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10 de agosto de 2011

REFLEXÃO - UM PRESENTE PARA A VIDA

Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar. Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar mais tempo com a sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.

O pedreiro não gostou mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados. Foi uma maneira negativa dele terminar a carreira.

Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída. Depois deu a chave da casa ao pedreiro e disse:

"Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você".

O pedreiro ficou muito surpreso. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente...

8 de agosto de 2011

REFLEXÃO - UM PRATO DE SOPA

Em um restaurante tipoself-service, uma respeitável senhora de 75 anos pediu um prato de sopa e sentou-se em uma mesa. Como havia esquecido de pegar o pão, levantou-se, foi buscá-lo e retornou ao lugar onde estava sentada. Chegando à mesa, observou um homem negro diante do seu prato, e tomando sua sopa!

-Bem - pensou ela - isso é um desaforo.

Suponho que seja um homem pobre. Não direi nada, mas não vou fazer papel de boba.

Então, decidiu pegar uma outra colher, sentou-se em frente ao homem negro e, sem vacilar, meteu a colher no prato de sopa.

O homem e a mulher tomaram a sopa juntos, metendo a colher no prato por revezamento, e em silêncio.

Quando a sopa acabou, o homem levantou-se e pegou um generoso prato de espaguete a bolonhesa e o colocou diante da senhora.

Assim seguiram comendo, sempre por revezamento, e em silêncio. Quando terminaram, levantaram-se para sair.

-Ade u s - disse a senhora, amavelmente.

-A deus - respondeu o homem negro, com um brilho nos olhos. Dava a impressão de alguém que se sentia feliz por haver sido capaz de ajudar a alguém. E se foi, com a senhora observando a sua saída.

E nesse momento ela viu na mesa ao lado... um prato de sopa que alguém parecia haver esquecido.

7 de agosto de 2011

REFLEXÃO - UM ATO DE BONDADE

Uma vez, um grande escritor passeava na beira da praia e, ao longe, avistou um rapaz que se abaixava, pegava algo no chão e atirava de volta ao mar. Continuou caminhando em direção do jovem, observando que ele repetia o gesto incessantemente.

Quando estava bem próximo, viu que ele pegava as estrelas-do-mar que estavam ali na beirada e as atirava de volta para a água para que não morressem.

Ao perceber do que se tratava, dirigiu-se ao garoto dizendo: “O que você está fazendo?”

O rapaz respondeu: “Salvando as estrelas-do-mar da morte!”

O escritor viu que haviam milhares delas ali na areia e, achando inútil o que o jovem fazia, disse com ar sábio: “Você está perdendo o seu tempo! Não percebe que são muitas estrelas e que não vai fazer diferença o que está fazendo?”

O rapaz olhou humildemente o homem, abaixou- se, pegou mais uma estrela, atirou ao mar e respondeu: “Para essa aí vai fazer diferença, ela vai continuar viva!”

Percebendo como havia pensado pequeno, o homem engoliu seco, arregaçou a perna da calça e começou a ajudar o garoto a salvar as estrelas-do- mar.

6 de agosto de 2011

REFLEXÃO - UMA PARÁBOLA MODERNA

Há muito tempo, quando o mundo era muito novo, havia uma lagosta que achou que o Criador havia cometido um erro.

Assim, conseguiu uma audiência para discutir o assunto.

- Com o devido respeito - disse a lagosta -desejo formular uma queixa sobre a maneira como projetaste minha carapaça. Veja, nem me acostumei a uma nova carapaça e logo tenho de trocá-la por outra. É muito incômodo, além de representar uma perda de tempo.

E o Criador respondeu:

- Ah, sim! Mas tu já percebeste que, ao abandonar uma carapaça, isso te permite crescer dentro de outra?

- Entretanto, eu gosto do jeito que sou! - disse a lagosta.

- Estás decidida? - perguntou o Criador.

-Estou! - respondeu a lagosta, com firmeza.

- Muito bem - sorriu o Criador. De agora em diante, tua carapaça não será trocada... e podes voltar aos teus assuntos e seguir tua vida, tal como desejas.

- Muito amável da tua parte - disse a lagosta satisfeita, e se foi.

No princípio, a lagosta estava muito contente, levando a mesma carapaça velha. Mas, com o passar do tempo, notou que sua cômoda carapaça estava se tornando bastante pesada e justa.

De fato, depois de um tempo, a carapaça ficou tão pesada que a lagosta não podia sentir nada do que estava ao seu redor. O resultado era que se chocava constantemente com tudo e com todos.

Finalmente, chegou um momento em que mal podia respirar. Assim, com grande esforço, foi ver novamente o Criador.

- Com o devido respeito - suspirou a lagosta - diferente do que tu me prometeste, minha carapaça não continuou a mesma. Ela começou a encolher!

- Em absoluto - sorriu o Criador. Pode ser que tua carapaça tenha ficado um pouco mais grossa com a idade, mas não diminuiu de tamanho. O que ocorre é que tu cresceste dentro dela. E continuou: Vê, tudo muda continuamente... Nada segue sendo a mesma coisa. É assim que deve ser. E a forma mais sábia é trocar tua velha carapaça conforme cresces.

-Entendo - disse a lagosta - mas deves admitir que isso às vezes é ruim e um pouco incômodo.

-Sim - disse o Criador - mas lembra que todo crescimento traz consigo tanto a possibilidade de incômodo, como a ventura de uma grande alegria, porque descobres partes novas em ti mesmo. E não pode ter um sem outro.

- Tens toda razão - disse a lagosta.

- Quando abandonas tua carapaça e escolhes crescer

- continuou o Criador - crias uma nova força dentro de ti.

E nessa força encontras uma nova capacidade de amar a ti mesmo... amar aos que te rodeiam... e amar a vida. Este é meu plano para cada uma das criaturas.

5 de agosto de 2011

REFLEXÃO - TRIBUTO A UM CÃO

“... O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão, é o cão.

Senhores Jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente. Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo. Ele guarda o sono de seu pobre dono como se fosse um príncipe.

Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor, como o Sol na sua jornada através do firmamento. Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra seus inimigos. E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho, lá, ao lado de sua sepultura, se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança, mesmo à morte.”

Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-Senador George G. West, então advogado, que representou o proprietário de um cão morto propositadamente a tiros pelo vizinho. O fato ocorreu há um século, na cidade de Warrensburg, Missouri, nos Estados Unidos. O Senador ganhou o caso e hoje existe uma estátua do cão na cidade e seu discurso está escrito na entrada do Tribunal de Justiça, ainda existente na cidade.

4 de agosto de 2011

REFLEXÃO - SUCESSO - De Nizan Guanaes

[...] Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.

Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.

A propósito disso, lembro-me uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo”.

E ela responde: “Eu também não, meu filho".

Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar em realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

[...] Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguaçu. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina.

[...] Como escrito na Bíblia, seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute.

Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não sente-se e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia! Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.

O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso.

3 de agosto de 2011

REFLEXÃO - PEGADAS NA AREIA

Um dia eu tive um sonho...

Sonhei que caminhava pela praia, acompanhado do Senhor, e que tela da noite estavam sendo retratados todos os dias de minha vida.

Olhei para trás e vi que a cada dia em que passava o filme de minha vida, surgiam pegadas na areia: uma minha e uma do Senhor.

Assim continuamos andando, até que todos os meus dias acabaram.

Então, parei e olhei para trás. Reparei, então, que em certos lugares havia apenas uma pegada... e esses lugares coincidiram justamente com os dias mais difíceis da minha vida... os dias de maior angústia... de maior medo e de maior dor...

Perguntei, então:

- Senhor. Tu disseste que estarias comigo todos os dias de minha vida, e eu aceitei viver contigo. Mas, por que Tu me deixaste nos piores momentos de minha vida?

E o Senhor [em uma voz calma e serena] me respondeu:

- Meu filho. Eu te amo muito. Eu disse que estaria contigo por toda a tua caminhada e que não te deixaria um minuto sequer. E não te deixei. Os dias em que tu viste apenas uma pegada na areia, foram os dias em que Eu te carreguei...

2 de agosto de 2011

REFLEXÃO - O POSTE - de Adaptado de M. F. Cowdery

Conta-se que certa vez um fazendeiro, preocupado com as atitudes inconseqüentes de seu filho, resolveu repreendê- lo de maneira diferente. Chamou-o para frente de casa, onde existia um poste bem à vista de todos que chegavam à fazenda.

- Meu filho, apesar de suas inúmeras qualidade, você é muito descuidado e distraído naquilo que faz. Por isso, toda vez que você fizer algo errado, vou enfiar um prego neste poste, para você observar o quanto tem feito de besteira! Agora, toda vez que agir corretamente, que fizer alguma coisa certa, retirarei um rego do poste.

E assim aconteceu ao longo do tempo, com o pai colocando pregos no poste, sempre que o filho lhe fazia alguma besteira.

Depois de um certo tempo, envergonhado de ver tantos pregos no poste, o filho resolveu agir de forma positiva, sendo um menino mais cuidadoso e aplicado nas suas tarefas. O pai, notando a transformação, dia após dia foi retirando os pregos do poste até não existir mais nenhum ali pregado.

Ao retirar o último prego, o pai dirigiu-se ao filho:

- Veja filho. Este é o último prego... Você conseguiu... Você deve estar muito contente, não é? - perguntou o pai ao menino que olhava fixamente para o poste sem pregos.

Depois de alguns instantes, o menino olhou o pai e começou a chorar.

- O que houve, filho? - perguntou o pai sem entender. Pensei que você iria ficar muito alegre porque os pregos foram todos retirados!

- É... - soluçou tristemente o filho - os pregos sumiram, mas as marcas ainda ficaram...!

1 de agosto de 2011

REFLEXÃO - O PÃOZINHO - de William J. Bennett

Há muitos anos, houve uma grande fome na Alemanha, e os pobres sofriam muito. Um homem rico, que amava crianças, chamou vinte delas e disse:

- Nesta cesta há um pão para cada um de vocês. Peguem e voltem todos os dias, até passar esta época de fome. Vou lhes dar um pão por dia.

As crianças estavam esfomeadas. Partiram para cima da cesta e brigaram pelos maiores pães. Nem se lembraram de agradecer ao homem que tivera tanta bondade com elas. Após alguns minutos de briga e avanço nos pães, todos foram embora correndo, cada um com seu pão, exceto uma menininha chamada Gretchen. Ela ficou lá sozinha, a pequena distância do homem. Então, sorrindo, ela pegou o último pão, o menor de todos, e agradeceu de coração.

No dia seguinte, as crianças voltaram e se comportaram pior do que nunca. Gretchen, que não entrava nos empurrões, ficou só com um pãozinho bem fininho, nem metade do tamanho dos outros. Porém quando chegou em casa e a mãe foi cortar o pãozinho, caíram de dentro dele seis moedas bem brilhantes de prata.

- Oh, Gretchen! - exclamou a mãe. Deve haver algum engano. Esse dinheiro não nos pertence. Corra o mais rápido que puder e devolva-o ao cavalheiro!

E Gretchen correu para devolver, mas, quando deu o recado da mãe, senhor lhe disse:

Não foi engano nenhum. Eu mandei colocar as moedas no menor dos pães, para recompensar você. Lembre-se de que as pessoas que preferem se contentar com o menor pedaço, em vez de brigar pelo maior, vão encontrar muitas bênçãos bem maiores do que dinheiro dentro da comida.

30 de julho de 2011

REFLEXÃO - O MESTRE E O ESCORPIÃO

Um mestre e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O mestre correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão.

Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o mestre deixou-o cair novamente no rio. Foi então, à margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.

Voltou o mestre e juntou-se aos discípulos na estrada.

Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

- Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

O mestre ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:

- Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.

29 de julho de 2011

REFLEXÃO - FRACASSO PODE SER SUCESSO

Fracasso não significa que você seja um perdedor... Significa que você ainda não chegou lá.

Fracasso não significa que você foi bobo em tentar... Significa que você foi corajoso em explorar e experimentar.

Fracasso não significa que você não soube tomar decisões... Significa que você deve tomar outras decisões.

Fracasso não significa que você não conseguiu realizar nada... Significa, isto sim, que você aprendeu alguma coisa.

Fracasso não significa que você tem que abandonar tudo... Significa que você deve continuar, mas de forma diferente.

Fracasso não significa que você é inferior... Significa que você não é perfeito (e ninguém o é).

Fracasso não significa que você desperdiçou sua vida... Significa que agora você tem uma razão para começar tudo de novo.

Fracasso não significa que você deva desistir... Significa que você tem que tentar, mas com mais entusiasmo e determinação.

Fracasso não significa que você jamais chegará lá... Significa que apenas levará um pouco mais de tempo na jornada!

28 de julho de 2011

REFLEXÃO - FILOSOFIA ORIENTAL

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora dedicava-se a ensinar sua filosofia para os jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante.

O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. E, conhecendo a reputação do velho samurai, estava ali para derrotá-lo, aumentando sua fama de vencedor.

Todos os estudantes manifestaram-se contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos - ofendeu inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível.

No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato do mestre ter aceitado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: “Como o senhor pôde aceitar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?”.

“Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente?” - perguntou o velho samurai a seus discípulos. “A quem tentou entregá-lo” - respondeu um deles.

“O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos” - disse o mestre - “Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo”.

27 de julho de 2011

REFLEXÃO - EXPERIMENTE OUTRA VEZ

Quando as coisas vão erradas, não pense  que seus esforços têm sido em vão.

Talvez, tudo isso foi para melhor.

Por isso, sorria... e experimente outra vez!

Pode ser que o seu aparente fracasso venha a ser a porta mágica que o conduzirá para uma nova felicidade que antes você jamais conheceu.

Você pode estar enfraquecido pela luta, mas não considere-se vencido... Isto não quer dizer derrota. E não vale a pena gastar seu precioso tempo em lágrimas e lamentos.

Levante-se... e enfrente a vida outra vez. E se você guardar em mente o alto objetivo de suas aspirações, os seus sonhos se realizarão...

Tire proveito dos seus erros.

Colha experiência das suas dores e você dirá um dia:

“Graças a Deus, experimentei outra vez!”

REFLEXÃO - DEUS, JESUS E EU

Sally pulou da cadeira quando viu o cirurgião chegar.

"Como está meu filho? Ele vai ficar bem?"

O cirurgião disse: “Sinto muito, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance”.

Sally disse: "Por que as crianças têm câncer? Será que Deus não se preocupa com elas? Deus, onde estava quando meu filho precisou?”

O cirurgião disse: "Uma das enfermeiras sairá para te deixar uns minutos com o corpo de seu filho antes que o levem para a Universidade.”

Sally pediu a enfermeira que a acompanhasse enquanto se despedia de seu filho. Passou a mão no seu cabelo, a enfermeira perguntou se ela queria guardar alguns fios de seu cabelo. Sally aceitou, a enfermeira cortou uma mecha e colocou em uma bolsinha de plástico e deu a Sally.

Sally disse: "Foi idéia de Jimmy doar seu corpo à Universidade para ser estudado. Disse que poderia ser útil a alguém. Era o que ele desejava. Eu a princípio me neguei, mas ele me disse: "Mamãe, eu não o usarei depois que morrer, e talvez ajude uma criança a desfrutar de um dia mais ao lado de sua mãe.” Meu Jimmy tinha um coração de ouro, sempre pensava nos outros e desejava ajudá-los como pudesse.”

Sally saiu do hospital Infantil pela última vez, depois de ter permanecido por lá nos últimos seis meses. Colocou a bolsa com os pertences de Jimmy no acento do carro, junto à ela. Foi difícil dirigir de volta pra casa, e mais difícil ainda, entrar na casa vazia. Levou a bolsa ao quarto de Jimmy e colocou os carrinhos de miniatura e todas suas demais coisas como ele gostava, sentou na cama de Jimmy e chorou até dormir, abraçando o pequeno travesseiro dele. Acordou cerca de meia-noite. Junto a ela havia uma folha de papel dobrada. Abriu a carta que dizia:

“Querida mamãe, sei que você deve sentir minha falta mas não pense que eu te esqueci ou que deixei de te amar só porque não estou aí para dizer TE AMO. Pensarei em você cada dia mamãe e cada dia te amarei ainda mais. Algum dia voltaremos a nos ver. Se você quiser adotar um menino para que não fiques tão sozinha, ele poderá ficar no meu quarto e brincar com todas as minhas coisas. Se quiser uma menina, provavelmente ela não gostará as mesmas coisas que os meninos e terá que comprar bonecas e coisas de meninas. Não fique triste quando pensar em mim, pois estou num lugar grandioso. Meus avós vieram me receber quando cheguei, me mostraram um pouco daqui, mas levarei muito tempo para ver tudo. Os anjos são muito amigos e me encanta vê-los voar. Jesus não se parece com as imagens que vi dele, mas soube que era ele assim que o vi. Jesus me levou para ver Deus!!! E, acredite, mamãe, eu me sentei no colo dele e falei com ele como se eu fosse alguém importante.

Eu disse a Deus que queria te escrever uma carta, para me despedir etc, mesmo sabendo que não era permitido.

Deus me deu papel e sua caneta pessoal para escrever esta carta. Acho que se chama Gabriel o anjo que a deixará cair para você. Deus me disse para responder o que você perguntou: "Onde estava ele quando eu precisei?" Deus disse: "No mesmo lugar de quando Jesus estava na cruz. Estava justo aí, como Deus sempre está com todos os seus filhos." Esta noite estarei na mesa com Jesus para o jantar. Sei que a comida será fabulosa. Ah! quase esqueci de dizer... Não sinto mais nenhuma dor, do câncer foi embora. Estou feliz porque eu já não conseguia mais suportar tanta dor e Deus não podia me ver sofrendo daquela maneira, aí enviou o Anjo da Misericórdia para me levar. O Anjo me disse que eu era uma entrega especial!!!

Assinado com amor: Deus, Jesus e eu.”

26 de julho de 2011

REFLEXÃO - CÍRCULO DO AMOR

Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou.

O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma? Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse: "Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan".

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia.

Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.

Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:

"Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar". E acrescentou: "... e pense em mim". Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo. Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo com os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan.

Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares. Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia: "Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".

Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir. Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil! Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: "Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan".

25 de julho de 2011

REFLEXÃO - A VELA DA AMIZADE

Hoje estou procurando um amigo; um amigo que nunca esteja distante.
Eu quero um amigo, ou talvez dois; mas eu quero um amigo que seja exatamente igual a você.
Estou procurando um amigo; um amigo que precise alguém como eu.
Eu quero este amigo - eu realmente preciso; mas eu quero um amigo exatamente igual a você.
Estou procurando um amigo sincero; que sempre traga alegria e coragem.
Eu quero um amigo que também me queira; mas eu quero um amigo exatamente igual a você.
Estou procurando um amigo que seja bom; que faça as coisas com muita amizade.
Eu quero um amigo que seja alegre também; mas eu quero um amigo que seja exatamente igual a você.
Estou procurando um grande amigo, que nunca deixe nossa amizade acabar.
Eu quero um amigo que seja sempre sincero.
Acho que encontrei meu amigo: ele é você!

24 de julho de 2011

REFLEXÃO - ALGUMAS MANEIRAS DE FAZER ALGUEM FELIZ

Dê um beijo, um abraço, um passo em sua direção.
Aproxime-se sem cerimônia.
Dê um pouco de calor, do seu sentimento.
Assente-se bem perto e deixe-se ficar algum tempo ou muito tempo.
Não conte o tempo de se dar.
Aprenda a burlar a superficialidade.
Sonhe o sonho sem duvidar.
Deixe o sorriso acontecer.
Liberte um imenso sorriso.
Rasgue o preconceito.
Olhe nos olhos.
Aponte um defeito, com jeito.
Respeite uma lágrima.
Ouça uma história ou muitas, com atenção.
Escreva uma carta e mande. Irradie simplicidade, simpatia, energia.
Num toque de três dedos observe as coincidências.
Não espere ser solicitado, preste um favor.
Lembre-se de um caso.
Converse sério ou fiado.
Conte uma piada, ache graça.
Ajude a resolver um problema.
Pergunte: Por quê?
Como vai?
Como tem passado?
Que tem feito de bom?
Que há de novo?
E preste atenção.
Sugira um passeio, um bom livro, um bom filme ou mesmo um bom programa de televisão.
Diga, de vez em quando, desculpe, muito obrigado, não tem importância, dá-se um jeito.
Tente de alguma maneira, e não se espante se a pessoa mais feliz for você.

23 de julho de 2011

REFLEXÃO - A HONRA - Por J. J. Rodrigues de Bastos

Não há nada no mundo, nem mais forte, nem mais frágil que a honra.
A verdadeira honra consiste na justiça.
O homem que não é justo, não é lembrado.
A honra anuncia virtudes.
As honras nem sempre se supõem.
Aquele que vende a honra, recebe a infâmia.
A honra que se vende, é sempre paga mais cara do que vale.
Não são os empregos que honram os homens, mas os homens que honram os empregos.
Quem perde a honra pelo negócio, perde o negócio e a honra.
A honra não pode ser substituída pela glória, como a felicidade não pode ser substituída pelo prazer.
A honra, uma vez perdida, não pode recuperar-se.
A honra é como a neve que, chegando a perder a sua primeira brancura, nunca mais vem a alcançá-la.
Honrai os bons para que vos honrem e os maus para que não vos desonrem.
A honra, por mais que se firme na opinião, é sempre fraca sem a religião.

22 de julho de 2011

REFLEXÃO - QUANTO GANHA UM CHEFE ESCOTEIRO? - Elmer Pessoa.

Reflexão de um Velho Lobo, e amigo, Ch. Elmer Pessoa do 55° GE Morvan-Santos/SP.


Qual o cidadão, militante do Movimento Escoteiro, que nunca foi perguntado sobre o salário que recebe para exercer a função de Chefe ou Dirigente Escoteiro?

Quem nunca foi perguntado onde e como conseguiu esse emprego permanente, essa “mamata” que só trabalha nos fins de semana, pedindo que o indicasse, mesmo para fazer um “bico” nos fins de semana, acompanhando nas atividades externas?

Quem nunca reparou a expressão de espanto e até mesmo de descrédito quando você diz que é voluntário e, como tal, trabalha de graça?

Cuidar dos filhos dos outros, levarem para acampamentos, excursões, viagens, passeios, reuniões todos os sábados, aturar má criação de crianças, a rebeldia dos jovens e muitas vezes, a indiferença dos pais? Dormir no mato, no chão duro, às vezes em baixo de chuva e por vezes mal alimentado, levando picadas de insetos e quem sabe, de outros animais inerentes da mata. Correr riscos de acidentes, tombos, cortes, queimaduras...

Não, não é verdade! De graça, nunca! Ninguém faria isso tudo de graça! Não querem é revelar o empregador... Medo da concorrência? Talvez algum setor da municipalidade, Secretaria da Cultura, Esportes ou algo semelhante... Ou até o setor de conservacionismo, agora tão em moda! Talvez o Exército!? Nada disso?... Ah! Já sei, exclamam os incrédulos! No mínimo, vocês descontam como despesas no imposto de renda. Afirmação esta que já ouvi por mais de uma vez. Voluntário é coisa de hospital! Vai lá quando é possível, trabalha duas horas por semana e vem logo embora...

Isto ocorre porque é incomum pessoas que se dedicam ao voluntariado nos dias de hoje. A cada ano a vida exige mais do individuo, subtraindo o tempo que poderia ser dedicado ao próximo, seja a entidade que for. Sem contar que não temos a tradição do voluntariado, como existe em outros países e, uma grande parte dos nossos voluntários desconhece que ser voluntário tem direitos, porem, tem deveres e obrigações.

Quando falamos que ainda por cima temos que fazer vários cursos de capacitação e treinamento, comprar literatura, material didático, material de acampamento individual, bússola, GPS, e mais uma série de equipamentos, e que a maioria das viagens são feitas por nossa conta e que, não raro, ajudamos alguns Escoteiros que estão com maiores dificuldades financeiras, somos rotulados de malucos!

Aliás, o desconhecimento de algumas pessoas é tão grande que, às vezes somos chamados de loucos ou de heróis, por assumir tal responsabilidade. Porem, não sabe que não somos nem uma coisa, nem outra! Somos apenas cidadãos responsáveis.

Varias pessoas estranhas ao Movimento já repetiram as mesmas perguntas e, de certa forma, não deixam de ter razão. Qualquer um que desconheça os princípios do Escotismo, certamente pensará que estamos recebendo salário para chefiar. Não pode acreditar que tantos adultos dediquem o melhor de seus esforços na condução de jovens que nem sequer os conheciam antes de entrarem para o Escotismo.

Efetivamente que estamos ganhando, senão não estaríamos nos dedicando tanto... Estamos ganhando e muito bem! O que recebemos pelo nosso trabalho, não tem preço e ainda por cima, é isento do Imposto de Renda!

Estamos ganhando amigos leais, verdadeiros irmãos de Promessa. Ganhando a sensação maravilhosa do “dever cumprido”! Ganhando a satisfação de fazer a nossa parte!

Ganhamos o carinho, o respeito e a afeição dessas crianças e jovens que, em alguns casos, somos a última esperança de uma vida melhor. Sem o desejar, às vezes, somos o modelo do pai que não tiveram e alguém para se espelhar... Isso, não tem preço!

Nenhuma dessas pessoas se põe a analisar as dificuldades que assume um Escotista, tomando sobre seus ombros a responsabilidade de trabalhar com crianças e jovens. Qualquer pessoa, sem espírito altruísta, irá colocar na balança de seu entendimento as vantagens e desvantagens que o Escotismo oferece e, muito provável, decidirá deixá-lo de lado ao perceber o quanto difícil é trabalhar o caráter.

Quando eu ainda era Escoteiro meu chefe costumava dizer e nunca mais esqueci suas sábias palavras: “Ser Chefe Escoteiro é quase um sacerdócio!”.

Então, chegamos à conclusão que ganhamos muito bem para ser Chefe Escoteiro. Um salário bastante alto que, porém, nada se compra com ele!

Elmer S. Pessoa – DCIM – dezembro 1986.

1 de julho de 2011

REFLEXÃO - A ÚLTIMA MENSAGEM DO CHEFE

Caros Escoteiros,

Se vocês já assistiram à peça “Peter Pan”, lembrar-se-ão que o Chefe dos piratas estava sempre fazendo o seu discurso de despedida, temendo que, ao chegar a hora de morrer, não tivesse tempo, talvez, de pronunciá-lo.

Passa-se o mesmo comigo, e assim, embora não esteja morrendo neste momento, isto acontecerá qualquer dia destes, e desejo mandar a vocês uma última palavra de adeus.

Lembrem-se: esta é a última coisa que vocês ouvirão de mim, portanto, meditem sobre ela.

Tenho levado uma vida cheia de felicidades, e desejo que cada um de vocês tenha também uma vida igualmente feliz.

Creio que Deus nos colocou neste delicioso mundo para sermos felizes e saborearmos a vida.

A felicidade não vem da riqueza, nem do sucesso profissional, nem do comodismo da vida regalada e da satisfação dos próprios apetites.

Um passo para a felicidade é, enquanto jovem, tornar-se forte e saudável, para poder ser útil e gozar a vida quando adulto.

O estudo da natureza mostrará a vocês quão cheio de coisas belas e maravilhosas Deus o mundo para o nosso deleite.

Fiquem contentes com o que possuem e tirem disso o melhor proveito. Vejam o lado bom das coisas em vez do lado pior.

Mas o melhor meio para alcançar a felicidade é proporcionando aos outros a felicidade.

Procurem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram e, quando chegar a hora de morrer, poderão morrer felizes sentindo que pelo menos não desperdiçaram o tempo e que procuraram fazer o melhor possível. Deste modo estejam “Bem Preparados” para viver felizes e para morrer felizes - mantenham-se sempre fiéis à sua Promessa Escoteira - mesmo quando já tenham deixado de ser rapazes - e Deus ajude a todos a procederem assim.

Do amigo,
Baden-Powell.