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5 de dezembro de 2016

A alimentação durante o Trekking


Nosso organismo necessita, e muito, de alguma forma de "combustível" para funcionar e nada mais "alimentar" (com o perdão do trocadilho) que uma boa refeição quando estamos praticando alguma atividade.


Em atividades outdoor, como o trekking, devemos dar a devida atenção à alimentação, pois além de garantir o combustível necessário para aproveitar a atividade ela também garante a nossa saúde. 



Durante uma atividade, podendo ser de menor ou maior dificuldade sempre é importante a hidratação. Água em quantidade e qualidade é importante para nosso rendimento em um Trekking. Digamos no mínimo 2 litros por dia. Faça o seguinte, durante o seu Trekking leve uma garrafa de pet 2L ou cantil e a encha sempre que achar água (potável é claro), uma boa é comprar algumas pastilhas de cloro, que desinfetam a água em poucos minutos. 



Dependendo da extensão do seu trekking seu cardápio poderá variar de algumas frutas e lanches até ter que cozinhar por muitos dias. A regra é: leve o menor peso, mais energético e maior conservação. 




Trekking Leve (1 dia)



  • Frutas: qualquer tipo, cuide para não amassar dentro da mochila - recomendo Bergamota (mexerica),laranja ou kiwi pelas vitaminas, Banana pelo potássio e/ou frutas cristalizadas como figo, ameixa;
  • Chocolates; 
  • Sanduíches: Presunto, queijo ou salame (preparados no dia), não use maionese, requeijão. Opte por margarinas lights ou geleias. O salame tem maior durabilidade; 
  • Barra de Cereais; 
  • Alguma coisa com um pouco de sal, tipo avelã, amendoim ou castanha de caju; 
  • Um pé de moleque é uma boa pedida e junto com uma Bebida isotônica garantem a reposição de sais minerais. 



Faça paradas estratégicas para a alimentação, respeite seus horários, pare na sombra, em um lugar aprazível, descanse o que achar necessário após a refeição.



Evite cardápios exóticos pêlos lugares que passa. Muitas iguarias regionais são um veneno para quem não está acostumado. Assim como frutas silvestres. 




Travessias (2 dias em diante)



Em um Trekking com mais dias adicione a sua mochila: 
  • Frutas: Maçã, laranja; 
  • Leite em pó e café solúvel; 
  • Sopas/macarrão instantâneo; 
  • Patê de fígado ou de frango; 
  • Pão integral ou bisnaguinhas; 
  • Arroz em saquinhos. 



Acondicione em embalagens plásticas e não misture-os. Se possível embrulhe sanduíches e patês em papel alumínio, ele também tem utilidade para outras coisas. 



Durante a noite use e abuse de chás naturais. Cidreira, Camomila, marcela, laranjeira, hortelã, funcho, tudo de graça e muito saudável. Aprenda a identifica-las na sua cidade em uma visita ao jardim botânico ou floricultura. 



Coma em intervalos menores, poucas quantidades e evite alimentação gordurosa ou que só sirva para "tapar buraco", quando estiver com muita fome beba água ou outra bebida, isto ameniza a ação dos ácidos e envia uma mensagem para nosso cérebro que diminui a sensação de fome. 



Nunca é demais lembrar: Não deixe embalagens e alimentos pelos locais que passam, atraem animais, doenças e deixam sua marca (coisa que a natureza não precisa). Embrulhe tudo nas embalagens e traga de volta, no máximo material orgânico poderá enterrado para que a própria natureza recicle-o.


4 de abril de 2012

OS 10 MANDAMENTOS DO ECOTURISTA


1 - Informe-se: Pesquise sobre o lugar antes de sair de casa. Ecoturismo também é aprendizado. Bem informado, você vai poder aproveitar melhor as atrações, além de compreender a importância de plantas e animais.

2 – Programe-se: Levando em conta seus interesses e preparo, escolha entre viajar por conta própria, num pacote de agência ou com guia local. Ao pegar uma trilha, deixe sempre alguém avisado sobre seu destino e hora provável de retorno.

3 – Regras de convivência: Procure harmonizar-se com a natureza. Não faça barulho desnecessário (use fones de ouvido para escutar música), vista roupas de cores sóbrias e evite caminhar em grupos com mais de 10 pessoas.

4 – Os bichos são selvagens: Lembre-se de que você está no mundo instintivo dos animais. Não é seu papel fazer amizade com eles, nem impedir que um predador cace sua comida. Os animais só atacam se forem molestados. Mantenha sempre uma distância segura deles.

5 – Não mude a paisagem: A natureza deve seguir seu curso próprio. Jamais abra clareiras para acampar, nem "ajeite" elementos, como pedras e troncos, para aumentar seu conforto. Se precisar fazer isso por segurança, retorne tudo ao seu lugar em seguida.

6 - O seu lixo é apenas seu: Carregue um saco plástico para retornar à civilização todo o lixo que produzir, inclusive restos de comida e latas. Sempre que for acampar, os dejetos devem ser enterrados a pelo menos 30 metros de fontes, cursos d'água e trilhas.

7 – Preserve os mananciais: A água pura de fontes e riachos é um recurso valioso para quem caminha muito tempo na natureza. Evite contaminá-la com dejetos ou sabões não biodegradáveis. De qualquer forma, leve cloro ou outra substância filtrante.

8 – Não leve nada do lugar: Nunca arranque flores, nem colete conchas, sementes e pedras do caminho. A simples passagem de pessoas por um lugar já acarreta impactos ambientais, provocando erosões na trilha e espantando animais. Não piore isso ainda mais.

9 – Atenção com o fogo: Um incêndio destrói em minutos o que a natureza levou séculos para criar. Por isso, evite fazer fogueiras mesmo quando estiver acampando. Prefira sempre um fogareiro a gás. Se você fuma, muito cuidado com as bitucas de cigarro.

10 – Não banque o engraçadinho: Não se arrisque, nem coloque em perigo a vida de outras pessoas, só para provar que é bom em subir pedras, atravessar rios a nado ou enfrentar animais selvagens. Lembre-se: a maior parte dos acidentes na natureza acontece por imprudência.

3 de fevereiro de 2011

ACESSÓRIOS PARA O TREKKING - ROUPAS



Acessórios, pela própria etimologia da palavra, são objetos que dão melhor acesso para uma determinada atividade ou ação. Ou seja, alguns facilitadores para que seu trekking ou sua grande a viagem sejam mais confortáveis, seguros, hábeis e ideais.

Em acessórios, podemos incluir as roupas utilizadas no trekking nos mais diversos casos: sol, chuva, frio, neve. Os tecidos especiais e fios sintéticos utilizados para melhor proteção e durabilidade são com certeza um avaço no mundo moderno. Calçados e meias também são importantes. Algumas boas marcas que são facilmente encontradas no mercado de aventura.




O que vestir

A roupa deve ser leve, confortável, de fácil absorção da transpiração e, se possível, igualmente fácil evaporação da mesma. Que seja quente no frio, sem muitas camadas de malhas para não dificultar a locomoção e acumular peso na mochila, e fresca no calor.

Difícil, não? Nem tanto. Algumas marcas produzem roupas esportivas que utilizam fios especiais para facilitar a evaporação do suor e ventilação do corpo, como os fios da Coolmax e Supplex (da DuPont) e Gore-tex (da WL Gore). Do mesmo modo, há tecidos desenvolvidos para proteger partes dos corpo que podem ser alvo de raspões e que têm mais atrito, como a Cordura (DuPont) em muitas coberturas de joelhos em calças.

A boa e velha camiseta de algodão, calça jeans, a bailarina de algodão e Lycra (também da DuPont) para as meninas, além das bermudas de sarja constituem um bom vestuário de aventureiro.

Lembre-se também dos casacos de frio, como anoraks (de tecido sintético, fechado, sem zíper ou abotoadura frontal, que se veste passando pela cabeça; serve apenas para evitar o vento) e parkas (agasalho mais longo, aberto, normalmente com zíper; serve para manter o corpo aquecido).


Shell Gear:  um capítulo à parte. Para um abrigo ser classificado como Shell, ele deve ser a prova d'água e vento, além de transpirável, com costuras seladas para garantir essas qualidades. Muitos fabricantes subdividem essa categoria em Technical Shell (para alta montanha) e Rain Wear (verão ou meia estação).


O tecido deve ter fios especiais que o torne, ao mesmo tempo, transpirável e a prova d'água. Isso acontece por meio da aplicação de uma resina que possua microporos, tão pequenos que a água não passe (mesmo sob a pressão de cerca de 2 metros de coluna d'água!) devido a tensão superficial, mas que permita às moléculas de água, em forma de vapor, saírem com relativa facilidade, mantendo o interior da roupa sempre seco.

Isto foi conseguido em 1990, quando a empresa japonesa Unitica e a americana Lowe Alpine System patentearam o Triple Point Ceramic (TPC), uma resina com micro partículas de cerâmica que funcionam como estrutura de resistência e transpirabilidade. Qualquer roupa externa, independente da categoria, possui algumas classificações técnicas. Basta conferir a etiqueta.


Waterproofness: tem de ser impermeável em condições de chuva ou tempestade. Para isso, há testes de resistência à jato d'água, em que ocasionalmente são adicionados ventiladores, para evitar que o fluxo de água seja apenas gravitacional. Se os sensores de umidade espalhados em lugares estratégicos do manequim ficarem molhados, o produto não passa no teste de qualidade. Possuir costuras seladas é outra condição obrigatória.



Windprofness: à prova de vento significa passar por um teste semelhante ao anterior, só que sem água. Nesse caso, as costuras não precisam ser seladas e o tecido não necessita ser resinado.



Shower Resistence: são roupas que resistem a chuviscos, mas não são impermeáveis. Normalmente são também à prova de vento.



Wind Brakers: modelos mais leves.



Obs.: Nos produtos microporosos resinados (TPC) ou com membranas (Gore-Tex) pode acontecer dos poros ficarem entupidos definitivamente se em contato por muito tempo com gorduras (incluindo as do corpo), sprays químicos vários (incluindo repelentes contra insetos) e ação de solventes.

31 de dezembro de 2010

TREKKING EM RIO GRANDE DA SERRA - SP

Represa Billings

Rio Grande é responsável por abastecer 7% de toda água do estado de São Paulo com seus afluentes e nascentes servindo a Represa Billings, sua área territorial tem 45% inseridos na área de bacias hidrográficas.

Capela de Santa Cruz ou Capela de São Sebastião

Erguida em 1611 por tropeiros que traziam sal de Santos para o Planalto. Em 1745 teve anexado a torre com símbolos portugueses, como a Cruz de Cristo dos Templários, ordem religiosa que conduziu as Cruzadas contra os Muçulmanos; o Globo que representava as conquistas portuguesas; a Flor de Lírio na abóbada, símbolo da nação e o Galo, arauto da religiosidade.A imagem de São Sebastião foi esculpida em 1906 por um peregrino desconhecido que após ser acolhido pela família Pandolfi, partiu deixando a imagem do santo padroeiro como forma de gratidão. Na década de 1970 foi tida pelo Condephaat como patrimônio histórico e atualmente encontra-se restaurada.

Estação de trem

Inaugurada em 15 de fevereiro de 1867, a Estação Ferroviária de Rio Grande da Serra foi a segunda a ser construída no Estado de São Paulo. Ao seu lado, em 1887, foi erguido um armazém com telhas provenientes da França.

O armazém da estação, no início do século XX, servia de palco para os melhores bailes carnavalescos da região.

Biquinha Matarazzo

Biquinha do Matarazzo, local onde os tropeiros faziam suas paradas para se abastecerem com água. Atualmente, totalmente fechada e lacrada para controle de qualidade da água. Hoje, os moradores da região vêm buscar a mesma água da biquinha, porém fora da área particular de onde ela se encontra.



Pedreira

Na década de 20 a Prefeitura do Município de São Paulo, ante a necessidade de realizar obras de pavimentação, adquiriu algumas pedreiras a fim de minimizar os custos das obras, já que as pedreiras adquiridas passariam a ser de propriedade da cidade. Uma destas pedreiras foi a de Rio Grande da Serra, adquirida em 1927 quando também deu início às suas atividades.

Localizada próxima aos trilhos da São Paulo Railway, o transporte do material (pedra britada) estaria facilitado, visto que via trem o material chegava ao pátio do Pari, bem próximo ao centro do município. Dois anos mais tarde, a Prefeitura de São Paulo, executou melhorias, substituindo uma antiga ferrovia Decauville, com bitola de 60cm e 5km de extensão, entre a pedreira e a estação ferroviária de Rio Grande da Serra, por um ramal de bitola larga (1,60m), permitindo assim que os vagões da SPR entrassem direto na pedreira, eliminando o transbordo entre trens junto da estação de Rio Grande.

Boa parte da produção de suas pedras serviu para calçar as vias da capital, entre elas a Avenida Paulista.

Em 1931 a Prefeitura de São Paulo firmou convênio com a Ligth & Power para fornecer energia e ampliar o funcionamento da Pedreira. Com isso deu-se início o desenvolvimento da rede elétrica domiciliar de Rio Grande da Serra.

No final da década de 70, a Pedreira encerrou suas atividades. Hoje é considerada a maior da América Latina, formando um paredão de mais de 640 metros de comprimento e 70 metros de altura, muito utilizado para a prática de Rappel e Escalada.

Rapel e Escalada na Pedreira de Rio Grande da Serra

A Pedreira desativada há mais de 30 anos, fica localizada na cidade de Rio Grande da Serra, próxima à Serra do Mar, conta com paredões de 14 a 60 mts de altura, onde podemos praticar o Rapel em várias escalas de altura como varias vias para Escaladas.

Nível de Dificuldade: de Medio a Leve, não se esquecer dos Equipamentos de Segurança, se não tem treinamento especializado, o correto é buscar Instrutores especializados.


O que levar: Capa de Chuva, Repelente, Protetor Solar, Água, Capa tipo Anorak (Nylon) Tênis ou bota de caminhada, Lanche, Lanterna, Pilhas reservas, Máquina Fotográfica, Boné e Remédios de uso pessoal e os materias para o montanhismo.

Bonde da Pedreira

Na década de 30 a vila de moradores junto à pedreira expandiu-se e, para eles, foi disponibilizado um bonde com motor à gasolina para o transporte entre a vila e a estação ferroviária. Nos anos 70 todo o complexo da pedreira foi desativado. O antigo bonde da pedreira durante anos ficou guardado por antigos moradores de Rio Grande da Serra e hoje encontra-se restaurado para apreciação dos moradores e visitantes da cidade.

Igreja Nossa Senhora das Graças

Foi erguida em 1949 pela Prefeitura Municipal de São Paulo em parceria com a comunidade local. As imagens que adornam a igreja foram esculpidas pelos próprios moradores, com pedra maciça retirada da Pedreira. No dia 27 de novembro de cada ano é realizada a tradicional festa da padroeira. Muitos fiéis, como pagamento de promessas, sobem de joelho os mais de 100 degraus da escadaria da Igreja Nossa Senhora das Graças, em função disso a igreja se tornou um ícone do catolicismo regional.


Mina de Grafite

A mina de grafite tem o nome de “Fonte Dotta”, pois localiza-se dentro da propriedade da família Dotta. Além da mina de grafite, a propriedade possui também uma fonte de água mineral que se encontra completamente deteriorada e não tem capacidade para a visitação.







ROTAS DE TRILHAS ECOLÓGICAS PELA REGIÃO:

Cachoeira do Rio das Pedras – 14 Km a partir do Posto Saúde Parque América.

Cachoeira do Rio Vermelho - 8 Km a partir do Parque América.


Trilha da Jean 2 – (1450 metros) Entre a Estrada do Rio Pequeno e o Parque dos Ipês.


Trilha da Jean I – (1450 metros) Entre a UBS Parque América e Final da Av. São Paulo - Sta Tereza.


Trilha das Bromélias II (1.500 m) Parque América até a E.E. Ivete Vargas.


Trilha das Bromélias I (1.000 metros) entre a E. E. Ivete Vargas e a Chácara Guimar.


Trilha da Rebizzi - (4.800 metros) Mirante do Parque América.


Trilha da Pedreira – 1400 metros.


Trilha dos Jipeiros I (3.500 m)– Partindo do Parque América chega-se a Av. São Paulo na Santa Tereza.


Trilha do Tancão - (3.800 m) a partir da Vila Lopes até a Biquinha.


Trilha do Pinheirinho – (2.100 metros) A partir do Parque América.


Trilha das Minas da Grafite (4.800 m a partir da Vila Lopes).


Trilha dos Sete Tubos – (4.800 metros) parte do Bairro do Parque América até as piscinas naturais dos afluentes do Rio Pequeno.






8 de julho de 2010

TREKKING NA SERRA DA BOCAINA - SP/RJ

SERRA DA BOCAINA

Indicado para toda a família, nesta programação, visita-se as cascatas da Bocaina, a Sede do Parque Nacional da Serra da Bocaina e a Cachoeira de Santo Izidro dentro do Parque Nacional, onde podemos curtir a delícia de um banho nas águas cristalinas da cachoeira "cartão postal" da região. Logo a seguir, um delicioso almoço feito em fogão à lenha nos aguarda na Pousada Recanto da Floresta.

Para encerrar o passeio, nada melhor que o fantástico visual da Rampa de Decolagem de Vôo Livre, um verdadeiro show de beleza há 1.700m de altitude. Antes de reservar, é de extrema importância que leia com muita atenção a programação para conhecer com detalhes como será esta aventura na Serra da Bocaina.

Há agencias na região que fazem pacotes que incluem na Programação:

- Transporte em condução a partir São José do Barreiro em todo o roteiro e retorno.

- Visita a Sede do Parque Nacional da Serra da Bocaina.

- Caminhada de 1,5km (ida) até a Cachoeira de Sto Izidro com banho de cachoeira.

- Almoço na Pousada Recanto da Floresta (comida caseira feita em fogão à lenha) as bebidas são à parte.

- Caminhada de 3km visitando as Cascatas da Bocaina.

- Visita a Rampa de Decolagem de Vôo Livre.

- Retorno para São José do Barreiro em condução.

- Seguro Viagem.

- Serviço de Segurança e Condução do grupo por Monitores Especializados.

Grau de Dificuldade: Baixo.

(Programa recomendado para pessoas que desejam relaxar e fazer pequenas caminhadas sem grande esforço. As caminhadas, entretanto não são recomendadas para pessoas obesas ou com problemas de saúde, nestes casos, recomendamos que o participante fique na pousada, pegue um bom livro para ler ou faça pequenos passeios nos arredores.).


Dicas de uma programação:

09:20 - Check-in no escritório da MW Trekking localizado na praça central de São José do Barreiro.

09:30 - Saída para a Serra da Bocaina em condução.

11:00 - Visita a Sede do Parque Nacional da Serra da Bocaina.

11:05 - Caminhada de 1,5km (ida) até a Cachoeira de Sto Izidro (não recomendamos a descida até o poço da Cachoeira de Santo Izidro para pessoas com problemas cardíacos, obesidade ou com problemas de pressão).

14:00 - Almoço na Pousada Recanto da Floresta (comida caseira feita em fogão à lenha).

15:00 - Saída da Pousada (os participantes deverão colaborar no sentido de saírem no horário pois atrasos comprometerão o desenrolar da programação.
15:20 - Caminhada leve de 3km visitando as Cascatas da Bocaina.

17:00 - Visita a Rampa de Decolagem de Vôo Livre.

17:30 - Retorno para São José do Barreiro em condução.

19:00 - Horário previsto de chegada a São José do Barreiro.


Dicas do que levar:

- Toalha de Banho
- Um Blusão para frio e um casaco de tactel para a caminhada.
- Capa de chuva.
- Máquina fotográfica com filme.

- Calça de tactel para caminhar.
- Roupa de banho.
- Repelente de Citronela, Lanterna com pilhas.
- Cantil ou Saco de Hidratação.
- Vitamina C (comprimidos efervescentes), Própolis.
- Tênis ou Bota especial para caminhada já usada anteriormente.
- Protetor solar, mochila pequena de costas tipo escolar.

Observação:
1) Nas caminhadas, levar o que irá precisar como repelente, protetor solar, toalha, máquina fotográfica com filme, roupa de banho, capa de chuva, algo para comer, numa mochila pequena de costas (tipo escolar) e condicionado em sacos plásticos para evitar molhar no caso de chuva (mesmo que a mochila seja impermeável).

2) Estar trajando calça comprida (de preferência tactel) nas caminhadas.

Trilha de São José Barreiro - Serra da Bocaina
--CROQUI PARA RALLY--



Trilha para veículo 4x4 mas se não chover pode tentar com 4x2 e torça para ter sorte...

Vários pontos com visuais lindíssimos e mata nativa da serra.Saída: São José Barreiro
Destino: Bocaina/São José Barreiro
Nível da trilha: Médio
Tempo: 4 horas

--PRATIQUE VOCÊ TAMBÉM!--

4 de julho de 2010

TREKKING EM NATAL - RN

NATAL - RN

Conhecida por Cidade do Sol, Natal é uma terra que desperta paixão pelo aconchego do seu povo e pelas paisagens paradisíacas. São praias, dunas, arrecifes e falésias. É onde se respira o ar mais puro das Américas e é aqui que se encontra o segundo maior parque florestal urbano do país.



Uma das principais maravilhas do litoral nordestino, Natal espera o turista com um dos mais belos litorais de todo o Brasil. Com praias de diferentes características ao longo da costa, a cidade oferece lazer para todos os tipos de visitantes.

A mais movimentada, aconchegante e deslumbrante das suas praias é a Praia de Ponta Negra. Limpeza hurbana e a beleza de sua arquitetura e canteiros ajardinados faz da cidade uma das mais belas cidades do Brasil. No verão, Natal simplesmente ferve com turistas do mundo todo.

A orla marítima central de Natal reúne quatro praias: Areia Preta, Praia dos Artistas, do Meio e do Forte, que podem ser apreciadas do alto da Ladeira do Sol.



Na praia do Forte está a Fortaleza dos Reis Magos, principal monumento histórico-cultural da cidade que parece preservar com suas formas a mansidão do mar, tornando a enseada ideal para o banho.

A mais concorrida, badalada e turística praia potiguar é Ponta Negra, e também o principal point da noite da cidade. Em Ponta Negra está o Morro do Careca, seu principal ícone. Mas não é só a contemplação do morro que atrai os visitantes. Ponta Negra é curtida nas caminhadas pela praia, na observação dos seus costumes e no contato com sua gente.

A Redinha completa o circuito das praias de Natal, onde se pode degustar no tradicional Mercado da Redinha uma irrepreensível tapioca com ginga.



Mas Natal não atrai apenas pelas belezas de suas praias, o Parque das Dunas, o segundo maior parque urbano do país, é um programa que vem sendo progressivamente adotado pelos turistas.



Nele há duas trilhas, pista para caminhadas e várias alternativas de lazer para crianças e adultos.A carne de sol, a paçoca de pilão, o queijo de manteiga, e os pratos feitos a base de frutos do mar compõem o paladar de uma culinária que traduz a criatividade do seu povo. Natal é verdadeiramente uma cidade mágica, que alia o calor humano à rica oferta dos atrativos para encantar uma legião de admiradores.




Histórico:

Natal tem início com a construção do Forte dos Reis Magos. Na margem direita do rio Potengi, existia a Aldeia Velha onde viviam os Potiguares. Atualmente Aldeia Velha é um dos bairros de Natal. O nome desse bairro é Igapó, ligado ao centro da cidade por uma moderna ponte. Natal cresceu muito lentamente, vindo a se desenvolver a partir de 1922, sendo os seus primeiros bairros a Ribeira e a Cidade Alta.

Natal foi fundada em 25 de dezembro de 1599 por Manuel de Mascarenhas Homem, capitão-mor de Pernambuco, onde ali chegou, em 1597, com o objetivo de construir um forte e uma cidade, a fim de assegurar a posse de Portugal, afastando os franceses que comerciavam com os indignas (os índios potiguares).

Natal, durante a II Guerra Mundial, serviu de base aeronaval, com a missão de controlar as comunicações com o continente africano.

Em 1965, foi construída a Barreira do Inferno, a principal base do programa espacial do Brasil.




Principais Atrações Turísticas :



•  Barreira do Inferno (Litoral Sul) A cidade do Natal também é conhecida como "Capital Espacial do Brasil" por abrigar a primeira base de lançamentos de foguetes instalada na América do Sul. Hoje, realiza pesquisas espaciais e recebe visitantes com horário marcado.

•  Centro de Turismo Antiga Casa de Dentenção de Natal, abriga a Galeria de Arte Antiga e Contemporânea, lojas de artesanato e é palco de apresentações folclóricas. Situado a rua Aderbal de Figueiredo, no bairro de Petrópolis.



•  Capitania das Artes Restaurada pela SECTUR, seu prédio reúne a beleza da arquitetura neoclássica, de seu frontão; e amplos vãos livres de arquitetura moderna, de seu interior. Já foi Capitania dos Portos e sede do Governo.



•  Forte dos Reis Magos Construído sobre os recifes e banhado pelo rio Potengi e pelo Oceano Atlâtico, é o marco inicial da história da cidade do Natal. É tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. Praia do Forte.

•  Teatro Alberto Maranhão Teve a sua construção iniciada em 1818 e concluida em 1904. Sua arquitetura neoclássica encontra-se totalmente restaurada. Localizado na praça Augusto Severo, no bairro Ribeira.



•  Praia da Barra de Tabatinga (Litoral Sul) Vale a pena esticar mais um pouco o passeio pelo litoral sul, passar pela praia de Búzios e chegar a Tabatinga para conhecer o Mirante e a lagoa da Arituba. As altas barreiras de pedras fazem a singularidade do lugar.

•  Praia de Muriú (Litoral Norte) Uma das praias mais procuradas pelos veranistas de Natal, Muriú, destaca-se pelo seu vasto coqueiral e pela maciez de suas ondas. No seu cardápio, camarões e lagostas tipo exportação. Acesso pela Estrada de Extremoz.

•  Praia de Genipabu (Litoral Norte) Os passeios de jangada com parada para um mergulho a 3 Km da costa, as emoções dos passeios de bugre nas dunas e a visita a sua lagoa fazem de Genipabu um passeio inesquecível. Acesso pela Estrada da Redinha.



•  Praia de Pirangi (Litoral Sul) Assim como Ponta Negra, Pirangi conta com ótima infra-estrutura turística. Destacam-se a beleza de seus coqueirais, o rio Pirangi e o passeio de barco no baía de Cotovelo. Acesso pela Rota do Sol - Sul.

•  Praia de Ponta Negra (Litoral Sul) Um dos mais conhecidos cartões postais da cidade, Ponta Negra é um capricho da natureza. Nas suas barraquinhas de praia podemos apreciar petiscos como: peixe frito, caranguejo e ostras. O Morro do Careca é sua principal atraçáo natural.



•  Praia da Redinha (Litoral Norte) A praia da Redinha abriga a beleza do encontro das águas do rio Potengi com o mar. Fonte de inspiração de poetas e escritores, de sua margem avista-se o Forte dos Reis Magos e os bairros de Santos Reis e Petrópolis. Acesso pela ponte de Igapó .



•  Via Costeira Ao lado esquerdo da Via, fica o Centro de Convenções e 9 km de dunas preservadas em plena cidade. Ao lado direito, concentram-se, a beira-mar, hotéis com arquiteturas arrojadas. Acessos pela praia de Areia Preta ou pela Estrada de Ponta Negra.



Para receber a visita de turistas do mundo inteiro, Natal vem juntamente com os empresários, governo do estado e do município, oferencendo incentivos para a formação da infra-estrutura turística, gerando o aparecimento de hotéis de boa qualidade, pousadas, restaurantes e vendendo potencial turístico de Natal nas grandes capitais brasileiras e no exterior.
A sua rede hoteleira oferece ao visitante as opções de desfrutarem de diversas localizações de hotéis, sendo no entanto, mais valorizados aqueles que estão à beira mar, pois unem o turista, a uma paisagem belíssima que, certamente, só será encontrada nesta região.


Natal é famosa pelas suas lindas praias, pontos turísticos, lagoas, dunas, ótimo clima e ar puro. As praias mais famosas são Genipabu, onde você pode desfrutar de inesquecíveis passeios de bugues pelas suas lindas dunas, Pirangi onde se encontra o grande cajueiro, Pipa entre outras.



Mas Natal não tem só praias e conta com uma ótima culinária Nordestina, artistas populares e uma hospitalidade única no mundo.

Reportagem: Marcelo Russo



--AVENTURE-SE VOCÊ TAMBÉM!--

1 de julho de 2010

TREKKING EM TRIUNFO - PE

TRIUNFO - PE




População: 15.135 habitantes
Área: 192 km2
Distância do Recife: 402 km
Acessos: BR-365 e BR-232
(via Serra talhada).




História:
 
O município de Triunfo foi fundado pela Lei Provincial nº 930 de 02 de junho de 1870, sob a denominação de Baixa Verde, e estava vinculada à comarca de Vila Bela. A 13 de junho de 1884, Baixa Verde foi elevada à categoria de cidade.
 
O nome de Triunfo, originou-se de uma luta entre a família dos Campos Velhos, da cidade de Flores, e os habitantes da povoação de Baixa Verde. Estes queriam o progresso da cidade e criaram uma feira. Com isso, os Campos Velhos não ficaram satisfeitos, tentando acabar com ela diversas vezes. Os habitantes de Baixa Verde lutarem pela sua independência e conseguiram. Dessa vitória surgiu o nome Triunfo.

Administrativamente, o município é formado pelos distritos sede, Canaã e Iraguassu. Anualmente, Triunfo comemora sua emancipação política no dia 13 de junho. A padroeira da cidade é Nossa Senhora das Dores.

 
Economia:
 
Triunfo tem uma forte potencialidade para o turismo devido ao clima ameno, que é devido à altitude da cidade: Triunfo encontra-se a 1004 metros acima do nível do mar.

O período em que a cidade recebe mais turistas é durante o inverno, quando milhares de pessoas vão em busca das atrações culturais do Circuito do Frio, um dos maiores eventos do Estado, e durante a Festa dos Estudantes.

Para receber esses visitantes, o município dispõe de um setor hoteleiro e gastronômico em crescimento. Localizado no Sertão do Pajeú, Triunfo tem também como atividade econômica a Agroindústria, com maior potencialidade.
 
Tiunfo está localizada na Região de Desenvolvimento do Pajeú, no Sertão Pernambucano. Com uma área de 8.689 km², a região abrange cerca de 9% do território estadual e é composta por 17 municípios: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Mirandiba, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Belmonte, São José do Egito, Serra Talhada, Solidão, Tabira, Triunfo e Tuparetama.

 
Turismo:

Em meio ao sertão pernambucano está Triunfo, considerado o oásis da região. Com um açude no centro e localizado entre serras, a cidade tem um clima agradável, com máxima de 28ºC no verão, e no inverno chegando a registrar 5ºC, à noite.

O Cine Teatro Guarany (foto) é o cartão postal da cidade e fica logo na entrada de Triunfo. Construído em 1919, o prédio passou anos desativado e agora foi totalmente restaurado pelo governo estadual. Agora, conta com novos camarins, galeria de acesso aos banheiros públicos e teve a sala de projeção completamente reformada. Tratamento acústico e um moderno sistema de iluminação cênica também foram implantados.O roteiro cultural da cidade não pára por aí.

O visitante pode conhecer o Museu do Cangaço, fundado em 1975, dono de um rico acervo com mais de 500 peças doadas por pessoas que fizeram parte da história de Lampião. Lá, também pode-se ver objetos que compunham antigos engenhos de Triunfo. Com tantas potencialidades para o turismo e com um clima perfeito, Triunfo não poderia estar fora do Circuito do Frio. Nessa época, a cidade realiza sua tradicional Festa do Estudante, quando recebe milhares de turistas que aproveitam a hospitalidade da população e a estrutura de pousadas e hospedarias. Os visitantes também aproveitam a estada para saborear as rapaduras produzidas nos engenhos.

O roteiro ecológico de Triunfo é um dos mais ricos do Estado. Com um carro apropriado, vai-se a lugares inesquecíveis, como serras e cachoeiras. Pode-se escalar o ponto mais alto do Estado de Pernambuco, o Pico do Papagaio, 1200 m acima do nível do mar, um mirante natural que permite a visão das cidades de Afogados da Ingazeira e Flores. Belas paisagens também podem ser admiradas do Mirante Belverde e do Cruzeiro do Alto da Boa Vista. O município oferece ainda boas opções de banho na Cachoeira do Grito, com cindo quedas. Já a Cachoeira do Brocotó tem quedas fortes e não são indicadas para o banho, mas possui bicas perfeitas e de fácil acesso.

Outro destaque turístico e cultural da cidade é o Carnaval, quando a população sai às ruas vestida com os trajes típicos dos tradicionais Caretas estalando seus chicotes no ar. Durante a folia, acontece um concurso para eleger o Careta mais bem caracterizado.

Localizada no sertão do Pajeú 450 km de distância do Recife, e está a 1.260 metros acima do nível do mar, cuminando com o Pico do Papagaio, o ponto mais alto de Pernambuco, de onde se avistam várias cidades e o belo Vale do Pajeú, tanto cantado por Luis Gonzaga.

 
Triunfo é um dos mais importantes pólos eco turísticos do Estado, com atrações que oferecem um pouco de tudo a seus visitantes. A cidade destaca-se pelo seu clima,“o clima de montanhas”, e também conhecida como “O Oásis do Sertão”.

Triunfo é cheia de antigas construções, casarios singelos, onde está instalado o Museu do Cangaço, num prédio erguido em 1893, conventos seculares e belas edificações como o Cine-teatro Guarani, construído em 1919, que tem grande influência na paisagem da cidade ao lado do belo Açude, dando um toque bucólico a cidade.

Varias trilhas ecológicas levam a cachoeira do Pingas, aos engenhos de rapadura, a casas de farinha, a mirantes e furnas, tudo isso, em pleno vale do Pajeú, o lugar que Lampião estava sempre visitando, por isso, um Museu foi dedicado ao Cangaço, que a Empetur chama de : A Rota do Cangaço.

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