orientação do mapa, bem como a indicação da direção ou azimute a seguir de um ponto para o outro.
 
a. Identificação da bússola

 - Seta de orientação Seta de navegação
 - Linhas meridionais
 - Limbo móvel Régua milimetrada
 - Agulha imantada

b. Orientar o mapa
 
1) Identificar na carta as linhas meridionais

2) Colocar uma das laterais da bússola sobre uma das linhas meridionais do mapa, tomando o cuidado para que as setas de navegação e de orientação apontem para o NORTE do mapa (mapa de cabeça para cima).

3) Girar o conjunto bússola/mapa até que a agulha imantada fique sobre a seta de orientação. Feito isso o mapa está orientado.

 
c. Indicação de direção a seguir (azimute)
 
1) Colocar uma das laterais da bússola coincidindo com a linha da direção desejada

2) Girar o limbo móvel até coincidir as linhas meridionais da bússola com as do mapa, tendo o cuidado para que a seta de orientação fique voltada para o norte

3) O azimute será o ângulo mostrado pela seta de orientação
 
 
DETERMINAÇÃO DE DISTÂNCIAS

Durante a corrida de orientação o atleta necessita de conhecimento de quanto percorreu para que possa saber na carta onde está. De um CHECK-POINT a outro (pontos nítidos existentes dentro do rota que se pretende utilizar no deslocamento), mede-se na carta, a distância a ser percorrida, transformando-a em metros.

- Aferição de passo duplo

Passo duplo é tão somente a contagem de passos de uma só perna quando a mesma tocar o solo, pode ser andando ou correndo. O conhecimento do passo duplo de cada um é necessário para saber quanto que se vai andar ou correr.

Se o atleta começou a caminhada com a perna direita a contagem inicia-se na perna esquerda e vice-versa. Para aferição do mesmo é realizado uma caminhada numa distancia de 100m, pois a partir daí as outras distâncias serão obtidas através de regra-de-três simples.

Exemplo: vamos dizer que você tenha que dar 30 passos duplos para atingir 100 metros, logicamente para se atingir 300 metros você andará 90 passos duplos.

A aferição do passo duplo é feita da seguinte forma:


ANDANDO || CORRENDO

1a vez:______________ passos
2a vez:______________ passos
3a vez:______________ passos
SOMA: _____________ : 3 = __________ passos
(é sua média para andar 100 metros)
 
1a vez:______________ passos
2a vez:______________ passos
3a vez:______________ passos
SOMA: _____________ : 3 = __________ passos
(é sua média para correr 100 metros)
 

GLOSSÁRIO
 
- Azimute: Direção fornecida pela bússola;

- Atravancar: É o mesmo que derrubar o mato no peito, perder-se, orientar-se mal, perder muito tempo;
 
- Bússola - É um objeto com uma agulha magnética que é atraída para o polo magnético terrestre.

- Carneiro: É o orientador que não usa as técnicas de orientação e persegue outros orientadores. Geralmente são excelentes no preparo físico e fraquinhos em técnica.

- Cartão de Controle: Local onde se registram, através da perfuração feita pelos picotadores (alicates), as passagens nos pontos de controle.

- Chafurdar: É o mesmo que se perder durante o percurso.

- Curva de Nível: Linha imaginária no solo a uma altitude constante. No mapa permite-nos calcular os desníveis.

- Dar varada: errar um ponto, passando e muito do mesmo, com a convicção de que está indo na direção certa.

- Declinação magnética - Ângulo entre o Norte Magnético e o Norte Geográfico.

- Eqüidistância: Desnível entre cada curva de nível.

- Escala: Relação entre o tamanho real de um objeto e a sua dimensão no mapa.
 
- Escala 1:10.000 significa que no mapa está tudo representado 10.000 vezes menor, ou seja, 1 cm no mapa corresponde na realidade a 10.000 cm (100 metros).
 
- Legenda: A legenda descreve os símbolos utilizados no mapa para representar as várias características do terreno.
 
- Linhas de Norte: São linhas paralelas desenhadas do Sul Magnético para o Norte Magnético, espaçadas geralmente 500 metros (1:15.000) ou 250 metros (1:10.000). Estas linhas são normalmente pretas. Estas linhas encontram-se, geralmente, apenas nos mapas de orientação.

- Mapa: O mapa é uma representação simplificada da superfície da terra vista de cima e reduzida em dimensão. A escala indica-nos exatamente quanto é que o mapa está reduzido, e está presente em todos os mapas.

- Matar um ponto: Nada mais é do que achar um ponto em um percurso de orientação. Usa-se este termo porque cada percurso temos de 10 a 20 pontos de controle e acha-los é uma verdadeira batalha.

- Norte Geográfico: Um dos locais onde converge o eixo imaginário de rotação da terra, também chamado de Pólo Norte. (o outro local de convergência será no Sul Geográfico - Pólo Sul).

- Norte Magnético: Existe ao longo da Terra um campo magnético que converge nos pólos magnéticos norte e sul. A agulha de uma bússola é atraída por estes pólos. Em toda a zona norte do globo as agulhas das bússolas são atraídas para o Norte Magnético.

- Passo Duplo: instrumento utilizado pelos orientadores para medir distâncias durante o percurso. Consiste em contar quantas vezes o pé direito toca o solo em uma determinada distância. Ex: 60 passos duplos é igual a 100 metros. Esta relação varia de um orientador para outro e de acordo com o terreno e do tipo de deslocamento (andando ou correndo). A melhor maneira de determinar o passo duplo é experimentando em uma pista de corrida (andando e correndo) e depois durante um percurso. Devemos fazer uma pequena tabela e anotar as variações.

- Patrulha: Vários orientadores correndo juntos;

- Percurso de orientação: Um percurso de orientação é constituído por uma partida, uma série de pontos de controle identificados por círculos no mapa, unidos por linhas retas e numerados na ordem pela qual devem ser visitados, e por uma meta.

- Perneiras: Peça de vestuário semi-rígida que protege a parte inferior da perna.

- Piau: É o grito de guerra do orientador. Usado quando o orientador acha o ponto e quer avisar os demais. Até hoje ninguém sabe como surgiu este termo, mas provavelmente foi herdado dos pescadores.

- Pego pelo jacaré: É o termo usado para designar o orientador que some durante o percurso e chega depois de horas todo machucado na chegada;

- Picotador: Para provar que um ponto de controle foi visitado, o 'Orientador' utiliza um sistema de perfuração (alicate, também chamado de picotador) que se encontra junto à baliza, para "picotar" o cartão de controle. Cada alicate faz um padrão de furos diferente.

- Picotar: Perfurar o cartão de controle com o picotador (provar que achou determinado ponto);

- Ponto de Ataque: Acidente destacado do terreno donde se tem certeza estar;

- Prisma (Baliza): Objeto laranja e branco cujas faces têm normalmente um tamanho de 30 x 30 cm e que indica a localização de um ponto de controle.

- Reambular: Fazer a atualização do mapa com o terreno;

- Rota: Caminho escolhido pelo atleta para chegar aos pontos de controle;

- Sinalética: Descrição da localização exata dos postos de controle indicados pelo mapa.

- Zerador: Atleta que completa o percurso com o menor tempo, vencedor;
 

UNIFORME UTILIZADO NA ORIENTAÇÃO

Vestimenta O mais indicado é o uniforme composto de calça e camiseta de manga longa, confeccionado em material leve que não retenha a água. Os tecidos mais usados são o nylon e o trilobal. Tênis específico para a modalidade com boa aderência ao solo e que tenha sistema de amortecimento do impacto. Podem ser usadas caneleiras confeccionadas em nylon ou tecidos elásticos com proteção na parte anterior.

 
CONCLUSÃO

Em resumo, a Orientação é uma caça ao tesouro, pois "caçamos" saúde junto à natureza, desenvolvendo nosso raciocínio, tendo a liberdade de escolher nossos caminhos criando novos laços de amizades.

- Realização de uma Pista de orientação. Ou procure uma competição em sua região e pratique.
 
 
SÍMBOLOS DOS MAPAS DE ORIENTAÇÃO


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27 de junho de 2010

ECOTURISMO - PRÁTICAS DE MÍNIMO IMPACTO

Mínimo Impacto nas Trilhas

Garanta sua segurança e ajude a conservar a natureza seguindo os oito princípios.

1. Planejamento é Fundamental
  • Entre em contato com a administração do parque para saber todos os requisitos e regulamentos para realizar a trilha.
  • Informe-se sobre as condições climáticas do local.
  • Procure viajar em pequenos grupos.
  • Escolha as atividades de acordo com seu condicionamento físico e seu nível de experiência. Tenha claro que os ambientes naturais oferecem condições não controladas e são dinâmicos podendo oferecer dificuldades e riscos pouco comuns para pessoas pouco preparadas.
  • Caso você não tenha experiência, não se arrisque. Entre em contato com empresas de ecoturismo da região e monitores ambientais.

    2. Você é responsável por sua segurança
    • O resgate em ambientes naturais é complexo e frequentemente os serviços médicos estão distantes, mantenha as informações médicas de cada integrante do grupo sempre à disposição.
    • Em caso de necessidade entre em contato com um funcionário do parque, informe-se se há sinal de celular na trilha, grave o número telefônico que os funcionários do parque fornecer.
    • Aprenda as técnicas básicas de segurança, como primeiros socorros e orientação.
    • Acidentes e agressões à natureza são causados por improvisações, negligência e uso inadequado de equipamentos. Tenha equipamento apropriado para cada situação e saiba utiliza-lo corretamente.
    • Leve os itens essenciais: lanterna, agasalho, capa de chuva, chapéu, um estojo de primeiros socorros, alimento, água, repelente e filtro solar.

    3. Cuide dos locais por onde passa
    • Mantenha-se nas trilhas pré-determinadas. Não utilize atalhos, pois estes favorecem a erosão e a destruição da vegetação.
    • Ao percorrer uma trilha certifique-se que esses locais permaneceram como se ninguém houvesse passado por ali.

    4. Traga seu lixo de volta
    • Se você pode levar uma embalagem cheia pode traze-la vazia na volta.
    • Não enterre o lixo. Animais podem cavar e espalhá-lo.
    • Utilize as instalações sanitárias existentes. Caso a área não disponha, cave um pequeno buraco com quinze centímetros de profundidade longe de qualquer fonte de água, ou áreas de circulação.
    • Traga restos de alimentos, papeis e outros materiais higiênicos de volta.
    • Não use sabão de nenhum tipo nos rios e fontes de água.

    5. Deixe tudo em seu lugar
    • Resista à tentação de levar “lembranças” para casa.
    • Deixe pedras, artefatos, flores, frutos, conchas etc. onde você os encontrou.
    • Tire apenas fotografias.
    • Deixe suas pegadas e leve apenas suas memórias.

    6. Na faça fogueiras
    • Fogueiras matam o solo e a vegetação. Representam um grande risco de incêndios florestais.

    7. Respeite os animais e as plantas
    • Observe os animais à distância e não tente espanta-los ou pega-los. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça, provocando grande estresse.
    • Não alimente animais selvagens.
    • Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.

    8. Seja cortês com outros visitantes e com a população local
    • Caminhe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia com a natureza.
    • Trate os moradores da área com cortesia e respeito. Seja educado e comporte-se com cuidado para não ofende-los. Aproveite para aprender algo sobre os hábitos e a cultura locais.
    • Prefira contratar os serviços locais de hospedagem, monitoria, transporte e outros serviços. Desse modo, você estará colaborando para que os recursos financeiros permaneçam na comunidade.
    • Deixe os animais de estimação em casa.
    • Prefira roupas e equipamentos de cores suaves ou neutras.

    Texto baseado no Programa “Pega Leve” – Mínimo Impacto em Ambientes Naturais.