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30 de agosto de 2011

PARANÁ ESTUDA LEVAR ESCOTISMO PARA 58 ESCOLAS ESTADUAIS.

O governador em exercício Flávio Arns assinou nesta terça-feira (30) um termo de compromisso com a regional Paraná da União dos Escoteiros do Brasil (UEB) para a implantação gradativa de grupos de escotismo em 58 escolas estaduais. Será o primeiro passo para levar a iniciativa a todos os 399 municípios do Estado, a longo prazo. O objetivo do governo é oferecer aos alunos de sete a dezoito anos uma atividade complementar, direcionada para a preservação do meio ambiente e o trabalho em equipe.

“O escotismo é uma atividade com valores e princípios que devem ser referência para nossos alunos. Temos certeza que a educação do Paraná vai melhorar com a implantação dos conhecimentos do escotismo”, afirmou o governador. Arns colocou toda a estrutura do governo à disposição para programas e iniciativas dos escoteiros.

Paulo Salamuni, diretor presidente da UEB-PR, explica que o projeto tem a intenção de oferecer uma atividade extra aos alunos no contraturno ou nos finais de semana, o que irá variar de acordo com a instituição de ensino. Ele afirma que serão realizadas nas escolas atividades como palestras, treinamentos, mutirões e gincanas. Salamuni destaca que os professores serão treinados para auxiliar os integrantes do movimento na capacitação dos estudantes.

“Queremos despertar nos estudantes o espírito do escoteiro. Mesmo que um dia eles estejam em outras profissões, vão lembrar dos princípios ensinados por nós na escola”, disse. Salamuni acrescentou que o escotismo é considerado o maior movimento de educação informal do país e um grande complemento na formação de cidadãos.

Atualmente existem no Paraná cerca de 7 mil escoteiros. Com o projeto nas escolas, a UEB estima que mais de 60 mil pessoas comecem a praticar o escotismo no Estado. “Queremos o maior número possível de alunos. Vamos ampliar nosso sistema pedagógico, que atualmente é restrito às classes média e alta, para todas os níveis sociais”, afirmou José Moraes e Silva, diretor do projeto Escotismo na Escola. Ele disse que um grupo técnico formado por representantes do governo e dos escoteiros vai definir as diretrizes e especificações financeiras do programa.

ESCOTEIROS – Criado em 1907 pelo inglês Robert Baden Powell, o movimento escoteiro reúne atualmente mais de 30 milhões de pessoas de 200 países e territórios. Estruturado sobre um código de valores, o escotismo tem o objetivo de auxiliar o jovem a desenvolver suas potencialidades por meio de uma pedagogia e uma metodologia próprias. No Paraná, em 2011 atendeu seis mil jovens, reunidos em 85 grupos municipais.

Fonte: Secretária da Educação - Estado do Paraná

15 de julho de 2011

Comandante da Marinha visita Escoteiros do Mar em Paranaguá.

No dia 13/07, terça feira, os Escoteiros do Mar do Paraná receberam a visita do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Souza Neto e do Comandante do 5º Distrito Naval, Vice-Almirante Sérgio Roberto Fernandes dos Santos. O encontro com os escoteiros fez parte da agenda de visitas do Comandante às instalações da Capitania dos Portos de Paranaguá.

A visita do Comandante Julio Soares é um marco importante para a Capitania dos Portos de Paranaguá e em especial para os Escoteiros do Mar. Segundo o Comandante da Capitania dos Portos do Paraná, Capitão-de-Mar-e-Guerra José Henrique Corbage Rabello, a última visita do alto comando da Marinha do Brasil às instalações em Paranaguá ocorreu aproximadamente há 30 anos atrás. A visita revela a importância da Capitania dos Portos de Paranaguá nos planos estratégicos da Marinha do Brasil, especialmente num momento em que a Baía de Paranaguá vive um crescente afluxo de navios por conta das atividades do Porto de Paranaguá e Antonina e requer uma presença maior da autoridade marítima na região.

Durante a visita do alto comando da Marinha o Almirante Julio Soares fez questão de se encontrar com os Escoteiros do Mar, quando teve a oportunidade de tomar conhecimento dos grandes e sólidos avanços que o escotismo do mar tem realizado no Paraná. Para a Marinha do Brasil os Escoteiros do Mar são um forte parceiro no desenvolvimento da mentalidade marítima no Brasil e nas ações sociais que a instituição desenvolve por missão. Na ocasião o Comandante manifestou seu entusiasmo pelo escotismo do Mar: “O caminho do escotismo é um caminho que só produz cidadãos de bem, que querem trabalhar pela comunidade e que produzem muito para o país. Os Escoteiros do Mar também produzem para a mentalidade marítima e a Marinha do Brasil só tem que aplaudir.”

Além dos escoteiros de Paranaguá, a visita contou com a presença do Grupo Escoteiro do Mar Amigo Velho, de Curitiba e do Grupo Escoteiro do Mar Pontal fundado em 2010.


Nova Sede do Grupo Escoteiro do Mar Ilha do Mel

Um dos pontos altos da visita foi a inauguração e entrega da nova sede no GE do Mar Ilha Mel e a assinatura do termo de seção de uso do terreno onde a nova sede está sendo construída. A nova sede oferece aos escoteiros uma infra-estrutura física de 600m2 em dois pavimentos, com amplas salas para cada seção, salas de reunião, auditório, cozinha e banheiros. A sede está construída num terreno de 2000m2 cedido pela União ao GE do Mar Ilha do Mel às margens do Rio Itiberê e conjugado à base da Capitania dos Portos de Paranaguá.

Em seu discurso o presidente do GE do Mar Ilha do Mel Marco Bortoli relembrou e homenageou o Comandante Ronald, que foi um dos responsáveis pela introdução do Escotismo do Mar em Paranaguá em 1985, quando de sua passagem pelo Comando da Capitania, e que fora escoteiro em sua juventude: “Esta aqui o ‘culpado’ desta boa e grande obra que é o escotismo do Mar em Paranaguá”.

Há pouco mais de dois anos atrás, o terreno, praticamente sem uso regular, era ponto de consumo de drogas e motivo de preocupação da comunidade de Paranaguá. Com apoio da Capitania dos Portos os Escoteiros obtiverem a seção de uso do local e partiram para um projeto ousado de construir uma nova sede. Até então a sede onde o GE do Mar Ilha do Mel realizava suas atividades era dentro das instalações da Marinha. Hoje as novas instalações oferecem mais flexibilidade às atividades escoteiras e já contribuiu para a expansão do Escotismo do Mar em Paranaguá. Começando com apenas 12 membros em 18/05/1985 o GE do Mar Ilha Mel conta atualmente com 100 integrantes entre jovens e adultos.

A construção da sede contou com um projeto de captação de recursos que mobilizou várias entidades da sociedade civil. O Fundo da Infância e do Adolescente (FIA) contribuiu com R$ 150.000,00; a Receita Federal do Brasil, através de doação de materiais e equipamentos apreendidos, vendidos posteriormente pelos escoteiros em bazares por eles organizados, aportaram mais R$ 300.000,00; e por fim diversas empresas e entidades de Paranaguá doaram em material de construção e em espécie mais R$ 50.000,00.

Com o esforço de todos, a comunidade de Paranaguá pode agora constatar os benefícios dos seus investimentos no Escotismo, bem como a parcimônia e seriedade na aplicação dos recursos.

Centro de Convivência
Os avanços não param ai. Uma segunda fase do projeto prevê uma parceria inédita entre escoteiros e Marinha do Brasil, que é a construção de um Centro de Convivência da Marinha no terreno dos escoteiros. O Centro, a ser construído pela Capitania dos Portos de Paranaguá, oportunizará um espaço de convívio social para as famílias dos oficiais e membros da Capitania bem como para os escoteiros. O Centro de Convívio prevê a construção de um salão de festas, quadra poliesportiva, pista arvorismo, flutuante e garagem para embarcações escoteiras.


GE do Mar Amigo Velho acampa durante visita do Comandante

Com o objetivo de prestigiar a visita do Comandante da Marinha do Brasil à Paranaguá, uma delegação de 42 escoteiros e chefes do Grupo Escoteiro do Mar Amigo Velho-PR acamparam e realizaram atividades náuticas nos dias 10 a 14/07 na nova sede dos escoteiros do Mar e por assim dizer, inauguraram o novo espaço, da forma como todo escoteiro aprecia: montando uma barraca. Durante o acampamento foram desenvolvidas diversas atividades em conjunto com os escoteiros(as), sêniores, guias e pioneiros(as) do Ilha do Mel. Na ocasião os pioneiros do Amigo Velho lançaram na água o veleiro Snipe Frajola-II, recém restaurado pelos próprios pioneiros. O Frajola-II é um veleiro da classe Snipe construído totalmente em madeira a mais de 60 anos e foi doado ao Amigo Velho pelo Sr. Erno Alfredo Peter, um dos velejadores pioneiros do Paraná.


Expandindo o Escotismo do Mar no Paraná

Um novo passo está sendo dado no Escotismo do Mar no Paraná, com o projeto de abertura de uma unidade do GE do Mar Amigo Velho em Antonina. Com o apoio do GE do Mar Ilha do Mel e da Capitania dos Portos de Paranaguá, estão sendo dados os passos iniciais para a retomada do Escotismo em Antonina, mas agora com a modalidade do Mar. Antonina é uma histórica, linda e pequena cidade no litoral do Paraná, a 70km de Curitiba, às margens da baía de Antonina. A cidade tem fortes laços com o Escotismo. Foi de lá que partiu em 1942, a pé, em direção ao Rio de Janeiro, uma patrulha de escoteiros para entregar uma carta ao presidente Getúlio Vargas pedindo a reabertura do Porto de Antonina. O projeto prevê a construção de uma sede náutica e da criação do Centro de Educação Ambiental e Marinha dos Escoteiros, cuja missão será desenvolver projetos sociais que atendam a comunidade de Antonina e os escoteiros de todas as modalidades, de qualquer região e deverá entrar em operação no primeiro semestre de 2012. Estima-se que o projeto impacte diretamente 60 jovens futuros Escoteiros do Mar residentes na comunidade de Antonina, os alunos da rede pública municipal e estadual da cidade e a comunidade escoteira, especialmente de Curitiba e região litorânea do Estado do Paraná.

Alternando entre calmarias e ventos fortes, o Escotismo do Mar avança continuamente no Paraná, como um barco que sabe seu destino e vence os obstáculos com que o mar indomável lhe desafia, e materializa em seus projetos aquilo que foi muito bem percebido pelo Almirante Julio Soares durante a visita: Os escoteiros produzem muito para o país!

Por
João Basilio Pereima
Grupo Escoteiro do Mar Amigo Velho – PR
Paranaguá: 13/07/2011

20 de outubro de 2010

O 181/PR Grupo Escoteiro Tupinambá de Coronel Vivida visita o Museu Regional doIguaçu.

O Museu

Os dirigentes do G. E Tupinambá e os escoteiros (as) estiveram fazendo o roteiro e a visita ao Museu Regional do Iguaçu no último sábado, com uma programação intensa.

O Museu guarda o acervo resgatado nas áreas de influência de outros empreendimentos hidrelétricos da Copel no rio Iguaçu. Com isso, o Museu Regional do Iguaçu mantém um dos mais expressivos acervos regionais do Paraná.

A estrutura para exposição do acervo e visitas foi construída no final da década de 90. O Museu está aberto ao público desde 17 de dezembro de 1999, e sua inauguração oficial, como instituição, ocorreu em 21 de dezembro de 2000.

As exposições são monitoradas pelos educadores ambientais, que fazem uma abordagem contextualizada das peças expostas. Dessa forma, é possível conhecer aspectos da história humana e ambiental que fazem parte do rio Iguaçu.

O roteiro da visita iniciou com uma explanação sobre a origem e história dos museus, até a história do próprio Museu Regional do Iguaçu.

Na exposição permanente O rio Iguaçu e a Natureza pode-se conhecer grande parte da bacia do Iguaçu, através de uma apresentação artística com luzes e sons sobre uma maquete topográfica.

Essa apresentação demonstra todo o percurso do rio, que tem aproximadamente 1.060 km de extensão, de forma clara e explicativa. Visualiza-se sua nascente, no morro Redondo, na Floresta Atlântica da Serra do Mar, que a partir do encontro dos rios Iraí e Atuba passa a se chamar Iguaçu.

O curso do rio Iguaçu, sinuoso no primeiro planalto e na entrada no segundo planalto, apresenta fortes corredeiras, saltos e cachoeiras, que vão até o terceiro planalto, na região da serra da Esperança. Por fim, segue rumo a sua foz, local em que se encontram as mundialmente famosas Cataratas do Iguaçu, próximas da fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina.

No curso do rio, destacam-se ainda sua contribuição à geração de energia elétrica, a formação das cidades em seus vales, bem como as construções de rodovias e ferrovias.


Outros atrativos

O Museu Regional do Iguaçu reserva um espaço para exposições temporárias, cujo acervo permanece o tempo necessário para que seu conteúdo seja visto e conhecido por professores, pesquisadores e a comunidade local.

O Museu Regional do Iguaçu valoriza e pretende divulgar todas as formas de manifestação da cultura artística local. Por isso, coloca à disposição dos artistas da região um espaço onde podem inscrever e expor seus trabalhos artísticos, sejam eles poemas, pinturas, esculturas, artesanato, fotografias, caricaturas, entre outros. O salão reservado para essas exposições é bastante amplo e proporciona uma belíssima vista do rio Iguaçu e da Usina.


Objetivo da Visita:

Aprender com o exemplo da Copel, foi muito oportuno e, pois podemos presenciar e vivenciar a educação para a sustentabilidade, por meio da guarda e valorização da memória cultural e ambiental do Paraná, assim como sensibilização para a preservação da biodiversidade e de todas as formas de vida.

Foi muito importante realizarmos a visita, aprendemos muito sobre os cuidados com o meio ambiente, geração de energia elétrica com responsabilidade e compromisso ambiental, destacou Leandro Signor, Chefe da Tropa Escoteira e Sec. de Indústria, Comércio e Turismo de Coronel Vivida.

Circuito integrado de visitação

O Circuito Integrado de Visitação foi criado para apresentar aos visitantes uma visão integrada e sistêmica do complexo da Usina Hidrelétrica Gov. Ney Braga e de algumas ações ambientais empreendidas pela Copel.
Por meio deste circuito é realizada a inter-relação da importância da geração de energia e dos cuidados com o meio ambiente, a necessidade do uso racional da energia, os impactos inerentes às grandes obras e suas possíveis ações mitigadoras. O circuito compreende: o Museu Regional do Iguaçu, o Horto Florestal, a Estação Experimental de Estudos Ictiológicos e a usina.

Com o desenvolvimento do trabalho de educação ambiental é reforçado o princípio de que é possível construir uma sociedade economicamente sustentável, ecologicamente equilibrada e humanamente mais justa.

Um dos pontos altos do dia foi a visita a Usina da Copel, despertando grande curiosidade dos jovens. Passamos um dia diferente, aprendemos muito, todos deveriam fazer o roteiro ressaltaram a grande maioria dos escoteiros.