Mais uma vez, voltamos à continuidade do excelente livro “Tradições Escoteiras — O Parque de Gilwell e a Insígnia de Madeira” do Jaguatirica Moacir Starosta.
Para marcar o XII Jamboree Mundial, ocorrido em Idaho, Estados Unidos e o 60º Aniversário do Movimento Escoteiro em 1967, os escoteiros da África do Sul conjuntamente com rovers europeus, confeccionaram quatro réplicas do colar de Rei Dinizulu.
Depois de intensas buscas por material e meses de duro trabalho, quatro reproduções foram completadas.
Um dos colares foi conservado pelos escoteiros da África do Sul, como uma grata recordação histórica da terra de origem do emblema da Insígnia de Madeira, e os outros três foram doados para o Jamboree onde cada um deles foi presenteado solenemente a R. T. Lund em nome do Bureau Mundial dos Escoteiros, ao Chefe Escoteiro Executivo Joe Brunton em nome dos Escoteiros Americanos (BSA) e o Chefe de Campo John Thurman em nome do Parque de Gilwell. Além destas réplicas, poderão existir outras espalhadas pelo mundo.
Relata-se que, um ano após, ou então, após a Insígnia de Madeira ter sido instituída, um escotista observador teria visitado um mercado ao ar livre a leste oriental de Londres, em Portobello Road, aonde existiria uma barraca onde fora avistado uma cópia fiel do colar de contas.
Ele prontamente o comprou e a enviou a Gilwell, mas sem o reconhecimento do Movimento Escoteiro, como sendo réplicas vinculadas à história que envolveu B-P e Dinizulu.
Revista World Scouting, setembro de 1967.















