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1 de janeiro de 2018

A história do Escotismo no Brasil

A primeira notícia sobre o Escotismo no Brasil, foi publicada em 1 de dezembro de 1909. Em 2018 alcançou 120.901 membros da União dos Escoteiros do Brasil em 1.604 Unidades Escoteiras Locais.

História

A primeira notícia sobre o Escotismo publicada, no Brasil, foi do dia 1 de dezembro de 1909, no número 13 da revista Ilustração Brasileira, editada no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e com circulação nacional. A reportagem tinha o título: Scouts e a Arte de Scutar; ocupava três páginas e apresentava sete fotografias. A matéria fora preparada na Inglaterra pelo 1º Tenente da Marinha de Guerra Eduardo Henrique Weaver, onde se encontrava a serviço. 

Teve, assim, a oportunidade de presenciar o nascimento do Movimento Escoteiro – Scouting for Boys, criado em 1907 pelo General Inglês Baden-Powell. Na época, juntamente com o Tenente Weaver, encontrava-se na Inglaterra numeroso contingente de Oficiais e Praças da Marinha — preparava-se para guarnecer os novos navios da esquadra brasileira em construção. Um grupo de suboficiais entusiasmou-se com o revolucionário método de educação complementar. Entre eles estava o Suboficial Amélio Azevedo Marques que fez seu filho Aurélio ingressar em um dos Grupos Escoteiros locais. 

Assim, o jovem Aurélio Azevedo Marques foi o primeiro escoteiro brasileiro. Quando da vinda para o Brasil, os militares trouxeram consigo uniformes escoteiros ingleses, no valor de trinta libras esterlinas. O Encouraçado Minas Gerais, navio onde estava embarcada a maioria dos militares interessados em trazer para o Brasil o Movimento Escoteiro, chegou ao Rio de Janeiro em 17 de abril de 1910. No dia 14 de junho do mesmo ano, na casa número 13 da Rua do Chichorro no Catumbi, Rio de Janeiro, reuniram-se, formalmente, todos interessados pelo escotismo e embarcados nos navios que haviam chegado ao Brasil. Naquele local foi oficialmente fundado o Centro de Boys Scouts do Brasil. O evento foi informado aos jornais, os quais publicaram a carta recebida da Comissão Diretora.

A correspondência enviada começava nos seguintes termos: "À imprensa desta capital, brilhante e poderoso fator de progresso, campeã de todas as idéias nobres, vem o Centro de Boys Scouts do Brasil, solicitar o auxílio de sua boa vontade, o esteio de que necessita para que em todos os lares brasileiros penetre o conhecimento do quanto à Pátria pode ser útil a instrução dos Boys Scouts".

Espalhou-se pelo país, sendo adotado inclusive como proposta educativa governamental. Com o tempo, foi se modificando, em alguns aspectos se adaptando às mudanças da sociedade, por exemplo, passando a aceitar garotas em seus quadros e ampliando a faixa de atendimento para jovens na idade de sete aos 21 anos.

No país, existem duas associações escoteiras: a União dos Escoteiros do Brasil, UEB, fundada em 1924, como resultado da união de diversas associações escoteiras existentes na época (daí o nome "União dos Escoteiros") e filiada à Organização Mundial do Movimento Escoteiro. A União dos Escoteiros do Brasil adota uma organização vertical, definindo parâmetros de ação para as Unidades Locais (Grupos Escoteiros e Seções Autônomas) associadas, através de um programa único, visando maior coesão entre todos os membros.

 

Modalidade do Mar no Brasil

A Modalidade do Mar no Brasil não foi diferente das de outras nacionalidades, as práticas de atividades náuticas, as sedes escoteiras dentro de Clubis Navais, as tropas mantidas pela Marinha ou com Chefes que eram marinheiros, os ambientes aquáticos para atividades constantes eram comuns desde 1910, porém não foram organizados como modalidade, semelhante ao ocorrido na Inglaterra, inicialmente.

Em 1910, no Encouraçado Minas Gerais, chegavam ao Brasil oficiais da Marinhade Guerra, que traziam os primeiros manuais escoteiros (em inglês), uniformes e os primeiros escoteiros brasileiros, filhos de alguns desses sub oficiais (estes que haviam feito suas promessas na Inglaterra). Dentre os suboficiais, destaca-se Amélio de Azevedo Marques, que junto com os demais marinheiros foi o introdutor do Escotismo no Brasil. Estes marinheiros assim que chegaram no Rio de Janeiro abriram uma tropa escoteira no bairro do Catumbi, próximo do sambódromo de hoje, na Rua do Chichorro número 13 (existe na fachada da casa uma placa alusiva à fundação deste grupo, hoje extinto).

Em 1938, adquiriam os Escoteiros do Mar a sua primeira Base Naval própria localizada no Porto de Maria Angu. Em Setembro de 1941, a Modalidade foi anexa à União dos Escoteiros do Brasil. Hoje a Modalidade abrange grande parte do território nacional.

 

Modalidades do Escotismo no Brasil

As modalidades do escotismo, no Brasil, são constituídas de três formas existentes que são a básica, a Modalidade do Mar, a Modalidade do Ar e uma quarta, que caiu em desuso a Modalidade Ferroviária. São adotadas pelos grupos escoteiros de forma a guiar as atividades dos grupos e formação dos seus membros, entretanto o grupo quanto assume uma modalidade não fica restrita a essa e nem é impedida de realizar as atividades típicas das demais modalidades.[3]

Modalidade Básica

A Modalidade Básica, caracterizada pelo escoteiro típico, sendo a modalidade com o maior número de integrantes, apresenta grande flexibilidade de atividades e com formação geralmente mais voltada para a atividade excursionista, campismo e montanhismo.

Os acampamentos exigem inúmeras técnicas escoteiras, dentre elas a que se destaca é a pioneira, uma forma de suprir a necessidade de móveis e como um modo de proteção, normalmente constituídas por troncos de madeira e unidas através de amarras.

Modalidade do Mar

O que caracteriza o Escotismo Modalidade do Mar é que eles realizam suas atividades preferencialmente na água, onde quer que exista água em quantidade e profundidade suficientes para que uma embarcação possa navegar, seja ela de que tipo for. Sendo assim podem existir Escoteiros do Mar, seja esta água de mar, de rio, lago, lagoa ou pantanal. Procurando desenvolver nos jovens o gosto pela vida no mar, pelas artes e técnicas marinheiras, pela navegação à vela e a motor, pelas viagens e transportes marítimos, pela pesca, pelo estudo da oceanografia, pela exploração e pelos esportes náuticos, incentivando o culto das tradições da marinha. A gama de atividades que podem ser realizadas é enorme, indo da tradicional navegação a remo até mergulho ou windsurf.

Modalidade do Ar

O Escotismo Modalidade do Ar procura desenvolver nos jovens, além dos valores da Modalidade Básica, o gosto pelo aeromodelismo, aeroplanos, pelos problemas de aeroportos, aeronavegação, aeropropulsão, pelo pára-quedismo e pelos esportes aéreos, pelo estudo da meteorologia e da cosmografia, pelo mundo aeroespacial e pela cosmonáutica, incentivando o culto das tradições da aeronáutica do país. As ênfases educativas das Modalidades do Ar e Mar, são apenas desenvolvidas nos Ramos Escoteiro e Ramo Sênior.

Modalidade Ferroviária (extinta, caiu em desuso)

O Escotismo Ferroviário surgiu no Brasil, na década de 1920-1930. Previa-se a instalação de Grupos Escoteiros nas estações de trem, urbanas ou suburbanas.

Alguns grupos foram abertos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, nos ramais da Estrada de Ferro Central do Brasil. Ao que parece, tiveram vida curta, com exceção do RJ/GE Alcindo Guanabara (antes nomeado Grupo Light, por ser patrocinado por aquela empresa de energia elétrica do Rio). Esse GE existiu no período de 1926 (mais ou menos) até a década de 90.

Um dos seus expoentes era o Chefe Gabriel Skinner, Tapir de Prata, e de grande atuação no escotismo nacional nas décadas de 1930-40.

 

Organização

Os jovens são divididos conforme a faixa etária em vários ramos ou secções. Cada ramo possui um programa de desenvolvimento e de atividades apropriados à idade e ao desenvolvimento mental, intelectual, espiritual, físico e social do jovem.

A Seção é a unidade do Movimento Escoteiro, que congrega membros do mesmo Ramo:

Ramo Lobinho: para meninos e meninas de 7 a 10 anos, admitindo-se com idade menor (até 6 anos e meio) se estiver alfabetizado. Seção: Alcateia (pode ser mista ou não). São chamados de Lobinhos, divididos em Matilhas (grupos de quatro a seis Lobinhos). Trabalha-se a fantasia, utilizando como fundo de cena a História do Livro do Jângal (Mogli, o menino lobo);

Ramo Escoteiro: para rapazes e moças de 11 a 14 anos. Seção: Tropa de Escoteiros, Tropa de Escoteiras ou Tropa Escoteira Mista. São os Escoteiros, divididos em Patrulhas (grupos de seis a oito Escoteiros). Trabalha-se a aventura, através da vida ao ar livre;

Ramo Sênior: para rapazes e moças de 15 a 17 anos. Seção: Tropa Sênior, Tropa Guia ou Tropa Sênior Mista. São os Seniores e Guias, divididos em Patrulhas (grupos de quatro a seis Seniores e/ou Guias). Trabalha-se com o desafio aos limites, tanto físico, quanto intelectual, social e espiritual;

Ramo Pioneiro: para rapazes e moças de 18 a 20 anos. Seção: Clã Pioneiro. São os Pioneiros e Pioneiras, que se organizam em Equipes de Interesse, com quantidade variável de jovens. Tem como objetivo trabalhar o serviço ao próximo, como forma de melhorar a sociedade em que vivemos.

Os adultos com 21 anos ou mais participam de diversas formas. Podem ser Escotistas, que coordenam as atividades com os jovens; na U.E.B., Dirigentes Institucionais, que dirigem os Grupos Escoteiros e Regiões Escoteiras (estaduais); ou ainda Dirigentes de Formação, que se ocupam da orientação e formação de outros adultos.

Os ramos são os mesmos aplicados pela U.E.B. e sugeridos pela AEBP. As Unidades Locais Associadas à AEBP são livres para definir os parâmetros dos ramos, podendo adaptá-los para o programa utilizado. Existem, por exemplo, Grupos Escoteiros onde o Clã Pioneiro congrega membros com idades entre 18 e 26 anos.


Conjuntura

O escotismo brasileiro é formado por mais de uma instituição: a União dos Escoteiros do Brasil (UEB), A UEB é a única associação de escoteiros brasileiros filiada à Organização Mundial do Movimento Escoteiro.

Sua organização no Brasil é dividida em escritórios regionais distribuídos por diversos estados da federação, com alguns poucos profissionais remunerados para administrar 45 mil voluntários distribuídos por unidades locais de atuação: os Grupos Escoteiros e as Seções Autônomas. Nestas Unidades Locais, através dos voluntários, é que se colocam em prática os programas educacionais para jovens.


11 de abril de 2013

CLIPARTES ESCOTEIROS - MULHERES ESCOTEIRAS


17 de dezembro de 2012

JOGOS - Corrida de Costas às Costas

TIPO: Ativo

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Forma-se os participantes em duplas, um de costas para o outro e com os braços entrelaçados. Um vai de frente e o outro de ré até determinado ponto, para, no retorno, a situação se inverter.

OBSERVAÇÕES: É importante que esse jogo não seja confundido com uma "corrida com mochilas", isto é, um carregue o outro nas costas. Não que a "corrida de mochilas" não deva ser aplicado, mas o que interessa no nosso caso é a disciplina de cada um no acerto dos compassos de caminhada.

Esse jogo é ótimo para se avaliar a disciplina da Seção.

SUGESTÕES: Não colocar muitos obstáculos nesse jogo, pois ele exige uma habilidade maior do que se pensa para se vencer do que se aparenta para quem assiste.

Esse jogo não depende do preparo dos seus participantes, mas da sua disciplina e do estado afetivo da Seção.

JOGOS - Corrida de Carrinho de Mão

TIPO: Ativo

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Põe-se os participantes em duplas, um apoiando-se no chão com as mãos e o outro sustentando-o pelos pés à guisa de um carrinho de mão. Na metade do percurso os papéis são invertidos.

OBSERVAÇÕES: Esse jogo é um bom indicativo do preparo físico da Seção.

O condutor do jogo deve estar atento para evitar que alguém curve a espinha para baixo, excessivamente.

SUGESTÕES: Para Seniores e Escoteiros mais velhos, colocar alguns obstáculos a serem venci- dos.

Um erro que deve ser evitado é deixar os fracos (e as meninas, nas Seções Mistas) não fazerem o papel do carrinho "por não aguentarem". Entretanto, é bom que o organizador esteja atento a discrepâncias de porte físico muito acentuadas para cada dupla.

Uma variação dessa corrida é fazer com que os participantes pareçam-se mais ainda com carrinhos de mão: os "carrinhos" devem andar com os abdômens para cima.

JOGOS - Corrida de Caranguejos

TIPO: Ativo

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Todos com as plantas das mãos e dos pés no chão, correm de costas como os caranguejos.

OBSERVAÇÕES: Esse jogo é um bom indicativo do preparo físico da Seção.

SUGESTÕES: Recomenda-se, à medida que o preparo físico da Seção for aumentando, aplicar esse jogo com obstáculos que deverão ser superados de costas.

Para Escoteiros do Mar, um trecho desse jogo poderá ser na água, onde cada um fará o nado de costas.

JOGOS - Corrida de Cadeiras

TIPO: Ativo

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Formam-se grupos de três pessoas. Dois entrelaçam os braços segurando o próprio braço esquerdo com a própria mão direita e o braço direito do companheiro com a mão esquerda, formando-se três quadrados onde o terceiro vai sentado encima. Num determinado ponto, trocam-se as posições até que todos tenham prestado o mesmo grau de esforço.

OBSERVAÇÕES: Apesar do jogo ser simples, as Seções com muitos neófitos vão encontrar dificuldades em fazê-lo, pois exige-se um pouco de disciplina e companheirismo para tal.

SUGESTÕES: Para Seniores e Escoteiros mais velhos, colocar alguns obstáculos a serem venci- dos.
Um erro que deve ser evitado é deixar os fracos (e as meninas, nas Seções Mistas) não carregarem "por não aguentarem". Entretanto, é bom que o organizador esteja atento a discrepâncias de porte físico muito acentuadas para cada trio.

Nesse jogo, não é o mais forte que ganha, e sim o que melhor se entrosa num tra- balho de equipe.

JOGOS - Corrida das Pedras

TIPO: Revezamento

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Cada equipe possui duas folhas de papelão que farão o papel das "pedras" para a travessia de um "pântano", que será um lugar previamente demarcado com duas linhas paralelas. Cada um deve cumprir a travessia e retornar, pulando de uma folha para a outra e recolhendo a que ficou atrás, lançando-a para frente, sem pisar no "pântano".

OBSERVAÇÕES: O que pode dar um gosto especial a esse jogo é a história a ser contada antes. Do tipo "depois do pântano há uma bruxa que lançará um desafio, e se todos o cum- prirem, a vila onde moramos será salva", ou coisa semelhante.

MATERIAIS: Duas folhas de papelão para cada equipe (Patrulha ou Matilha). Esses podem ser substituídos por folhas de jornal (desapropriado para dias chuvosos ou ventosos ou pneus velhos (para Seniores).

SUGESTÕES: Para animar esse jogo, uma etapa pode ser cumprida por cada um antes do retorno, como um nó, um artigo da lei etc. A etapa pode ser a mesma para todos ou variar para cada um, precisando disso de uma elaborada relação do que cada um falta cumprir, usando o Mapa de Etapas para isso.

5 de dezembro de 2012

JOGOS - Corrida das Mulas

TIPO: Revezamento

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Saem de cada equipe duas pessoas: uma será a "mula", carregando o outro, o "cavaleiro", às costas, indo até ao ponto de chegada. Lá, a "mula" fica e o "cavaleiro" volta para a equipe para se tornar a "mula" do companheiro da fila, e o ciclo se repete.

OBSERVAÇÕES: Esse jogo possui uma regra um tanto difícil de ser passada, principalmente para os jovens mais estouvados que querem o jogo antes mesmo de conhecer as regras. Um grande erro que se comete é permitir que "somente os mais fortes devam car- regar e os mais fracos serem carregados": isso elimina o aspecto de desafio ao crescimento físico que esperamos dos jovens.

Um outro erro, também comum, é o de simplificar as regras em função da confu- são criada (uma hora um é a "mula", noutra é o "cavaleiro"). Da mesma forma que eliminaríamos os desafio físico no erro anterior, nesse caso eliminaríamos o desafio intelectual.

SUGESTÕES: É muito importante observar os jovens no decorrer do jogo que, para não se senti- rem desanimados em função de um companheiro mais lerdo ou fraco.

28 de novembro de 2012

JOGOS - Corrida das Lagartas

TIPO: Ativo

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Forma-se uma fila em que cada um coloca as mãos no calcanhar de quem está na frente. Ninguém se ajoelha. O da frente tem as mãos e os pés no chão.

OBSERVAÇÕES: Esse jogo exige preparo físico e agilidade, porém é muito divertido.

SUGESTÕES: Esse jogo fica animado para equipes numerosas. Para Seniores, a corrida deve possuir alguns obstáculos. Excelente para exibições em Reuniões do Conselho de Pais e outras demonstrações, pois mesmo não exigindo-se muito preparo, de- monstra como os Escoteiros conseguem realizar tarefas difíceis com ânimo e boa vontade.

JOGOS - Corrida da Dona Minhoca

TIPO: Ativo

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Cada equipe forma uma fila, pondo-se um ao lado do outro de mãos dadas e pra- tica-se um "slalom" (corrida em uma trilha tortuosa cheia de obstáculos que não podem ser encostados) entre os demais companheiros. Ganha a equipe que fizer o menor tempo sem esbarrar nos demais.

OBSERVAÇÕES: Esse jogo é disputado sempre com uma equipe de cada vez, enquanto os compo- nentes das outras devem ficar estáticos, sem provocar os esbarrões.
Deve ser aplicado somente em Seções onde a disciplina seja bem entendida e aplicada.

Esse jogo é bom para avaliar a disciplina geral da turma, uma vez que os que estão parados podem muito bem ser os provocadores dos acidentes que tiram o ponto dos que estão na disputa.

SUGESTÃO: É importante que somente os membros que estavam disputando digam se esbarra- ram nos companheiros ou não. Depois, num momento mais solene, a Lealdade de todos será avaliada pelos próprios participantes.

JOGOS - Corrida da Bruxa

TIPO: Ativo Geral

APLICAÇÃO: Lobinhos, Escoteiros, Seniores e Pioneiros

REGRA: Partem todos os participantes como "caranguejos" (correndo de costas com as plantas dos pés e das mãos no chão) até um determinado ponto, onde passam a correr como "cachorrinhos" (de frente de quatro no chão) até outro ponto, donde passam a disputar como "sacis" (correndo com um pé só) até um ponto final onde correm como gente (normalmente).

OBSERVAÇÕES: Esse jogo excita bastante a imaginação e exercita aos Escotistas que "não têm jeito para contar histórias". Basta explicar que a bruxa transformava-os enquanto corriam!

SUGESTÃO: Esse jogo é muito divertido, e pode ser usado para vencimento de etapas aos Lo- binhos, de acordo com o percurso que derem ao "saci". Com um pouco mais de imaginação, pode ser colocado algumas criaturas a mais para justificar a colocação de um Pula-Carniça, a aplicação de um nó etc.

Aplicando esse jogo a outros Ramos, acrescentar dificuldades progressivas. Um Escoteiro pode se transformar em jacaré para rastejar no chão e um Senior numa aranha para descer uma árvore aplicando o "rapel".