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7 de agosto de 2021

A Insígnia de Madeira em seus Vários Graus e Utilização no Movimento Escoteiro nas Diversas Seções

Voltamos hoje a mais um trecho do livro “Tradições Escoteiras — O Parque de Gilwell e a Insígnia de Madeira” do Jaguatirica Moacir Starosta.

Aproveitamos para manifestar nosso imenso alívio dele ter sobrevivido à covid-19. Muita saúde pra você, Moacir!


Para o Ramo Lobinho, B-P teria utilizado por um breve período, primeiramente, unhas de lobo e após dentes de lobo, nos anos de 1921 e 1923, costume logo abandonado por ser considerado ecológico incorreto.

Entre os anos de 1923 e 1925, uma pequena esfera de madeira teria sido utilizada acima do nó, com três cores: amarelo, verde e vermelho, de acordo com o ramo que o escotista pertencesse.

Além destes costumes, que não prosperaram, surgiu um que perdura até os dias de hoje, que seria a quarta e a terceira conta do colar, sendo a quarta conta conferida aos Deputados de Campo e aos Akelas Lideres (termos em desuso), atualmente Diretores de Cursos da Insígnia de Madeira. Aos Assistentes Lideres de Treinamento (termo também em desuso), atuais Diretores de Curso Intermediário, era concedida a terceira conta.

Cabe ressaltar, que uma das contas concedidas era original do colar de Dinizulu aos integrantes dos primeiros cargos após sua instituição.

Existiu uma pessoa que poderia utilizar cinco contas, seu nome era William Hillcourt, mais conhecido por “Green Bar Bill” em alusão à insígnia dos monitores de patrulha da Boy Scouts of America, associação escoteira dos Estados Unidos, a qual foi a pessoa que introduziu o esquema de formação de escotistas em nível avançado (Curso da Insígnia de Madeira) nos Estados Unidos e, trabalhou arduamente pelo desenvolvimento da formação de adultos fora de Gilwell, publicando inúmeros livros.

Em reconhecimentos por seus valiosos serviços prestados a formação de adultos, foi entregue a ele, em Gilwell em 1969, uma quinta conta retirada do colar original de Dinizulu, costume que desapareceu com sua morte.

Faleceu em 10 de novembro de 1992, aos 92 anos, três meses e três dias.

27 de setembro de 2018

Informativo do Dia do Lobinho - 04 de outubro - Comemorativo aos 100 anos do Escotismo no Brasil


Lobinhos do 2° GE/PB 5 de Novembro - Cantando Plo-ploc ploc ploc


Arelo 2010 - Acampamento Regional de Lobinhos em Campina Grande - PB



Fotos do Acamapamento Regional de Lobinhos do Estado da Paraiba.


Participação das matilhas dos grupos Escoteiros de todo Estado. Foi realizado a cidade Campina Grande nos dias 28, 29 e 30 de maio de 2010.

1 de janeiro de 2018

A história do Escotismo no Brasil

A primeira notícia sobre o Escotismo no Brasil, foi publicada em 1 de dezembro de 1909. Em 2018 alcançou 120.901 membros da União dos Escoteiros do Brasil em 1.604 Unidades Escoteiras Locais.

História

A primeira notícia sobre o Escotismo publicada, no Brasil, foi do dia 1 de dezembro de 1909, no número 13 da revista Ilustração Brasileira, editada no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e com circulação nacional. A reportagem tinha o título: Scouts e a Arte de Scutar; ocupava três páginas e apresentava sete fotografias. A matéria fora preparada na Inglaterra pelo 1º Tenente da Marinha de Guerra Eduardo Henrique Weaver, onde se encontrava a serviço. 

Teve, assim, a oportunidade de presenciar o nascimento do Movimento Escoteiro – Scouting for Boys, criado em 1907 pelo General Inglês Baden-Powell. Na época, juntamente com o Tenente Weaver, encontrava-se na Inglaterra numeroso contingente de Oficiais e Praças da Marinha — preparava-se para guarnecer os novos navios da esquadra brasileira em construção. Um grupo de suboficiais entusiasmou-se com o revolucionário método de educação complementar. Entre eles estava o Suboficial Amélio Azevedo Marques que fez seu filho Aurélio ingressar em um dos Grupos Escoteiros locais. 

Assim, o jovem Aurélio Azevedo Marques foi o primeiro escoteiro brasileiro. Quando da vinda para o Brasil, os militares trouxeram consigo uniformes escoteiros ingleses, no valor de trinta libras esterlinas. O Encouraçado Minas Gerais, navio onde estava embarcada a maioria dos militares interessados em trazer para o Brasil o Movimento Escoteiro, chegou ao Rio de Janeiro em 17 de abril de 1910. No dia 14 de junho do mesmo ano, na casa número 13 da Rua do Chichorro no Catumbi, Rio de Janeiro, reuniram-se, formalmente, todos interessados pelo escotismo e embarcados nos navios que haviam chegado ao Brasil. Naquele local foi oficialmente fundado o Centro de Boys Scouts do Brasil. O evento foi informado aos jornais, os quais publicaram a carta recebida da Comissão Diretora.

A correspondência enviada começava nos seguintes termos: "À imprensa desta capital, brilhante e poderoso fator de progresso, campeã de todas as idéias nobres, vem o Centro de Boys Scouts do Brasil, solicitar o auxílio de sua boa vontade, o esteio de que necessita para que em todos os lares brasileiros penetre o conhecimento do quanto à Pátria pode ser útil a instrução dos Boys Scouts".

Espalhou-se pelo país, sendo adotado inclusive como proposta educativa governamental. Com o tempo, foi se modificando, em alguns aspectos se adaptando às mudanças da sociedade, por exemplo, passando a aceitar garotas em seus quadros e ampliando a faixa de atendimento para jovens na idade de sete aos 21 anos.

No país, existem duas associações escoteiras: a União dos Escoteiros do Brasil, UEB, fundada em 1924, como resultado da união de diversas associações escoteiras existentes na época (daí o nome "União dos Escoteiros") e filiada à Organização Mundial do Movimento Escoteiro. A União dos Escoteiros do Brasil adota uma organização vertical, definindo parâmetros de ação para as Unidades Locais (Grupos Escoteiros e Seções Autônomas) associadas, através de um programa único, visando maior coesão entre todos os membros.

 

Modalidade do Mar no Brasil

A Modalidade do Mar no Brasil não foi diferente das de outras nacionalidades, as práticas de atividades náuticas, as sedes escoteiras dentro de Clubis Navais, as tropas mantidas pela Marinha ou com Chefes que eram marinheiros, os ambientes aquáticos para atividades constantes eram comuns desde 1910, porém não foram organizados como modalidade, semelhante ao ocorrido na Inglaterra, inicialmente.

Em 1910, no Encouraçado Minas Gerais, chegavam ao Brasil oficiais da Marinhade Guerra, que traziam os primeiros manuais escoteiros (em inglês), uniformes e os primeiros escoteiros brasileiros, filhos de alguns desses sub oficiais (estes que haviam feito suas promessas na Inglaterra). Dentre os suboficiais, destaca-se Amélio de Azevedo Marques, que junto com os demais marinheiros foi o introdutor do Escotismo no Brasil. Estes marinheiros assim que chegaram no Rio de Janeiro abriram uma tropa escoteira no bairro do Catumbi, próximo do sambódromo de hoje, na Rua do Chichorro número 13 (existe na fachada da casa uma placa alusiva à fundação deste grupo, hoje extinto).

Em 1938, adquiriam os Escoteiros do Mar a sua primeira Base Naval própria localizada no Porto de Maria Angu. Em Setembro de 1941, a Modalidade foi anexa à União dos Escoteiros do Brasil. Hoje a Modalidade abrange grande parte do território nacional.

 

Modalidades do Escotismo no Brasil

As modalidades do escotismo, no Brasil, são constituídas de três formas existentes que são a básica, a Modalidade do Mar, a Modalidade do Ar e uma quarta, que caiu em desuso a Modalidade Ferroviária. São adotadas pelos grupos escoteiros de forma a guiar as atividades dos grupos e formação dos seus membros, entretanto o grupo quanto assume uma modalidade não fica restrita a essa e nem é impedida de realizar as atividades típicas das demais modalidades.[3]

Modalidade Básica

A Modalidade Básica, caracterizada pelo escoteiro típico, sendo a modalidade com o maior número de integrantes, apresenta grande flexibilidade de atividades e com formação geralmente mais voltada para a atividade excursionista, campismo e montanhismo.

Os acampamentos exigem inúmeras técnicas escoteiras, dentre elas a que se destaca é a pioneira, uma forma de suprir a necessidade de móveis e como um modo de proteção, normalmente constituídas por troncos de madeira e unidas através de amarras.

Modalidade do Mar

O que caracteriza o Escotismo Modalidade do Mar é que eles realizam suas atividades preferencialmente na água, onde quer que exista água em quantidade e profundidade suficientes para que uma embarcação possa navegar, seja ela de que tipo for. Sendo assim podem existir Escoteiros do Mar, seja esta água de mar, de rio, lago, lagoa ou pantanal. Procurando desenvolver nos jovens o gosto pela vida no mar, pelas artes e técnicas marinheiras, pela navegação à vela e a motor, pelas viagens e transportes marítimos, pela pesca, pelo estudo da oceanografia, pela exploração e pelos esportes náuticos, incentivando o culto das tradições da marinha. A gama de atividades que podem ser realizadas é enorme, indo da tradicional navegação a remo até mergulho ou windsurf.

Modalidade do Ar

O Escotismo Modalidade do Ar procura desenvolver nos jovens, além dos valores da Modalidade Básica, o gosto pelo aeromodelismo, aeroplanos, pelos problemas de aeroportos, aeronavegação, aeropropulsão, pelo pára-quedismo e pelos esportes aéreos, pelo estudo da meteorologia e da cosmografia, pelo mundo aeroespacial e pela cosmonáutica, incentivando o culto das tradições da aeronáutica do país. As ênfases educativas das Modalidades do Ar e Mar, são apenas desenvolvidas nos Ramos Escoteiro e Ramo Sênior.

Modalidade Ferroviária (extinta, caiu em desuso)

O Escotismo Ferroviário surgiu no Brasil, na década de 1920-1930. Previa-se a instalação de Grupos Escoteiros nas estações de trem, urbanas ou suburbanas.

Alguns grupos foram abertos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, nos ramais da Estrada de Ferro Central do Brasil. Ao que parece, tiveram vida curta, com exceção do RJ/GE Alcindo Guanabara (antes nomeado Grupo Light, por ser patrocinado por aquela empresa de energia elétrica do Rio). Esse GE existiu no período de 1926 (mais ou menos) até a década de 90.

Um dos seus expoentes era o Chefe Gabriel Skinner, Tapir de Prata, e de grande atuação no escotismo nacional nas décadas de 1930-40.

 

Organização

Os jovens são divididos conforme a faixa etária em vários ramos ou secções. Cada ramo possui um programa de desenvolvimento e de atividades apropriados à idade e ao desenvolvimento mental, intelectual, espiritual, físico e social do jovem.

A Seção é a unidade do Movimento Escoteiro, que congrega membros do mesmo Ramo:

Ramo Lobinho: para meninos e meninas de 7 a 10 anos, admitindo-se com idade menor (até 6 anos e meio) se estiver alfabetizado. Seção: Alcateia (pode ser mista ou não). São chamados de Lobinhos, divididos em Matilhas (grupos de quatro a seis Lobinhos). Trabalha-se a fantasia, utilizando como fundo de cena a História do Livro do Jângal (Mogli, o menino lobo);

Ramo Escoteiro: para rapazes e moças de 11 a 14 anos. Seção: Tropa de Escoteiros, Tropa de Escoteiras ou Tropa Escoteira Mista. São os Escoteiros, divididos em Patrulhas (grupos de seis a oito Escoteiros). Trabalha-se a aventura, através da vida ao ar livre;

Ramo Sênior: para rapazes e moças de 15 a 17 anos. Seção: Tropa Sênior, Tropa Guia ou Tropa Sênior Mista. São os Seniores e Guias, divididos em Patrulhas (grupos de quatro a seis Seniores e/ou Guias). Trabalha-se com o desafio aos limites, tanto físico, quanto intelectual, social e espiritual;

Ramo Pioneiro: para rapazes e moças de 18 a 20 anos. Seção: Clã Pioneiro. São os Pioneiros e Pioneiras, que se organizam em Equipes de Interesse, com quantidade variável de jovens. Tem como objetivo trabalhar o serviço ao próximo, como forma de melhorar a sociedade em que vivemos.

Os adultos com 21 anos ou mais participam de diversas formas. Podem ser Escotistas, que coordenam as atividades com os jovens; na U.E.B., Dirigentes Institucionais, que dirigem os Grupos Escoteiros e Regiões Escoteiras (estaduais); ou ainda Dirigentes de Formação, que se ocupam da orientação e formação de outros adultos.

Os ramos são os mesmos aplicados pela U.E.B. e sugeridos pela AEBP. As Unidades Locais Associadas à AEBP são livres para definir os parâmetros dos ramos, podendo adaptá-los para o programa utilizado. Existem, por exemplo, Grupos Escoteiros onde o Clã Pioneiro congrega membros com idades entre 18 e 26 anos.


Conjuntura

O escotismo brasileiro é formado por mais de uma instituição: a União dos Escoteiros do Brasil (UEB), A UEB é a única associação de escoteiros brasileiros filiada à Organização Mundial do Movimento Escoteiro.

Sua organização no Brasil é dividida em escritórios regionais distribuídos por diversos estados da federação, com alguns poucos profissionais remunerados para administrar 45 mil voluntários distribuídos por unidades locais de atuação: os Grupos Escoteiros e as Seções Autônomas. Nestas Unidades Locais, através dos voluntários, é que se colocam em prática os programas educacionais para jovens.


9 de janeiro de 2013

PROMESSA DE MOWGLI - CANÇÃO LOBINHO

melodia: Cavaleiros Do Céu, de Milton Nascimento


A promessa de Mowgli era matar o Shere Khan.
Para a paz de seu povo, de Akelá e sua clã.
Com Messua vivia no campo e na paz pastoreava,
sonhando acordado, sua caçada ele armava.

Ipi ai ei, ipe ai ou.
A caçada ele armava.

Conforme combinado ele avistou o lobo Gris,
sentado numa rocha por sinais ele lhe diz:
O Tigre já chegou e alimentado já está.
E os lobos com Akelá se preparam prá ajudar.

Ipi ai ei, ipe ai ou.
E os lobos a ajudar.

Então ele montado, a carga comandou,
e o Tigre traiçoeiro sob as patas terminou.
Na Roca do Conselho sobre a pele ele dançou.
Cumprindo sua promessa Shere Khan ele matou.
Ipi ai ei, ipe ai ou.
Sobre a pele ele dançou.

Ipi ai ei, ipe ai ou.
Sobre a pele ele dançou.

Ipi ai e.

ORQUESTRA - CANÇÃO LOBINHO

O Baloo vinha pela estrada,
tocando seu tambor, tarará, tatá.
A Baguera acompanhava tocando o violão.

Digdeg, digdeg, digdon.
Tarará, tatá. Digdeg, digdeg, digdon.
Tarará, tatá. Digdeg, digdeg, digdon.
Tarará, tatá. Digdeg, digdeg, digdon

3 de janeiro de 2013

NÓS SOMOS COMO MOWGLI - CANÇÃO LOBINHO

Nós somos como Mowgli,
lobinhos espertos.
Que sempre tem, os olhos abertos.

Baloo suas leis, nos vai ensinar.
E com a Baguera, iremos caçar.

BIS: Akelá,
nosso chefe irá mostrar,
onde boa caça, poderemos achar.

De Shere Khan, não tememos o mal,
porque ele é covarde tal qual um chacal.

Aos Bandarlogues fazemos caretas
Porque são muito bobos com suas falsetas

Mas, da Káá nós temos respeito,
porque só com o olhar nos pega de jeito.

MUITO PRAZER, SOU KOTICK - CANÇÃO LOBINHO

melodia: "O porquinho" de Toquinho e Vinícius de Moraes

Muito prazer, sou Kotick
comigo podem contar.
Ajudo a quem precisa,
sou bom companheiro
em qualquer lugar.

Sei que tenho direitos,
mas os seus vou respeitar.
Reparto o que tenho,
com os meus amigos.

Vejo quem precisa,
não fico olhando só pro meu umbigo.
Se quiser me chame,
nunca digo não.

Aproveito as chances de ser gente boa,
fazer boa ação.

2 de janeiro de 2013

JÂNGAL FELIZ - CANÇÃO LOBINHO

melodia: LiLi, Hi Lili Hi Ho, da Turma Do Re Mi

O Akelá nos ensinou
uma canção que diz:
todo lobinho para ser bom,
tem que fazer a boa ação,
como ensinou Baloo.

Baloo ensina as leis.
Baguera ensina a caçar.
Kaá nos guia na selva.
O Raschka ensina a amar.

Com Hatti somos valentes.
Com Chill sabemos falar.
Assim lá na Jângal vivemos felizes.
Felizes sempre a cantar.

Assim lá na Jângal vivemos felizes.
Felizes sempre a cantar.

IRMÃO DE LOBO - CANÇÃO LOBINHO

Irmão de lobo nasci,
de um povo livre e valente.
A selva onde eu cresci,
me deu um Deus e uma lei.

Akelá escuto tua voz e sigo as tuas pegadas.
Baguira e Baloo são os amigos que me levam.
Avançar sempre melhor, povo livre avançar.
com afã, hás de ser cada dia melhor.

CANÇÃO DE BALOO - CANÇÃO LOBINHO

Melodia de "Balaio, meu bem, balaio"

Baloo, professor
Baloo me ensinou
uma lei para viver.

Eu ouço Baloo
só faço o melhor.
Pois feliz eu quero ser.

Sei que tenho alguns defeitos
que preciso superar
com empenho e alegria
sei que posso melhorar.

Baloo, professor
Baloo me ensinou
uma lei para viver.

Eu ouço Baloo
só faço o melhor.
Pois feliz eu quero ser.

17 de dezembro de 2012

VIDA NA JÂNGAL - CANÇÃO LOBINHO

Melodia de "Ursinho Pooh".


Neste lugar para brincar,
que todo lobinho tem,
um mundo alegre para viver
com amigos que querem seu bem.

Lá tem Bagheera e Baloo
Kaa e o Lobo Gris,
um líder chamado Akelá
de um povo que é livre e feliz.

Corre para cá, corre para lá
Mowgli leva a vida a se divertir,
no rio a nadar, dos galhos pular
caça, dorme, brinca e vai dormir.

SAÍDA DE MOWGLI - CANÇÃO LOBINHO

A Jângal já não tem pra Mowgli,
o interesse como antes.
Por isso Mowgli vai embora,
para junto dos seus.
Não é mais que um até logo.
Não é mais que um breve adeus.
Bem cedo junto ao fogo,
tornaremos a nos ver.

RIKKI TIKKI TAVI - CANÇÃO LOBINHO

Melodia: "Croc, croc", da Xuxa


Rikki Tikki
Tikki Tavi.
O mangusto que um dia
o jovem Teddy acolheu.

Rikki Tikki
Tikki Tavi.
Que prova de amizade que ele deu.

Darzee, o passarinho que vivia no jardim
temia a cobra Nag que do mal estava a fim.

Mas todos se uniram para Nag enfrentar
e Rikki Tikki Tavi, o valente, foi lutar.

Nag e Nagaína
eram um perigo.
Rikki acabou com eles
defendendo o seu amigo.

Nag e Nagaína
eram um perigo.
Rikki acabou com eles
defendendo o seu amigo.

Rikki Tikki
Tikki Tavi.
O mangusto que um dia
o jovem Teddy acolheu.

Rikki Tikki
Tikki Tavi.
Que prova de amizade que ele deu.

FLOR VERMELHA - CANÇÃO LOBINHO

A flor vermelha iluminará.
Alcatéia dança ao seu redor.
Cantando lobos nossa lei cantai.
Com o cair do sol.

Tu e eu somos irmãos,
e do mesmo sangue.
Teu rastro vai junto ao meu rastro,
minha caça é para ti.

De Baloo ouvi sempre as lições.
Alcatéia dança ao seu redor.
Boa caçada assim conseguirás,
com o cair do sol.

Tu e eu somos . . .