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1 de agosto de 2011

ORGULHO DE PORTAR UM LENÇO ESCOTEIRO NO DIA 01 DE AGOSTO DIA DO LENÇO ESCOTEIRO

Por Raoni Pinheiro,

O Dia do Lenço Escoteiro, data este que foi criada para lembrar a todos os escoteiros o dia que foi oficialmente aberto o primeiro acampamento na Ilha de Brownsea. Que marcou o nascimento do movimento escoteiro.

O Lenço tem varias histórias de seus primordes, muitos falam que até meados de 1915 não fazia parte do uniforme escoteiro, e só a parti dali que teve seu marco simbolico do uniforme e da vida do Escoteiro.

O que importa saber é que o Lenço é a marca registrada de um escoteiro, mais não porque todos que são escoteiros usam um, mais sim que ele ‘simboliza’ a Promessa e Lei escoteira, quando ingressas no movimento, juras é feita para seguir os ditames do movimento e com isso lhe autoriza empunhar um lenço.

Mais é sábio lembrar que um escoteiro não é feito de um lenço e sim de atitudes que esse lenço representa, de seguir plenamente, moralmente e acima de tudo de coração a Promessa e Lei Escoteira, ser um escoteiro não só nos dias de reuniões ou atividades e sim, ser escoteiro no dia-a-dia.

Foi um dos motivos primarios desse dia 01 de agosto usarmos um ‘Lenço Escoteiro’ no nosso cotidiano, para que possamos relbrar que não sou só um escoteiro de final de semana e sim levo essa vida escoteira comigo sempre!

Para comemorar esse dia alguns escoteiros foram trabalhar com o lenço no pescoço e aqui vai um pedacinho de alguns deles!

PARABENS e meu Sempre Alerta!

Vanessa Almeida 13º/DF - G.E. Ave Branca: Brasília
Foto no trabalho Stefanini IT Solution - DF

Cesar Wild - 04°/SC - G.E. Príncipe de Joinville - Membro da Banda Rataplan
Foto no trabalho - Rádio 89FM - Joinville/SC

Raoni Pinheiro - 02°/PB G.E. 5 de Novembro
Foto no Escritório de Advocacia
Veja mais fotos dos escoteiros de todo o mundo no dia do Lenço Escoteiro AQUI!

31 de julho de 2011

DIA DO LENÇO ESCOTEIRO - 01 DE AGOSTO

Nos do Scout Trek, convidamos todos os Lobinhos, Escoteiros, Escoteiras, Sêniores, Guias, Pioneiros, Pioneiras, Escotistas e todos os escoteiros que estão afastados amis que ainda tem um vinculo com o movimento e tem seu lenço escoteiro guardado, para participar do " DIA DO LENÇO ESCOTEIRO".

Como participar?
No dia 01 de Agosto, todos usem seus lenços escoteiros no dia a dia, mostrando para todo mundo o seu orgulho em ser escoteiro e levar consigo o lenço escoteiro,  a idéia é que no seu cotidiano, mosttrar a todos, do colégio, curso, trabalho repartição, que eles saibem que por trais daquela pessoa tem um escoteiro de coração!

Será uma forma de celebrar o primeiro acampamento na Ilha de Brownsea, que foi realizado entre 1 e 9 de agosto de 1907, mas connhecido como o dia do Amanhecer Escoteiro.

Para registrar isso, tirem uma foto com o lenço no seu dia-a-dia no perfil de suas redes sóciais e fale que hojé faz parte do dia do Lenço Escoteiro! ou querendo envie a foto para o email (raonipinheiro_adv@hotmail.com) que no dia 02 sera postado todas as fotos no grupo do facebook!

19 de maio de 2011

O LENÇO ESCOTEIRO

O lenço escoteiro é um pedaço de tecido de forma triangular, parte fundamental do uniforme de todas as organizações escoteiras ao redor do mundo. A peça foi adotada pelo fundador do movimento escoteiro Robert Baden-Powell por ter dimensões muito próximas as de ataduras triangulares muito usadas em primeiros socorros.

O lenço no escotismo - Usado geralmente em cerimônias, o lenço é enrolado, colocado ao redor do pescoço e então preso com um anel. Cada organização escoteira tem liberdade para definir as cores e o emblema de seu lenço. É uma tradição em acampamentos e eventos ao redor do mundo trocar lenços com outros escoteiros, sendo que alguns chegam a formar verdadeiras coleções.

No Brasil o lenço escoteiro deve ter catetos medindo de 60 a 90cm, sendo os grupos escoteiros responsáveis por suas cores e emblema.

Todas as unidades estaduais e a unidade nacional da UEB possuem lenços próprios. O lenço nacional, usado em cerimônias e eventos internacionais, é azul e tem por emblema o cruzeiro do sul bordado em branco.

Em Portugal o lenço varia conforme a associação, no Corpo Nacional de Escutas existem apenas cinco lenço diferentes a nível nacional, consoante a secção em que o elemento se encontra: amarelo debruado a branco nos lobitos (6-10 anos), verde debruado a branco nos exploradores (10-14 anos), azul debruado a branco nos pioneiros (14-18 anos), vermelho debruado a branco nos caminheiros (18-23 anos) e verde escuro para os dirigentes. A fraternidade do CNE usa um lenço castanho. Na Associação dos Escoteiros de Portugal, cada grupo é responsável pelo próprio lenço, não havendo conduto lenços para os níveis regionais ou nacionais, exceptuando-se os dirigentes da chefia nacional que utilizam um lenço azul escuro.

O Lenço de Giwell é um dos mais antigos lenços escoteiros do mundo, adquirido ao se completar as etapas da insígnia de madeira (curso treinamento de chefes escoteiros).

PENSAMENTOS DE BP: O lenço Escoteiro
Eu tive uma questão proposta a mim sobre a relação entre a boa ação e o nó do lenço escoteiro. Minha idéia era que o Escoteiro, pela manhã, deveria fazer um nó extra em seu lenço ou deixá-lo por fora de seu colete até que tenha feito a boa ação do dia, quando então poderia voltar ao uso ordinário do lenço por dentro do colete ou com um nó simples nele. Por essas estúpidas palavras da minha parte algumas impressões confusas surgiram no estrangeiro, mas penso que não importou muito – as boas ações eram realizadas todas do mesmo jeito. Outubro de 1913

30 de setembro de 2010

SP - 243° GRUPO ESCOTEIRO TIBIRIÇÁ



HISTÓRIA DO GRUPO

As sementes do GE Tibiriçá começaram a ser selecionadas nas reuniões de chefia que aconteciam aos sábados à noite, em diversas lanchonetes de São Bernardo do Campo. Lá basicamente se fazia o programa de reunião para o Domingo e discutia-se sobre o desenvolvimento dos elementos da tropa escoteira do GE Caoquira.

Participavam, Laércio, Jaime, Gaúcho e Horácio. Obviamente, após terminado o programa, discutia-se outros assuntos comuns aos jovens daquela época.

Gaúcho – Cláudio Manoel dos Santos - foi lobinho lá nos pampas, e como a vida tem muitas voltas deixou o Sul e veio vindo até chegar a São Paulo. Foi morar em São Caetano na casa de uma chefe do GE São Francisco, obviamente foi convidado a participar do grupo, mas foi extraditado rapidamente para o GE Caoquira, onde foi morar em SBC na casa do Horácio de 1977 a 1979.

Laércio da Costa Miranda, brasileiro filho de português, gosta ainda de contar piadas do seus ancestrais, ingressou no ramos escoteiro, e era muito teórico, depois como sênior passou a ser chamado na escola como "Indião" e deixou de ser teórico.

Jaime Leme Loghi, ingressou como escoteiro, mostrou-se sempre ponderado e participativo em todas as atividades.

Horácio Humberto Palleres, foi o primeiro lobinho do GE Caoquira, coincidentemente a sua irmã Maria Cristina Palleres foi a primeira Akelá, e no GE Tibiriçá também inaugurou a Alcatéia.

Laércio, Jaime e Horácio, eram da mesma patrulha sênior "Caçadores de Esmeralda", que alias fora da dupla de seniores Celso Correia Neves e Renato Moura, que alias já tinha sido do sênior Gilberto Correia Neves entre outros. Ou seja uma patrulha de tradição dentro do GE Caoquira.

Nos tempos de seniores – sem esquecer dos sênior Adauto, Flaviomir e in memoriam Miura e Pio Luís Fernando Sparvoli ambos no grande fogo de conselho – fizeram grandes e pequenas coisas porém, muitas atividades. Lembrar algumas como o Camporeé do Sul. Participação do 1º acampamento da Confederação das Bandeirantes de SBC, e da excursão ( de carona) à Foz do Iguaçú. Nesta última , só participaram os seniores Jaime, Laércio e Horácio, foram 22 dias de muita briga e muita união.

Luís Fernando juntamente com seu cunhado Pio Marcos Teixeira, e outros elementos do GE Almirante Barroso, formaram o GE Palmas na cidade de Palmas em Tocantins. Com a partida do Luís, as coisas esfriaram um pouco.

Em todos os GE sempre, infelizmente, há problema de entendimento entre os adultos, e isto causou o afastamento dos chefes Jaime, Laércio, Gaúcho e Horácio do GE Caoquira.

O motim já estava sendo planejado, sabiam que perderiam o navio, porém já deslumbravam um novo navio para desbravar novos mares.

Hoje são todos irmãos escoteiros. Pode se dizer que foi aquele filho que saiu de casa para morar sozinho, depois convida os pais para almoçar ou vai almoçar lá.

Na semana seguinte havia um vazio em todos eles.

Isso foi quebrado pôr um convite do GE Itapu, - antigo Missão Católica – em SCS. Um grupo enfraquecido pôr problemas internos ( ou seja de adultos), que tinha um chefe de tropa e outro de tropa sênior. A alcatéia estava bem. Numa reunião apareceram 4 "CLANdestinos" chefes que estagiaram durante 6 meses com o objetivo de estruturar o sistema de patrulhas e orientar os novatos chefes.

Com o GE Itapu, participam do acampamento demonstrativo na cidade de Batatais, SP, 1º Baitatá, fizeram palestras para os seniores para motivá-los a continuar na jornada, visando o clã pioneiro, lá conheceram vários chefes, entre eles o subchefe de grupo do GE Araquara, o chefe Galera, que acompanhava o seu grupo e participava da parte de enfermaria do campo. Outra palestra abordada já com o futuro Mestre PI foi sobre drogas e sexo.

Wladerley A. Galera, araraquarense, na época tinha suas atividades profissionais numa clinica em Rudge Ramos e num hospital próximo a SBC. Laércio com sua diplomacia, foi conquistando afim de ajudar a organizar o futuro clã. Galera vinha uma vez por mês nas incontáveis reuniões do futuro clã, antes que o GE Tibiriçá fosse fundado o Galera morava em SBC junto com o Gaúcho, no período de 1979 a 1980, numa casa alugada próximo ao Distrito, obviamente esta casa ficou sendo local de reuniões sociais, políticas e estudantis do clã. Nesse tempo já tínhamos o Marsura vindo do GE Guaianazes.

O barco estava saindo do papel, estão terminaram o estágio, e foram para o estaleiro. Afinal continuar sendo chefe não era o objetivo.

As reuniões continuavam sendo feitas nas lanchonetes, desta vez não de chefes, e sim de amotinados, ou "Clandestinos".

A idéia principal era montar um grupo escoteiro. Apoiados no POR, tinham que constituir uma comissão executiva, e uma seção. Porque a primeira seção não ser um CLÃ?????.

O nome do grupo, tinha que ser um nome indígena, pois no distrito de SBC todos os GE tinham nome indígena, GE Caoquira, GE I Juca Pirama e GE Guianazes, portanto TIBIRIÇÁ era um bom nome, cacique das terras de SBC, na época de João Ramalho o fundador de Santo André da Borda do Campo.

Villas Boas, para o nome do clã, foi uma homenagem aos irmão sertanistas, pôr sua dedicação com os indígenas brasileiros. E o Clã se espelharia nisso, dialogariam com outros indígenas, alias outros GE, assim fortaleceríamos o espirito de BP entre todos.

Numa dessas reuniões noturnas, realizada desta vez na lanchonete Well’s do aeroporto Congonhas, encontram na cor do guardanapo a cor para o lenço do futuro grupo escoteiro. Retiraram um exemplar do mesmo, e levaram para Dona Lúcia Teixeira.

Dona Lúcia, mãe do Pio Marcos Teixeira, que era considerada como uma madrinha para o Clã, contou de uma reunião feita na casa dela, na qual foram feitos os primeiros esboços sobre o símbolo do Clã ou do grupo, até que apareceu o guardanapo, ai houve a definição da flor de lis do GE Tibiriçá. Dona Lúcia deve ter dado a sugestão do friso na borda do lenço, considerando esta boa sugestão, um toque feminino nas reuniões machistas. Também conta que na noite anterior do primeiro uso oficial do lenço, ela foi buscar os lenços, juntamente com a Dona Alzira Galo – mãe do Pio Aírton Cézar Gallo, na bordadeira-costureira, porém como o friso não estava de acordo, ela descosturou os frisos, e pregou-os na borda mesmo.

A incumbência de passar a limpo o desenho da flor de lis, ficou para o Pio Jaime. Naquela ocasião ele estudava "design". Utilizando-se de um compasso, uma régua, um lápis e uma borracha para aqueles que ..... se faz a flor de lis de linhas retas que ora parece uma espada, ora parece uma flecha mas sempre tem um alvo, e sempre está correndo para esse alvo. Nota, com qualquer raio (do compas) se faz a flor de lis. Quem gostar ainda, vire a flor de lis e verá alguém de braços aberto te chamando.

Outro trabalho foi obter autorização junto ao distrito, pois os futuros membros eram dissidentes do GE Caoquira, o que poderia ser traduzido como fogo de palha, algo passageiro.

Numa reunião, onde participava o futuro Mestre Pi Galera, para obter autorização distrital estava presente o coordenador regional para a área do ABC, chefe Aparecido, que conhecia o trabalho do Galera junto ao GE Araraquara e também os outros membros juvenis, convenceu os demais membros da comissão executiva distrital a dar um voto de confiança no futuro clã. Nessa reunião Galera se comprometeu a desenvolver os demais ramos num prazos máximo de um ano. Os rapazes aguardavam a decisão na parte debaixo do distrito e vibraram com o resultado, comemorando a moda deles.

Para a comissão executiva do grupo houve inúmeras reuniões. Foram convidados vários pais que participaram no GE Caoquira e estavam afastados. Muitos já tinham outros compromissos e não puderam acompanhar o futuro grupo.

Sr. Ermínio Vazzola , in memoriam, foi o primeiro presidente do grupo, solicitou ir de uniforme escoteiro para participar do grande fogo de conselho junto a BP. Também emprestou uma das salas da auto-escola para ser uma sede provisória. Seus filhos foram escoteiros e a sua filha e esposa estavam no movimento das Bandeirantes.

Sr. Renato Cheidde, foi o chefe de grupo do GE Tibiriçá, mas as raízes vinham do tempo que era chefe de tropa do GE Guaianazes, ele era conhecido pelo Pio Durval Marsura, outro futuro pioneiro que também foi chefe de tropa do GE Guainazes. O irmão do Sr. Renato emprestou as dependência de uma casa na rua Índico n.º 104, para ser a uma sede provisória do clã, ali foi realizado um grande baile, com a presença das irmãs Bandeirantes, ou melhor das Guias.

Marsura ingressou no movimento como escoteiro depois que viu um acampamento demonstrativo, aqueles que tradicionalmente se realizava no dia 20 de Agosto.

Outros que participaram da comissão com grande prazer foram Sr. Yukimitsu Nishioka, Paulão como todos o conheciam. Sr. San Miguel Palleres, (pai do Pio Horácio, da Akelá Cristina e da Baloo Laura), Sr. Getulio Gallo, (pai dos Pios Airton e Marcia) e Sr. João Miguel Germano o lobinho, como todos o conheciam nem tanto pelo seu porte físico, mas pela serenidade, sinceridade e pelo amor que o rodeava.

O onorável chefe Paulão, foi chefe de grupo do GE Caoquira, entre os diversos cargos que ocupou. Conta que na sua juventude, em Suzano, tinha vontade de participar de um GE local, porém problemas alheios à vontade não ingressou no movimento. E esperou até seus filhos terem a idade de lobinho, aí a família toda mergulhou no escotismo, os lobos, Paulo e Cácio, e a assistente de Akelá Dona Vanda, ótima conselheira para as chefas mais jovens. Depois por incompatibilidade do horário das reuniões com a atividade comercial, e os lobos tornaram-se sêniores, houve um afastamento, retornando quando foi convidado pelo GE Tibiriçá. Relembra da reunião quando foi apresentado o guardanapo, para ser o lenço do grupo.

Germano, o lobinho, tinha o filho Jorge na alcatéia, a esposa e a filha Jorgete nas Bandeirantes, mas Germano era presença garantida nos acantonamentos da Alcatéia, e principalmente na parte ecumênica de um campo ou nas conversas após fogo de conselho com os sêniores. Quando foi convidado para participar da abertura de um novo grupo, achava-se afastado do movimento, porém abraçou aqueles que tinham sido os sêniores de tantas noites acampadas.

No dia 19 de maio de 1979, com a presença de várias autoridades do ramo escoteiro, foi renovada a promessa pelo chefe Aparecido do Sr. Vazzola presidente do grupo, e este renovou a promessa do Sr. Renato, que a seguir renovou a promessa do Mestre Galera. Esta solenidade marcou oficialmente a data da fundação do GE Tibiriçá.


Participaram deste Pequeno Histórico:

Dona Lúcia, Galera, Gaúcho, Germano, Horácio, Jaime, Laércio, Marsura, Paulão e Teixeira.

Texto retirado do antigo site do grupo.

O Cacique Tibiriçá

A nação Tupi se dividia em várias tribos. Tibiriçá, Caiubi e Tamandiba eram os chefes de algumas delas. A sua aproximação com os portugueses teve sem dúvida a participação de João Ramalho que acabou se unindo a Bartira, filha do cacique Tibiriçá. Os índios eram parceiros de negócios com o colono. Eles ajudavam a conseguir frutos, peixes, peles, que seriam levados ao litoral e trocados por outras mercadorias.

A chegada dos jesuítas, que se posicionaram em favor dos índios, contra a escravidão, despertou grande simpatia entre estes chefes que de tudo fizeram para ajudá-los nesta missão. O primeiro barracão que viria a servir de colégio foi levantado por eles. Também transferiram suas tribos e vieram morar nos arredores de São Paulo para a segurança da nova aldeia. Sua participação foi decisiva para repelir o ataque de tribos inimigas ao povoado. Os registros dão conta de que Tibiriçá, Bartira e Caiubi foram considerados como grandes cristãos, o que encorajou bastante o trabalho missionário dos jesuítas.


ENDEREÇO DO GRUPO:

Av. Senador Vergueiro, n° 3051
Rudge Ramos - São Bernardo dos Campos - SP

E-mail: rogerio_sb@yahoo.com.br
Site: www.getibirica.com.br

27 de setembro de 2010

SP - 185° GRUPO ESCOTEIRO BACURY



SUA HISTÓRIA:

O Grupo Escoteiro Bacury foi criado em 1993 por moradores de Alphaville preocupados com o futuro dos jovens da comunidade. A principio ele nasceu de uma associação – O PROJOVEM, que foi criado por estes mesmos moradores com a finalidade de proporcionar aos jovens uma educação complementar, comportamental e de civismo, estando eles divididos por faixas etárias convenientes.
A partir desta idéia resolveu-se procurar a União dos Escoteiros do Brasil e juntamente com o chefe Percival Leite Britto convocar a comunidade de Alphaville para assistir a uma palestra sobre escotismo.
 
Esta palestra aconteceu em marco de 1993 e foi o ponto de partida para os fundadores: Heloisa Amarantes Mandes, Mario Dalla, Miriam Dalla, Gil Xandó, Julio Michelli Roufo, Chefe Percival Leite Britto, Marina Faragó, Maria Alice Carneiro e Julio Carneiro e em 07/08/1993 se instalaram no Alphaville Tênis Clube. Em 1994 se instalaram no colégio Fernão Gaivota e mais tarde no corpo de bombeiros. Em 1995 transferiram se para a ACM, onde permenaceram até 1998.

Após muita dedicação o grupo conseguiu concluir a construção de sua própria sede em 1999, situada na entrada do Parque Ecológico do Tamboré, 3000.

 
Datas Significativas
 
1993 - 1994
 
Dia 2 de outubro de 1993 – Fundação do Grupo Escoteiro Bacury.
Neste dia foi fundado o GE 185o que iniciou as suas atividades no ATC clube de Alphaville , iniciando uma grande jornada.
 
Dia 13 a 15 de novembro de 1993 – IX ADIP – CEMUCAN.
Acampamento Distrital de Patrulhas. O primeiro grande acampamento fora de casa, a patrulha TIGRE ficou em 1o lugar em seu sub-campo e em 3o lugar no acampamento.
Dia 8 a 13 de janeiro de 1994 – AIP – Barretos.
Acampamento Internacional de Patrulhas. GE Bacury junto com o GE Tuidara – Osasco estiveram lá, muita alegria e novas amizades.

Dia 20 a 22 de maio de 1994 – ACAIDIGS – São Bernardo do Campo.
Acampamento Inter-Distrital de Guias e Sêniores, um grande acampamento que a recém –formada Tropa Sênior teve que enfrentar.

Dia 2 a 3 de julho de 1994 – II ARTE – Base Aérea de Santos – Guarujá.
Grande conquista da tropa escoteira, a bandeirola de eficiência, onde todos tiveram que completar as provas necessárias.

Dia 20 de agosto de 1994 – Caminhada a cachoeirinha do Tamboré.
Com muito esforço, lobinhos e lobinhas, escoteiros e escoteiras, os chefes e Aquelas, conseguiram chegar, a pé, e desfrutar de um delicioso banho de cachoeira e experimentar o delicioso cachorro-quente dos Seniores.

Dia 24 a 25 de setembro de 1994 – IV TORA – CTA – São Bernardo do Campo.
Torneio Regional de Aeromodelismo, no Centro de Técnico Aeroespacial, onde o Bacury voou de avião, de papel, voltou de bumerangue e sumiu de pipa, tudo isto sobre a sombra de um avião Búfalo da FAB (Força Aérea Brasileira).

Dia 1 de outubro de 1994 – 1o Aniversário do GE Bacury.
PARABÉNS por uma ano de lutas e conquistas. O evento foi realizado no Clube da Sadia, com a presença do Padre Danilo.


1995 - 1996

Dia 22 de abril de 1995 – O Grande Jogo – Tatuí.
Em comemoração ao dia do Escoteiro o GE Bacury esteve participando do Grande Jogo realizado pelo GE Tatuí.
Dia 29, 30 de abril e 1 de maio de 1995 – PETAR – Vale do Ribeira.
CAVERNAS, e mais cavernas, este acampamento de grupo foi realizado no Parque Ecológico, onde tem a mais alta boca de caverna do Brasil.
 
Dia 1 a 10 de agosto de 1995 – 18o Jamboree Mundial – Holanda.
Não é que estivemos lá? Mesmo com apenas um representante do Grupo, pudemos participar de um dos maiores eventos escoteiros do mundo.

Dia 18 a 20 de agosto de 1995 – XVI ELO Nacional – Pinhalzinho.
O grupo esteve lá festejando os 50 anos da ONU (Organização das Nações Unidas).

Dia 16 a 17 de setembro de 1995 – Assembléia Regional – Atibaia.
“Novos Rumos para o Escotismo do Estado” foi o tema desta assembléia.

Dia 30 de setembro e 1 de outubro de 1995 – 2o Aniversário do GE Bacury.<
SAUDAÇÕES ESCOTEIRAS, Parabéns por mais um ano....


Fevereiro de 1996 - Jamboree Nacional do Chile
Ao serem convidados para este evento o GE Bacury se juntou com o GE Tuidara e enfrentaram 18hs de ônibus para chegar em Porto Alegre onde encontraram a delegação Brasileira. No dia seguinte pegam o ônibus de novo, só que desta vez enfrentam 54hs atravessando O Brasil, Argentina e finalmente O Chile para um hiper acampamento regado a muito pó.

Dia 30 de março de 1996 - visita a Paranapiacaba.
Grande volta ao passado, o grupo seguiu de trem ate a estação de Paranapiacaba para visitar o Museu do Trem.

Dia 27 a 29 de setembro de 1996 – 3o aniversário do GE Bacury.
FESTA, super acampamento de Grupo festejando o 3o aniversário do grupo, tinha até escoteiros pendurados por cordas.


1997 - 1998

Dia 14 a 16 de março de 1997- ELO Operação África – Pinhalzinho.
Acampamento em Pinhalzinho, mais uma edição do ELO Nacional.

Dia 01 a 04 de maio de 1997 – Brotas.
Super acampamento de Grupo onde todos participaram de uma incrível corrida de bóiacros e rafting.

Dia 23 de agosto de 1997 - Fazendo Arte no MAM – São Paulo
Excursão ao Parque do Ibirapuera para uma atividade regional de incentivo a arte.

Dia 6 a 8 de março de 1998 - Acantonamento ACM – Alphaville
Os Senhores e as Guias fazendo uma integração social com G.E. Pinhalzinho em sua sede.
 
Dia 18 a 21de abril de 1998 - Acampamento em Brotas - SP
Acampamento dos sonhos, o Grupo estava novamente em Brotas, só que desta vez eles pularam cachoeira a baixo, num super canowing de 30m.
 
 
ENDEREÇO DO GRUPO:
 
Parque Ecologico do Tambore
Via Parque,1600 Alphaville
Email: gebacury@bacury.org
Site: www.bacury.org/index.html
Atividades aos sábados das 09:30 às 12:30hs.


26 de setembro de 2010

SP - 134° GRUPO ESCOTEIRO JAGUARY - Bragança Paulista


SUA HISTÓRIA:

O Grupo Escoteiro Jaguary (134/SP) é uma associação civil, de direito privado, administrado por pessoas voluntárias. É independente, apartidária, apolítica e sem fins lucrativos. É reconhecido como entidade de Utilidade Pública Municipal pela lei 2.817 de 28/09/1994. As atividades praticadas pelo grupo são de caráter educativo não formal, destinadas a crianças e jovens na faixa etária de 7 a 21 anos, objetivando o desenvolvimento em diversos aspectos como físico, afetivo, social, intelectual, espiritual e especialmente o caráter.


O NOME

O nome JAGUARY foi sugerido por José Carlos Corrêa Korte, um dos fundadores do grupo, na reunião do dia 1 de julho de 1983. Foi uma homenagem ao Rio Jaguary, nome do principal rio da região e fundamental para a formação da Bacia do Piracicaba, sua nascente localiza-se entre as cidades de Monte Verde e Camanducaia no estado de Minas Gerais. O Rio Jaguary também fornece água para o Sistema Cantareira que fornece água para a região metropolitana de São Paulo, também é um dos cinco melhores rios do Brasil para a prática do rafting. Jaguary na língua indígena Tupi quer dizer Rio das Onças (Jaguar = Onça, Y = Rio).
 
 
O LOGOTIPO

No dia 14 de dezembro de 1983, foi realizado um concurso para definir o logotipo do grupo, o qual seria também usado na bandeira do grupo. Vários escoteiros e pais dos jovens participaram no concurso. O desenho ganhador foi feito pelo escoteiro Eli Aparecido Cardoso. Este logotipo foi utilizado até 1994, quando foi realizado um novo concurso. Desta vez o desenho ganhador foi feito pelo escotista José Marcelo de Loyola. Este logotipo apresenta uma flor-de-lis estilizada, é utilizado pelo grupo até os dias de hoje.


O LENÇO

O Lenço Escoteiro é a peça mais importante do uniforme. Ele representa o grupo e seu compromisso com o escotismo. O lenço do Grupo Escoteiro Jaguary (134/SP) foi criado em agosto de 1983., após várias sugestões foi aprovado a sugestão do jovem Eli Aparecido Cardoso. O lenço possui a cor central o verde representa as matas. Duas fitas nas cores amarela e o vermelha. A vermelha representa a cor do sangue de luta. A amarela representa o ouro.

 
ENDEREÇO DO GRUPO:
 
Parque de Exposições
Rua Dr. Fernando Costa, s/n
Posto de Monta - Bairro Penha
Próximo ao Corpo de Bombeiros
Bragança Paulista - SP
Email: Presidente do Grupo - queiroz.luis@terra.com.br

As atividades são realizadas aos sábados das 14:00hs às 17:00hs.

24 de setembro de 2010

SP - 66° GRUPO ESCOTEIRO AMIZADE



SUA HISTÓRIA:

A História do nosso grupo começa bem antes de sua fundação em 24 de setembro de 1967.
 
O Padre Edi Antônio Inácio, dentro de suas funções sacerdotais no Conventinho, era diretor de um grupo vocacional de jovens. O Frater Vicente Brígido, que já havia participado do 18º GE em Brusque - SC, como chefe de grupo e de tropa e que, devido aos seus estudos, havia sido transferido para Taubaté onde cursava o 3º ano de Teologia.
 
Ele achou que este grupo de adolescentes poderia se tornar um Grupo Escoteiro e deste sairiam os que poderiam ser padres pela própria vocação. Consultando os integrantes do clube de jovens o Fráter Vicente expõe sobre o escotismo em traços gerais, sendo que todos aderiram à idéia, chegando à conclusão de que a parte humana era idônea e que seria uma ótima oportunidade de se abrir um Grupo Escoteiro.
 
Foi então que em 02 de março de 1967, o Fráter Vicente Brígido envia um ofício ao Comissário Regional de São Paulo, informando-o de seu desejo de abrir um Grupo Escoteiro em Taubaté, pedindo então a autorização provisória (conforme as regras 10-15 e VI “e” do P.O.R. da época), para iniciar a prática do Escotismo em Taubaté, na vila São Geraldo.
 
Em 15 de junho 1967 foi concedida pelo 84º Distrito - São José dos Campos, a autorização provisória para iniciar um Grupo Escoteiro no Convento Sagrado Coração de Jesus, “Conventinho”, com endereço Rua Nova Tremembé s/nº, Vila São Geraldo, Taubaté-SP, sob a direção do Frater Vicente Brígido.
 
No dia 27 de setembro de 1967, após a fundação oficial do GEA, o Frater Vicente Brígido envia outra carta ao Comissário Regional esclarecendo que por motivos adversos, não foi possível a realização das primeiras promessas no começo do mês, mas que havia lido a autorização provisória e constatado que a mesma findava no dia 15 de setembro. Como não queriam pedir prorrogação, as promessas foram marcadas para o dia 17, o que não foi possível novamente.
 
O nome do Grupo foi escolhido por votação entre os escoteiros e “Amizade” venceu por unanimidade.
 
O Grupo Escoteiro AMIZADE, foi fundado mesmo em 24 de Setembro de 1967 às 09h47min, quando seus primeiros elementos juvenis fizeram suas promessas.
 
Na ocasião houve missa campal celebrada pelo Padre e Chefe Edi Antônio Inácio, comunhão geral e demais presentes, escoteiros, pais, paraninfos e familiares. Após a Santa Missa houve um café de confraternização entre todos os presentes. Num bosque de eucaliptos, onde haviam sido construídos no dia anterior 5 fogões e mesas, após o café, as patrulhas começaram a preparar o almoço.
 
Com música escoteira o tempo todo correu o dia em clima de grande cooperação e entusiasmo.
 
Oficialmente foi realizada a promessa de 21 elementos, sendo 9 lobinhos, 8 escoteiros juniores e apenas um sênior no dia 24 de setembro de 1967, na mesma data 3 chefes fizeram seu compromisso de acordo com o P.O.R. Seguem alguns dos nomes encontrados nos arquivos de documentos:
 
Lobinhos:
Antônio Luís Xavier dos Santos;Judas Tadeu da Gouveiam;Marcos Caçador; Pedro Henrique Vasconcelos;
  • Sebastião M. M. Machado. 
    Escoteiros:
    • Adilson R. M. de Castro;
    • Antônio Arcas;
    • Antônio Marcos Ferreira;
    • Francisco M. de Castro;
    • Humberto Consoli N.;
    • João Batista de Oliveira;
    • Jorge Alberto Ferreira;  
    • José C. Martins.







  • Sênior: 
    • Jair Luiz de Paula (1ª promessa)
     
    Os fundadores do nosso Grupo foram: Padre Edi Antônio Inácio os fráteres Vicente Brígido, Cláudio João Weber, José Carlos Veloso e Antônio Vagner da Silva, todos do Conventinho e alguns pais.
     
    Na fundação do grupo as diretrizes iniciais, que tinham caráter predominante religioso, foram todas idealizadas e divulgadas pelo chefe Vicente Brígido.
     
    O jornal local “A Tribuna” publicava em 02 de novembro a fundação do Grupo Escoteiro Amizade em Taubaté.
     
    A Diretoria Nacional da União dos Escoteiros do Brasil, de conformidade com os seus estatutos e regulamento técnico, concede ao nosso grupo Certificado de Reconhecimento, em 04 de dezembro de 1968, recebendo o numeral 66/SP.
     
    Apenas no dia 11 de maio de 1968, às 20h45min, no salão de festas do Convento Sagrado Coração de Jesus, realiza-se a sessão solene de instalação do GEA, presidida pelo Sr. Peter Nadas, comissário do Distrito 84º UEB. Nosso primeiro chefe de grupo foi o Sr. Cláudio Weber que chamou as autoridades presentes para compor a mesa e ao final pediu aos membros da novel diretoria para que tomasse posse a 1ª Comissão Executiva do Grupo AMIZADE os quais fizeram a Promessa Escoteira.
    • Segue a formação da 1º Comissão Executiva do GEA:
    • Chefe de Grupo: Cláudio João Weber
    • Presidente: Félix Vieira Varejão
    • Diretor de Finanças: José Francisco Guedes
    • Diretor Secretário: Altino Fonseca
    • Tesoureiro: Sebastião Ferreira Rodrigues
    • Dir. Relações Públicas: José Luiz da Silva
      Fazendo uso da palavra o chefe de grupo Cláudio Weber enalteceu o trabalho do Frater Antônio Wagner da Silva e das senhoritas Geralda Maria de Oliveira e Helena Ferreira da Silva.
       
      Foi um início difícil cheio de problemas e dificuldades, pois o Grupo não tinha sede, material e equipamentos específicos para as atividades escoteiras. Em todas as reuniões surgiam idéias (ofícios a políticos, doações, confecção de flâmulas, rifas, bailes, etc.) para angariar fundos para o Grupo.
       
      As atividades eram feitas no horário das 08h30min às 11h00min aos domingos, na Avenida Francisco Barreto Leme, 550, Taubaté-SP (Conventinho) onde ficamos por 14 anos (1967 - 1981).
       
      O Sr. João de Moraes Machado, nesta época era instrutor cívico do Grupo, conseguiu em caráter de empréstimo com um benfeitor, a quantia de NCr$200,00 (duzentos cruzeiros novos) com a finalidade de adquirir instrumentos musicais destinados à fanfarra do grupo.

      • Década de 70:
        Em 1970 a cidade de Taubaté ganha um monumento do Rotary club de Taubaté, construído na Av. Marechal Deodoro: O “Monumento à Bandeira”, A administração do monumento foi entregue ao G.E. AMIZADE pelo Rotary naquele mesmo ano, como prova da responsabilidade e competência de tal movimento.

        Na assembléia de 21 de setembro de 1970, foi tratado do projeto em tramitação na Câmara Municipal de Taubaté, da autoria do vereador Vicente Fonseca Lima, que reconheceria o GEA como de utilidade pública. O Grupo Escoteiro Amizade foi considerado de “Utilidade Pública” pela Lei Municipal nº1. 240 de 20/10/1970.
         
        Em meados de 1970 até 1971 tivemos a publicação do boletim bimestral chamado “O Pica Pau”. Foram 5 edições mimeografadas (responsável: Antônio Wagner da Silva; organização e datilografia: Antônio Arcas; desenhos: Jair Luiz de Paula).
         
        Em meados de 1971, a comissão Executiva Regional aprova a bandeira do GEA. O desenho da Bandeira: Bandeira azul cobalto (90x135 cm) sendo a cor da amizade e a cor da cidade, com duas faixas brancas neve (10 cm) na transversal oblíquas simbolizando a paz, flor de lis oficial (35 cm), que é o símbolo do escotismo, sobreposta com uma corrente em amarelo ouro (20 cm de raio) que é o símbolo da amizade e união, escrito acima G.E.A. e em baixo TAUBATÉ em branco neve (10 cm).
         
        A partir de março de 1974 as atividades escoteiras passaram a ser efetuadas na chácara do Conventinho. Até então do convento só se utilizava o salão de reuniões e as atividades ao ar livre eram sempre feitas em chácaras e quintais de pessoas amigas situadas nas redondezas ou em acampamentos.


        ENDEREÇO DO GRUPO:

        Rua Kenzo Kajita, 272 – Parque Mauá
        Taubaté – SP

        CEP 12062-240
        TELEFONE: +55 12 - 36227084
        Site: http://www.geamizade.org.br/
         
        As atividades acontecem regularmente aos sábados, das 14:30h às 17:30h.

    SP - 196° GRUPO ESCOTEIRO I JUCA PIRAMA



    HISTÓRIA DO NOME "I JUCA PIRAMA"

    "I JUCA PIRAMA" é o título de um dos poemas de Gonçalves Dias, sendo o nome uma expressão indígena que quer dizer: "AQUELE QUE VAI MORRER". O poema conta a história de um índio da Tribo Tupi, que é feito prisioneiro pelos Timbiras, que já tinham conseguido dominar toda a região.

    Preparam-se os Timbiras para sacrificar o prisioneiro, as mulheres raspando seus cabelos e pintando o corpo com as cores da morte. Todos sabem que os Tupis são valentes e preparam-se para o ritual do sacrifício daquele jovem, com muito entusiasmo, que só sentiam quando conseguiam aprisionar um índio valente. Mas, heis que o valente Tupi tem lágrimas nos olhos!!!! É convidado a cantar seu canto de morte, no qual deve falar de seus feitos de guerreiro. O jovem chora e fala que é o único protetor de seu pai, já velho e cego, que espera em uma clareira na floresta.

    O cacique do Timbiras julga-o covarde, com medo da morte e não deseja matar um covarde, soltado-o. Manda-o embora sem acreditar numa só palavra que ele diz. O Tupi parte mas jura voltar. Chegando aonde o pai está o pai, este percebe que ele foi preparado para ser sacrificado pelos Timbiras. Partem em direção à taba inimiga. O Cacique dos Timbiras diz ao velho que ele tem um filho covarde, que chora diante a morte e o velho amaldiçoa o filho. Depois de recitar sua longa maldição, o velho cego ouve o grito de alarme, pelo qual os tupis iniciavam a guerra e o filho, apanhando as armas, enfrenta toda a tribo Timbira.

    Depois de muita luta, "Aquele que vai morrer" ("I JUCA PIRAMA"), ouve a voz do cacique do Timbiras, que lhe pede para cessar a guerra, porque ele é um valente e deve ser sacrificado conforme os rituais Timbiras O pai cego chora de alegria, porque seu filho não é um covarde!



    HISTÓRIA DO GRUPO:

    A idéia de fundação de um Grupo Escoteiro dentro do Instituto Metodista de Ensino Superior em Rudge Ramos - São Bernardo do Campo, iniciou-se em 10/07/1970, quando um grupo de pessoas da faculdade de teologia da Igreja Metodista de Rudge Ramos e alguns Escotistas de São Bernardo do Campo, reuniram-se e decidiram fundar um novo Grupo Escoteiro.

    Em 11/07/1970, em outra reunião, foi escolhido o nome do grupo: "I JUCA PIRAMA", devido ao seu forte significado de "BRAVURA" na língua tupi. Logo a seguir foi escolhida a cor do lenço, que seria "laranja com listras azuis, silhueta de um índio e escrito o nome I JUCA PIRAMA".

    Em 30/10/1970 a Comissão executiva do Grupo recebe o ofício do então Reitor da Faculdade de Teologia do Instituto Metodista de Ensino Superior.


    ENDEREÇO DO GRUPO:

    Estamos no Campos na Universidade Metodista de São Paulo
    Rua do Sacramento nº 230
    Bairro Rudge Ramos
    São Bernardo do Campo - SP
    Reuniões todos os sábados das 14:30 as 17:00 hs.

    Site: www.geijuca.blogspot.com

    23 de setembro de 2010

    SP - 59° GRUPO ESCOTEIRO AIMORES



    SUA HISTÓRIA:

    Tudo começou em setembro de 1947 quando, o então professor Lourival Rodrigues fundou, na Escola “Sinhá Junqueira” da Vila Tibério, um Grupo Escoteiro denominado 134º/SP Grupo Escoteiro “AIMORÉS”. Naquela época, existiam cinco grupos escoteiros em Ribeirão Preto, cada um vinculado a uma escola estadual. Porém, com o passar dos anos, esses grupos foram encerrando suas atividades, ficando apenas o Aimorés em atividade. O Prof. Lourival teve o apoio de muitos professores para que o projeto obtivesse êxito. Graças a esses educadores, o Grupo Escoteiro chegou a contar com mais de 300 elementos em sua fase áurea.
     
    Sabe-se que, após o Prof. Lourival ser transferido para outra escola para assumir o cargo de professor titular, o único G.E. que permaneceu ativo até 1974, foi o G.E. “Aimorés” da Escola “Sinhá Junqueira”.

    Para manter viva a chama do Movimento Escoteiro em Ribeirão Preto o destino colocou frente a frente os senhores Lourival Rodrigues e José Benedito Campos Leite (pessoas estas a quem muito devemos), pois foi graças ao idealismo desses senhores que temos, hoje, a honra de pertencer ao G. E. “Aimorés”.

    Com a transferência do Chefe Lourival para outra escola, ficou à frente do G.E. “Aimorés”, o Chefe José Benedito Campos Leite, idealizador das cores e lenço e responsável por grande parte da história do Grupo Escoteiro “Aimorés”.

    Porém, o tempo passa e leva nossas forças, nossos sonhos e nosso entusiasmo. O grande Chefe Campos Leite, envelheceu, adoeceu e muitos jovens perderam o interesse pelo Escotismo. Com isso, em 1974, o G.E. “Aimorés” fechou as portas e encerrou suas atividades em Ribeirão Preto.

    Mas, nós, Escoteiros, acreditamos que o Movimento Escoteiro é como uma grande árvore que abriga, protege, dá lenha para nos aquecer, dá frutos para matar nossa fome e dá sementes também, sementes estas, que são semeadas em todo tipo de terreno. Naquela época do fechamento do Grupo, acreditávamos que, um dia, em algum lugar, essa semente germinaria e cresceria forte.

    E foi o que aconteceu em meados de 1987, pois, passados tantos anos, eis que volta à Escola “Sinhá Junqueira” o Prof. Lourival Rodrigues e, novamente, a semente do Escotismo brota no coração daquele professor que, a pedido de muitos antigos escoteiros, reorganizou o G.E. “Aimorés”.

    Os trabalhos tiveram início em setembro de 1987 e, após várias reuniões, voltou à ativa o Grupo Escoteiro “Aimorés”, desta vez sob número 59º da Região São Paulo. Em 1988 já contava com 16 escoteiros e 12 lobinhos e o Chefe Lourival era auxiliado, na época, pelos jovens Aurélio E. Martins, Silvio Augusto Gaspar Malvestio e a saudosa Sra. Aparecida Campos Leite. O Chefe Silvio, inclusive, havia sido Lobinho do Grupo, em sua primeira fase.

    Outros problemas surgiram e o Chefe Lourival, por motivos de saúde, afastou-se definitivamente do Movimento Escoteiro.

    Em 1990, novo rumo foi dado ao G.E., pois o Grupo conseguiu um espaço no Bosque Municipal “Fábio Barreto”, para montar sua sede, onde permanecemos alguns anos.

    Muitas pessoas passaram pelo G.E. e passamos bons anos naquela pequena sala do Bosque, mas, por volta de 1996, o Grupo foi surpreendido com o pedido de retirada do Grupo do local. Ficamos sem sede, fizemos atividades em praças, até que outras pessoas se engajaram para nos ajudar com a causa da sede.

    Dessa vez, fomos para o Horto Municipal, onde estamos sediados até hoje. Apesar de estamos satisfeitos com nossas instalações no Parque Ângelo Rinaldi, onde está localizado o Horto Municipal, a sede própria ainda é um sonho, pois não há garantias de permanência no local e, sempre que novas autoridades municipais são empossadas, volta a insegurança de que o espaço nos seja tirado novamente.

    Muitos Diretores Presidentes passaram pelo Grupo, dando sua contribuição para que continuássemos seguindo em frente. Entre eles, merece destaque o Chefe Ailton Balieiro, que foi nosso Presidente por mais de 9 anos. Dentre várias contribuições para o bom andamento do Grupo, foi dele também a idéia de criarmos a “Tropa Avestruz”, formada por pais voluntários que, por motivos profissionais, não podem atuar como escotistas, pois não dispõem do tempo necessário, principalmente aos sábados, para se dedicarem ao Movimento. A Tropa “Avestruz” é assim chamada por uma alusão à idéia de que é uma equipe de voluntários que “engole qualquer coisa”, ou seja, auxilia em várias frentes, dando apoio às atividades externas e internas, das várias seções do Grupo. Por exemplo, na época de sua criação, a Tropa “Avestruz” foi quem ajudou na construção das salas e banheiros que hoje temos em nossa sede.
     
    A Tropa “Avestruz” teve também seus altos e baixos e, durante algum tempo, ficou praticamente inativa. Em meados de 2003, com a ajuda e iniciativa do mesmo Chefe Ailton Balieiro, que era então o Diretor Administrativo-financeiro do Grupo, foram novamente reativadas as atividades da Tropa “Avestruz” e, hoje, é de grande importância no apoio ao Grupo, principalmente quando da realização de grandes eventos, como o Acampamento Anual do Grupo ou até mesmo atividades maiores como as atividades de Pólo e Regionais, em que participam vários outros grupos, das cidades próximas e de todo o Estado de São Paulo.

    Hoje, somos uma grande Família Escoteira, que procura dar o melhor de si na contribuição para o desenvolvimento do ser humano, na busca por um mundo melhor.

    A história do 59º/SP Grupo Escoteiro “Aimorés” é muito maior e mais rica do que poderíamos contar nessas poucas linhas. Foram e são muitas as pessoas que contribuíram e contribuem, direta ou indiretamente, para a grandeza desse Grupo Escoteiro.
    Atualmente somos mais de 160 elementos registrados e estamos entre os dez maiores Grupos Escoteiros do Estado de São Paulo em contingente.

    Por Chefe Benedito Cesar Mesquita Corradini.


    ENDEREÇO DO GRUPO:

    Av. Manoel Antônio Dias, s/nº
    Pq Angelo Rinaldi (Horto Municipal)
    CEP.: 14031-330 - Ribeirão Preto/SP
    Fone: (16) 3639-1097 (horário comercial)
    Email: falecom@geaimores.org.br
    Site: www.geaimores.org.br

    22 de setembro de 2010

    SP - 101° GRUPO ESCOTEIRO DO AR SUBOFICIAL PALMEIRA



    SUA HISTÓRIA

    O Grupo Escoteiro Sub Oficial Palmeira, foi fundado em 27/07/1968, através de alguns militares e civis, que se reuniram várias vezes, estudando e discutindo como abrir um Grupo Escoteiro e de Bandeirantes, pois na época não havia Escoteiras. Inicialmente foram convidados a ingressarem no Grupo, somente jovens residentes na Escola de Especialistas de Aeronáutica, decidindo-se que numa segunda fase, abrir-se-ia inscrições para o restante da Cidade.

    Houve noventa e seis inscritos, os primeiros aspirantes inscritos foram: Fernando Antônio Gama, Sérgio Almeida, Maria do Socorro, Marilia Lopes, Mariangela R. Guimarães e Ana Maria Valença. Após as inscrições o Capitão Fernando Ribas Guimarães que liderava esse movimento, fez uma Palestra sobre Introdução ao Escotismo.

    A primeira Sede do Grupo foi conseguida no dia 08/08/1968, era a casa C-1 da Vila dos Oficias, cedida pelo Major Guaraciaba. Em outra reunião, decidiu-se mandar alguém a União dos Escoteiros do Brasil e a Federação das Bandeirantes em São Paulo, a fim de obter melhores informações e publicações sobre o assunto. O Grupo começa a tomar forma a partir de uma visita ao Comissário Distrital ( UEB ), Chefe Peter Nadas e a Chefe Distrital das Bandeirantes, Chefe Diva Pedrosa, em São José dos Campos; esse contato foi feito por Dona Carmem Romero Guimarães, Sargento Osni Lourenço Cruz e a Aspirante Mariangela, ali recebem orientações sobre livros que devem ler, sobre o principal deles, que é o P.O.R. ( Princípios Organizações e Regras ), que devem registrar o Grupo na UEB e que têm de Nomear uma Comissão Executiva para dirigir o Grupo.

    No dia 18 de agosto de 1968 o Grupo realiza o seu primeiro Bivaque. Nos dias 24 e 25 de agosto do mesmo ano, os Sargentos Vinicius Palmeira da Silva e Jerly Carneiro F. Viana vão a São Paulo e fazem o Curso de Chefe de Grupo.

    O Grupo enfrenta problemas com as Bandeirantes, Antonina Bianco Guimarães não pertencente ao Grupo e a EEAR, esteve em São José dos Campos notificando que estava criando um Grupo de Bandeirantes em Guaratinguetá, indo em seguida à São Paulo registrar seu Grupo. Em reunião no Rotary de Guaratinguetá, onde haveria uma Palestra sobre Bandeirantismo, nela comparecendo o Sargento Palmeira e sua Filha Ilona, So Valença e sua filha Ana Maria, So Serrano com sua filha Marly, Capitão Guimarães e sua esposa Carmen, o Sargento Jerly e a nossa candidata ao cargo de Diretora das Bandeirantes em nossa cidade, Zélia Maria Tolosa. Entretanto, não Houve acordo, ficado decidido que as Bandeirantes seriam dirigidas pela Srta. Antonina, em um Grupo criado por ela. Após a reunião no Rotary, decidiu-se criar no Grupo uma Seção Feminina, desligada completamente do Grupo das Bandeirantes, foi o início da criação da Tropa Escoteira Feminina no nosso Grupo.

    No dia 05 de setembro de 1968 decidiu-se a criação do Lenço do Grupo, nas cores amarela, com faixa azul marinho nas bordas e no seu vértice um escudo redondo com três símbolos: as duas asas da Força Aérea Brasileira, uma mão com sinal escoteiro e a Flor de Lis verde, embaixo desta uma faixa com o ano da fundação do Grupo, em volta deste o nome do Grupo, da cidade e da Escola de Especialistas de Aeronáutica; a primeira Assembléia Geral do Grupo foi realizada em 13 de setembro de 1968, nela foi escolhida por aclamação a primeira Diretoria do Grupo, ficando assim composta:

    • Capitão Fernando Ribas Guimarães - Presidente

    • Sargento V. Palmeira da Silva - Chefe de Grupo

    • Cesar Francisco de Paulo - Diretor Administrativo

    • Carmem Romero Guimarães - Relações Públicas

    • Jerly Carneiro F. Viana - Tesoureiro
    Em outra reunião houve oito indicações para escolha do nome do Grupo, que até aqui não possuía nome, decidiu-se fazer essa escolha em outra reunião. Nessa Assembléia foi comunicado que o Grupo passaria a chamar-se oficialmente Grupo Escoteiro do Ar Cabo Nelson da Silva Barros, posteriormente, no dia 23 de setembro de 1968, foi explicado o por que desse nome.


    O nome foi tirado de uma matéria publicada na Revista Seleções Reader’s Digest, que conta a tragédia ocorrida com um Avião da Força Aérea Brasileira, prefixo 2068. Ao sobrevoar a Floresta Amazônica no dia 16 de junho de 1967, com vinte e cinco homens a bordo, o avião começou a perder altura e veio cair em plena floresta, escapando com vida sete homens, entre eles, o Cabo Nelson da Silva Barros que apesar de muito ferido e com queimaduras graves, era o único em condições de se locomover e alimentar os demais sobreviventes; com todos os ferimentos suportou por onze dias, com heroísmo, dedicação e humanismo, vindo a falecer no dia vinte e sete do mesmo mês, exatamente dez minutos antes da chegada do helicóptero de salvamento. A escolha desse nome servirá como estimulo de luta, coragem e fé, que ele nunca seja esquecido e para sempre fique gravado na História do nosso Grupo.


    •Mais detalhes desse acidente aeronáutico.


    Outro trágico acontecimento e uma infeliz coincidência, o Grupo que acabara de ganhar um nome em virtude de um acidente de avião, novamente outra queda de aeronave, faz com que se mude o curso da História do Grupo. O Chefe de Grupo, Sargento Vinicius Palmeira da Silva, em missão militar no Rio de Janeiro, acompanhado dos alunos do Curso de Mecânico de Armamento, ao retornarem para Guaratinguetá no Avião B-25, prefixo 5143, por alguma falha, começa perder altura, indo chocar - se com uma montanha na Cidade do Rio de Janeiro, era o dia 31 de outubro de 1968; a notícia caiu sobre os membros do Grupo Escoteiro como uma bomba, a Diretoria estava incrédula pois o valoroso Chefe, cinco dias antes, havia participado de uma reunião com todos.


    Em reunião dia 07 de novembro de 1968 a Diretoria faz uma homenagem póstuma ao seu Chefe de Grupo, nas palavras do Capitão Fernando Ribas, Presidente do Grupo, ditas na reunião e aqui transcritas: “... é com tristeza e pesar que soubemos esta semana do trágico acidente de avião, ocorrido dia 31/10/68 na Cidade do Rio de Janeiro, que ceifou a vida do nosso Chefe de Grupo, juntamente com outros elementos da tripulação. Ao Sargento Palmeira, nossos votos de pesar e contristados por essa irreparável perda, nosso Grupo rende-lhe a mais expressiva homenagem pelo seu passamento. Proponho solenemente que mudemos o nome do Grupo para Grupo Escoteiro do Ar Sargento Vinicius Palmeira da Silva, em memória do nosso saudoso amigo e Chefe, que em vida, não poupou esforços pela criação, ampliação e evolução do Escotismo em nossa Cidade, vendo com isto o amparo ao elemento intermediário e juvenil para o homem de amanhã. Ao nosso colega, a chama que ascendeu para a eternidade com tanto carinho e amor, agora agradece ao seu Criador, continuaremos a mantê-la acesa como foi sua vontade. Sargento Palmeira, nosso muito obrigado”.

    Com a promoção “pós-morte” do Sargento Vinicius Palmeira da Silva, o Grupo passa a se chamar Grupo Escoteiro do Ar Sub Oficial Palmeira. Participaram da fundação deste Grupo Escoteiro, de uma forma ou de outra, as seguintes pessoas:


    • Capitão Fernando Ribas Guimarães

    • Carmem Romero Guimarães

    • Sargento Vinicius Palmeira da Silva

    • Vekony Emilia Ilona

    • Tenente Sidney J. F. Sacilotti

    • Profº. Macario de Castro Machado

    • Professor Haroldo José Pelegrini

    • Sargento Gerson Freire de Amorim

    • Silvana Capovilla

    • Terezinha Rossafa

    • Sub Oficial Antão Abade Marques

    • Osni Lourenço Cruz

    • Renato Domingues Teixeira

    • Cesar Francisco de Paula
    Dentre estes nomes, há de se destacar o do Capitão Fernando Ribas Guimarães, que foi o idealizador e incentivador da criação de um Grupo Escoteiro em Guaratinguetá, e por ele lutou, até o dia de sua transferência para outra Unidade da Força Aérea Brasileira. Daí em diante o Grupo teve várias Diretorias, delas participando Advogados, Promotor de Justiça, Donas de Casa, Militares, Oficial de Justiça, Químico, Administradores de Empresa e Enfermeiras.


    ENDEREÇO DO GRUPO:

    Escola de Especialistas de Aeronáutica
    Alameda Minas Gerais, Casa 23 - Vila dos Oficiais
    CEP 12.511-970 - Guaratinguetá - São Paulo - Brasil
    Fone: (12) 3133-7197

    Reuniões aos sábados das 13:00 as 19:00hs.

    Site: www.sopalmeira.com
    Email:
    Diretor Presidente - oton@sopalmeira.com



    Diretora Administrativa - soraya@sopalmeira.com


    Diretor Financeiro - luis@sopalmeira.com


    Chefe da Tropa Escoteira Focinho de Cão - getulio@sopalmeira.com


    Chefe da Tropa Escoteira Luar - arnoldo@sopalmeira.com


    Chefe da Tropa Sênior Santos Dumont - marcelo@sopalmeira.com


    Mestre do Clã Pioneiro Tamanã - sergio@sopalmeira.com


    Assistente da Alcatéia Lobo Gris - lucia@sopalmeira.com


    Assistente da Alcatéia Messua- andreia@sopalmeira.com


    Assistente da Alcatéia Messua - elizete@sopalmeira.com


    Assistente da Tropa Sênior Santos Dumont - augusto@sopalmeira.com


    Assistente da Tropa Sênior Santos Dumont- marcos_paulo@sopalmeira.com


    Assistente da Tropa Sênior Santos Dumont - beth@sopalmeira.com