No acampamento, o nosso tormento,
é ter que usar, PANELAS.
Pois o alimento, requer cozimento,
e ao fogo vão as, PANELAS.
Lá o carvão e a fumaça,
põe tisna no caldeirão.
Dentro se é macarrão,
fica um grude que não sai não.
Foi-se o alimento, chegou o momento,
de ter que lavar, PANELAS.
Negras, queimadas, nojentas, sebentas,
nas mãos, nos dão as PANELAS.
Lá o carvão e a fumaça, põe . . .
Chega a chefia no meio dia,
para inspecionar, PANELAS.
E os escoteiros respondem fagueiros,
não existem mais, PANELAS.
Lá o carvão e a fumaça, põe . . .







Um comentário:
Qual a melodia?
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